Pregando a Palavra: Escapando do Castelo da Dúvida


“Escapando do Castelo da Dúvida”

I João 5:11-13

John Bunyan, escreveu O Peregrino, e o personagem “Cristão” é capturado pelos “gigantes do Desespero”. Ele é atirado no calabouço do Castelo da Dúvida, onde o desespero vivido. Lá “Cristão” é espancado todos os dias. Muitos cristãos estão vivendo no Castelo da Dúvida, onde eles perderam sua alegria e a sua canção. Mas ninguém tem que ficar lá. Você pode escapar do Castelo da Dúvida da mesma forma que Cristão fez. Um dia, ele olhou no bolso e disse: “Que idiota eu fui. O tempo todo eu tive no meu bolso uma chave que abre todas as portas para Castelo da Dúvida. Era a chave dA Palavra. Com a chave dA Palavra, Cristão abriu a porta do calabouço do castelo da Dúvida e fugiu, para nunca mais voltar. Você pode escapar do Castelo da Dúvida, usando a chave dA Palavra.

I. O Novo Nascimento, João 3: 1-18

II. A vida mudou, II Coríntios. 05:17

III. O testemunho do Espírito Santo, Romanos 8:16, I João 4:13

IV. As promessas de Deus, João 5:24, Romanos 10: 13

Deus lhe abençoe muito

Pastor Derville
Igreja Caminhar em Cristo

Pregando a Palavra: Moldando o Futuro


Moldando o Futuro

Josué 3: 4-5

Foi um novo dia na vida dos filhos de Israel. O deserto estava atrás.

I. A observação do povo de Deus , vs.4, A ênfase não está no ontem, mas no hoje. Não devemos desperdiçar chafurdar nas falhas do passado. Devemos aproveitar o momento. Por favor, note …

II. Obrigação do Povo de Deus , v. 5, “santificai-vos …” Esta santificação incluí duas coisas. Um, uma separação de algumas coisas. Dois, uma separação até de algumas coisas.

III. A oportunidade do Povo de Deus , v. 5, “… amanhã o Senhor fará maravilhas …” Ele aguarda para realizar Suas maravilhas. Hoje é o amanhã de ontem. E amanhã será revigorado pelas suas misericórdias.

Deus lhes abençoe

Pastor Derville
Igreja Caminhar em Cristo

Pregando a Palavra: O Chamado de Deus


“O Chamado de Deus”

Isaías 1:18, Mateus 11: 28-29

O “Chamado de Deus” é uma …

I. Chamada Soberana: “superior a todos os outros chamados.”

II. Chamada Simples: “Venha …” . Isaías 55:1.

III. Chamada Imediata: “Venha agora … ”

IV. Chamada Forte: “Eu vos aliviarei …”

V. Chamada Sensível: “Vamos raciocinar juntos …”

Deus lhes abençoe

Pastor Derville
Igreja Caminhar em Cristo

Pastoreando a família: O pastoreio do pai


Série: Pastoreando a FamíliaSer pai, a tarefa mais difícil da terra.

O pai é diferente da mãe. A mãe sente seu filho no ventre, sente-o crescer, sente as suas pulsações, o pai não. A criança nasce e sua afeição inicial está intrinsecamente ligada a vida da mãe.

Ela é a protetora, a provedora dessa criança, ainda tão indefesa. O pai observa tudo isto, compartilha de toda essa graça, mas ainda não se sente pai, até aquele dia que ouve dos lábios do filho gerado, a palavra “pai”, ser chamado de pai.

O pai cristão tem a responsabilidade de formar crianças à imagem de Cristo Jesus. O pai deve modelar para o filho o Senhor Jesus Cristo, para que o filho siga os seus caminhos.

Chamamos isso de “pastoreio do pai”.

Todo pai é um “pastor” do rebanho que Deus lhe concedeu.

É interessante traçar os paralelos entre o papel do pastor e o papel dos pais.

Vejo pelo menos três responsabilidades paralelas entre os dois:

I. O pai pastor deve conduzir seus filhos a Deus (Intercessão)

Segundo Atos 6:2,4, uma das primeiras grandes responsabilidades do líder espiritual é a oração. Os pais que oram por seus filhos providenciam alguma forma de proteção para eles contra as doenças do pecado. O pai intercessor ergue paredes de proteção ao redor de seu filho, preocupando-se com seu bem estar, seu relacionamento com o Senhor, pecado, etc.

O pai que ora continuamente pelos filhos certamente agirá também para protegê-los contra o pecado.

Mas como orar pelos filhos?

Pais cristãos devem orar por pelo menos por uma destas áreas:

a) Caráter dos filho (o fruto do Espírito, Gl 5:22 junto com a compreensão da sua identidade como filhos de Deus em Cristo, Ef 1:15-23,3:14-21)
b) Carreira (orar ao Senhor da seará que use meus filhos para expandir Seu Reino no mundo-Lc 10:2)
c) Casamento (orar que Deus direcione meu filho ao cônjuge com quem compartilhará sua chamada para o resto da vida)

O pai cristão intercede pelos seus filhos. Pois como pastor, que se dedica à oração e ao ministério da Palavra, o pai pastor também se preocupa com o ensino de seus filhos.

II. O pai pastor deve apresentar Deus aos seus filhos (instrução)

O pai pastor está sempre ensinando seus filhos pelas palavras, pelas ações e pelas atitudes. É impossível escapar do olhar destas pequenas ovelhas, que admiram tanto seus “pastores”. Sempre estamos transmitindo o que somos para elas. Com tempo, os filhos se tornam o que os pais são. Por isso o “pai cristão” tem que reconhecer que ele é um “pai professor”, sempre instruindo seus filhos e vacinando-os contra a doença que chamo “amnésia espiritual”.

Amnésia espiritual é a doença que aflige os filhos de crentes que não se esforçam em transmitir sua fé para a próxima geração. É a memória de Deus apagada da vida de um filho pela negligência dos pais. Em Dt 6:6-9, nos lemos: “Estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas.”

Conforme estes versículos, o pai pastor (instrutor e mestre) aproveita toda oportunidade para ensinar seus filhos os valores e princípios bíblicos transmitidos pelo Supremo Pastor. Ensina a Palavra formalmente e informalmente, propositalmente e espontaneamente, em todo lugar e em qualquer lugar, em todo tempo e o tempo todo. Não é um fanaticismo evangélico mas um estilo de vida que avalia toda a vida por uma perspectiva bíblia. “O pai que ama Deus de todo coração, transmite sua fé à outra geração!”

III. O pai pastor deve disciplinar os seus filhos (Intervenção)

A última responsabilidade do “pai-pastor” segue naturalmente as primeiras duas. Provérbios 22:6 chama o pai para “ensinar a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele.” Junto com este texto, Efésios 6:4 chama os pais (o termo “pais” designa especificamente homens) a “não provocar seus filhos à ira, mas criá-los na admoestação e na disciplina do Senhor.” Assim como o pastor de rebanho vai atrás de ovelhas desgarradas e às vezes precisa discipliná-las, para que evitem perigos maiores longe do aprisco, os pais precisam intervir na vida dos seus filhos com disciplina equilibrada.

O equilíbrio entre instrução e intervenção ou seja, disciplina, pode ser entendida por meio de uma analogia. O pai vai na frente do seu filho como alguém que quer cavar uma trilha ou valeta em que o filho pode caminhar. No início, a valeta está muito rasa, e o filho pode sair dela com facilidade. Quando isso acontece, o pai coloca seu filho de volta na trilha cavada com firmeza e amor. Com o passar de tempo, a valeta fica cada vez mais funda, e o filho só poderá escapar dela com grande esforço. Quando isso acontece, o papai o coloca dentro do caminho de novo. Depois de 18 anos, a trilha deve ser tão profunda, que o filho teria que chamar o corpo de bombeiros e uma escadona para sair do caminho do Senhor. É possível, mas não muito provável.

O pai que realmente ama seu filho precisa intervir quando este deixa o caminho da instrução. Provérbios recomenda o uso da vara, uma consequência artificial mas estruturada pelos pais, para desviar os filhos do pecado. Deve ser aplicada com força suficiente para arder mas nunca ferir a criança. Assim o pai ajuda seu filho a associar o pecado com dor, assim evitando conseguências muito piores no futuro, proporcionadas pela própria vida.

Pais, não posso pensar em presente maior que você possa dar a seu filho do que ser um exemplo de seriedade e reverência para com Deus em sua vida. Caminhar em Cristo, será um referencial inesquecível que ajudará a construir o caráter de seu filho. Você não será perfeito, pois por definição somos imperfeitos, mas a integridade de reconhecer um erro e pedir perdão deverá ser uma marca do pai cristão.

E assim, juntos, pais e filhos procurando conhecer a vontade de Deus para nosso relacionamento, teremos muito mais chances de acertar!

Esboços de Sermões


pulpitoAmados! Esboços de Sermões, quando compartilhados servirão para inspirar, orientar e ensinar.

Quantas vezes foram, que ao ler alguns esboços, a pregação contida neles me inspiraram a continuar no ministério pastoral! Foram Palavra de Deus de encorajamento para o meu coração, como pastor. Pois, pregamos todos os dias, escrevemos todos os dias, e quase não ouvimos, no sentido de nos alimentarmos da Palavra. Sempre estamos preparando para alguém ouvir. E muitos esboços não são para nós pregarmos para os outros, são respostas de Deus para os nossos corações.

Os esboços de sermões, confessam fé, doutrina, e o fazer teológico, segundo Barth. Por isso, muitas vezes, lemos e na nossa mente teológica discordamos ou imaginamos algo diferente. Dentro dessas contradições edificamos e somos edificados em Cristo Jesus.

Por isso, desenvolvemos uma programação de sermões próprios e alguns clássicos. Sermões inteiros, esboços e/ou traduzidos. Você também pode mandar o seu, para publicarmos. Para enviar seu esboço ou sermão completo, envie por email: pastor.derville@gmail.com

Deus lhes abençoe

Seu Conservo em Cristo,

Pastor Derville

Os invisíveis


Lucas 16.19-31

1. Que lemos do rico: Do seu vestuário, da sua vida, da sua morte e sepultura. De muitos hoje pode-se dizer o mesmo. E do seu destino?

Para o mundo além ele não levou riquezas, influências, a companhia dos bons; mas levou a sua mem6ria e afeição natural.

2. Que não lemos dele e da• sua conduta: Nada de sua justiça, compaixão aos pobres, temor a Deus, obediência à palavra divina. E essas coisas valem mais do que o dinheiro.

3. Lemos do mendigo: Que era pobre, doente, dependente dos vizinhos para o seu sustento; e inferimos que era piedoso e temente a Deus. É de notar-se que a Escritura não diz por que ele foi levado ao seio de Abraão nem por que o rico foi para o Hades. O rico não era criminoso.

4. Os dois destinos: Claramente Jesus se refere a só dois lugares. Nada diz do purgatório. Os destinos são afastados um do outro e não há comunicação entre eles.

5. Conclusão: A narrativa nos dá a entender que a nossa sorte futura é determinada no presente. O Evangelho não. é declarado nesta parábola. Não se fala da graça de Deus que oferece perdão ao pecador.

Podes conhecê-lo desde já!

A Ressurreição do Senhor


João 20:1-18

Introdução: Considerar o que a morte significa para os homens: o termo de seus planos, seus gozos, suas ambições, suas obras; é um passo para o desconhecido. Sobre tudo, o encontrar-se com um Deus Santo, a Quem devemos responder. Por isso é muito natural a criatura humana recear a morte.

A ressurreição, para os crentes, importa um novo começo, novidade de vida, a perspectiva da imortalidade, libertação de uma natureza pecaminosa, entrada na casa do Pai, os gozos da família de Deus.

1. O que a ressurreição significava para Cristo.

Um novo estado, além das provações e sofrimentos, além das perseguições dos homens. O termo das condições acanhadas da Sua vida terrestre. A satisfação do Pai na obra expiatória consumada.

A oportunidade de expressar sem impedimento toda a graça divina para com os homens arrependidos. A satisfação de viver para Deus, sem mais preocupação com o problema do pecado (Rm 6:10).

2. O que a ressurreição significava para os discípulos.

Sua aflição pela morte desastrosa do Mestre foi transformada em alegria e triunfo. Perceberam o cumprimento de muitas palavras proféticas. Perceberam melhor e mais positivamente a divindade de Cristo; reconheceram que tinham uma mensagem de triunfo e esperança para seus semelhantes. Como companheiros de Cristo além da morte, haviam de sentir-se bastante desligados dos interesses sociais e políticos do meio em que se encontravam.

3. O que a ressurreição de Cristo significa para nós.

Reconhecemos que nosso Salvador tem poder sobre a morte. Entendemos que Ele ressuscitou para nossa justificação. Sendo Ele “as primícias” da ressurreição (1 Co 15:20), vemos na ressurreição dEle a garantia da nossa. Sentimo-nos ligados espiritualmente com um Salvador vivo além da morte.

Conclusão. Como é que cada ouvinte costuma pensar na morte? Quais têm a certeza de ressurreição para a vida? Por quê? Que significa para cada um ser “ressurgido com Cristo” (Cl 3:1)?