Publicado em Estudos Bíblicos

Você já parou para pensar: Quem eram os “filhos de Deus” (Gênensis 6:2) que tomaram para si as filhas dos homens?


Um dia fui procurado por um senhor que me disse:

– Pastor, eu vou lhe perguntar algo que com certeza nenhum pastor saberá a resposta! …

Eu o interrompi, dizendo:

– Não me pergunte, porque sendo pastor, eu também não saberei responder!!

Existem curiosos, que encontram situações de registros culturais e tentam a partir desse ponto desenvolver alguma teoria, esquecendo do principal: Deus te ama muito!

Você deve ter notado essa expressão Hebraica que, em português, é traduzida como “filhos de Deus” também usada em outras passagens para se referir aos anjos (Jó 1:6; 2:1; 38:7), alguns estudiosos afirmam que a passagem está se referindo a anjos. Pensa-se que seres espirituais teriam tido relações sexuais com as mulheres mais bonitas da época, e como conseqüência, nasceram-lhes filhos que se tornaram poderosos (6:4) – uma espécie de semi-deuses ou semi-anjos.

Outros interpretam que as “filhas dos homens” eram as descendentes de Caim (que matou seu irmão Abel), e os “filhos de Deus” eram homens piedosos descendentes de Sete, um dos filhos de Adão, antepassado de Enoque (que andou com Deus) e Noé (homem justo e íntegro – Gênesis 6:9).

Há, ainda outra interpretação que se encaixa tanto no contexto da passagem como no do contexto cultural da época: existem passagens na Bíblia em que a palavra Elohim (Deus) é utilizada no sentido figurado para referir-se a juízes ou homens de influência e destaque na sociedade (Êxodo 22:8-9; Salmo 82:6). Em 2 Samuel 7:14, por exemplo, Deus comunica a Davi que seu descendente, Salomão, será filho de Deus. Portanto, seguindo esta linha de pensamento, o que está sendo relatado nos versículos 1-4 de Gênesis 6 é que os líderes de uma sociedade corrupta e imoral, aproveitando-se de sua posição social, abusaram do seu poder e autoridade e cometeram o pecado de poligamia e promiscuidade, alterando, assim, o ideal divino do relacionamento matrimonial – transferindo assim, aos seus descendentes poder de “mando” em determinadas regiões. Este poder de mando, muitas vezes reconhecido como divindades, traduzindo assim à idolatria através de imagens que encontramos nas descobertas arqueológicas atuais.

A lição bíblica para este fato é o casamento mal feito. Poder, dinheiro, beleza e sexo – não podem ser os objetivos do casamento. Escolhas erradas. Escolhas impensadas. E a consequência disso: divórcios, violência no lar, abusos, filhos abandonados etc. Portanto, esta lição é um alerta para os que irão se casar. Só isso!!!

Publicado em Palavra de Deus

Cura e Libertação: A Cicatrização


A cicatrização é a figura que engloba os efeitos da salvação de Cristo em uma pessoa ferida.

Mas, já que o Senhor é poderoso para nos curar, por que deixar a cicatriz? Não daria para fazer uma plástica?

A resposta pode lhe surpreender, mas é NÃO!

A questão não é o poder de Deus para realizar a plástica, mas sim, a “marca” da sua cura, a “cicatriz” – testemunho dos seus atos!

Sua missão encontrou sua máxima expressão em poupar sua vida diante das ações malignas, e na cicatrização a marca daqueles que foram libertos após se entregarem aos poderes do pecado.

A cicatriz fica! Mas, você é totalmente perdoado! Liberto e Salvo!

A cicatriz é o testemunho, a fim de ser como em Jesus, nosso impulso Evangelístico sobre a natureza pecaminosa, a mesma força motriz habilitada em Cristo – as marcas da cruz.

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más. Pois todo aquele que pratica o mal aborrece a luz e não se chega para a luz, a fim de não serem argüidas as suas obras. Quem pratica a verdade aproxima-se da luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque feitas em Deus.” João 3:16-21

Publicado em Sermões e Esboços

A IGREJA É A SUA FAMÍLIA DA FÉ


pulpitoProvérbios 14:26

CONSIDEREM A IGREJA COMO SENDO SUA FAMÍLIA DA FÉ

1) A igreja é o local em que você encontra uma cobertura de proteção.

– Não deveria ser abandonada (Hebreus 10:25).

– É o pilar e fundamento da verdade (1 Timóteo 3:15).

– Uma igreja forte vai lhe ajudar a servir como um apoio para a sua família durante as tempestades da vida, e perversões de uma cultura decadente.

2) A Igreja oferece um refúgio onde as famílias e as pessoas podem ser encorajadas nos “antigos caminhos” (Jeremias 6:16).

– Famílias estão sendo destruídas hoje.

– Existem movimentos ímpios feministas que incentiva mães a buscar uma carreira, em vez de orientar a casa (1 Timóteo 5:14).

– Os homens estão sendo impedidos de ser forte provedores, protetores, e líderes de suas próprias casas.

3) Nós fomos abençoados por um número de famílias que buscam ser transformadas.

– Nós ensinamos separação da indústria do entretenimento ímpio, e a afirmar e confirmar o tradicional, e a visão bíblica da moralidade e da família.

– E nós também queremos manter a nossa fé de zelo até a Segunda Vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.

4) A igreja e a família, ambos tem o seu lugar, e não devem ser negligenciados.

– Eles reforçam mutuamente.

– Assim, na nossa igreja, você encontrará ministérios para servir ao Senhor com os seus dons.

Publicado em Sermões e Esboços

A igreja que louva


pulpitoSalmo 100:1-5

Introdução: 
Existem pelo menos 3 ingredientes necessários na vida de uma igreja para que possa ser chamado de “grande”. 
1. Uma Igreja que ora 
2. Uma Igreja que prega a Palavra de Deus. 
3. Uma Igreja que louva. 

I. Como louvamos o Senhor. 
A. Com um alegre ruído. v.1 
1. cantando 
2. gritando 
3. pregando 
4. orando 
B. Com um coração contente. v.2 

II. Porque louvamos o Senhor. 
A. Por causa de quem Ele é. 
1. Ele é o nosso Deus. (Senhor) v.3a 
A. Elohim, forte e poderoso 
B. Jeová, autoexistente
C. Adonai, mestre 
2. Ele é nosso criador. v.3b 
3. Ele é nosso Pastor. v.3c 
B. Porque o que Ele é. 
1. Ele é bom. v.5a 
2. Ele é misericordioso. v.5b 
3. Ele é honesto e fiel. v.5c 

III. Onde louvamos o Senhor. 
A. Em qualquer lugar. Salmo 34:1 
B. Na Igreja, entre os irmãos, em particular. v.4a

IV. Quem pode louvar o Senhor. v.5 
Todas as gerações! 

Conclusão:

Nem todos irão louvar a Deus da mesma maneira. 
Alguns irão louvar Deus com lágrimas. 
Outros com um sorriso. 
Outros ainda com uma risada. 
E alguns com um grito. 
O importante é que temos nos ocupado em louvá-lo.

Publicado em Devocionais

Você é muito especial!!!


“Algo maravilhoso toma lugar quando chega o dia em que você compreende a importância da sua singularidade nesta vida. O mundo é como um tapete inacabado. E apenas você pode preencher aquele minúsculo espaço que é só seu e de ninguém mais.”

Leo Buscaglia

Não existe ninguém, em nenhum lugar deste planeta que tenha a sua combinação de habilidades, interesses, contatos, conhecimento, valores e experiências. Você é a única pessoa que tem esses elementos. Não existe competição contra você quando a questão se trata de você.

Tudo aquilo que você fizer com o objetivo de desenvolver a sua própria singularidade, só irá aprimorar todas as outras áreas da sua vida. Quais são as coisas que lhe fascina e que realmente chama a sua atenção? Possivelmente são

estas mesmas coisas que farão de você uma pessoa bem sucedida. São estas as

áreas as quais outras pessoas irão valorizar a sua contribuição e perspectiva.

 

O que e que você deve fazer e o qual se sente impossibilitado de fazer? São nestas mesmas coisas que você encontrara a paixão necessária para superar qualquer obstáculo a sua frente.

Neste interconectado e descentralizado mundo em que vivemos se torna mais e mais importante conscientizar-se da sua singularidade. As oportunidades que no passado só eram possíveis através das “conexões certas”, hoje estão rapidamente desaparecendo a cada dia. Essas oportunidades estão sendo substituídas por pessoas que sejam criativas e que podem contribuir com a sua singular perspectiva. Permita que você venha ser você mesmo. Essa – em última análise – e a melhor pessoa que você pode ser.

“Mas, pela graça de Deus, sou o que sou.” 1 Corintios 15:10

Publicado em Meditações

Confie, Deus fará tudo para você ser feliz!


nao-desistaMuias situações deixam você triste. Muitos abandonam a igreja. Mas, confie, Deus fará tudo para você ser feliz!

Leia esta história!

José havia sido levado para o Egito, onde o egípcio Potifar, oficial do faraó e capitão da guarda, comprou-o dos ismaelitas que o tinham levado para lá.

O SENHOR estava com José, de modo que este prosperou e passou a morar na casa do seu senhor egípcio. Quando este percebeu que o SENHOR estava com ele e que o fazia prosperar em tudo o que realizava, agradou-se de José e tornou-o administrador de seus bens. Potifar deixou a seu cuidado a sua casa e lhe confiou tudo o que possuía. Desde que o deixou cuidando de sua casa e de todos os seus bens, o SENHOR abençoou a casa do egípcio por causa de José. A bênção do SENHOR estava sobre tudo o que Potifar possuía, tanto em casa como no campo. Assim, deixou ele aos cuidados de José tudo o que tinha, e não se preocupava com coisa alguma, exceto com sua própria comida.

José era atraente e de boa aparência, e, depois de certo tempo, a mulher do seu senhor começou a cobiçá-lo e o convidou: “Venha, deite-se comigo!” Mas ele se recusou e lhe disse: “Meu senhor não se preocupa com coisa alguma de sua casa, e tudo o que tem deixou aos meus cuidados. Ninguém desta casa está acima de mim. Ele nada me negou, a não ser a senhora, porque é a mulher dele. Como poderia eu, então, cometer algo tão perverso e pecar contra Deus?” Assim, embora ela insistisse com José dia após dia, ele se recusava a deitar-se com ela e evitava ficar perto dela. Um dia ele entrou na casa para fazer suas tarefas, e nenhum dos empregados ali se encontrava. Ela o agarrou pelo manto e voltou a convidá-lo: “Vamos, deite-se comigo!” Mas ele fugiu da casa, deixando o manto na mão dela. Quando ela viu que, ao fugir, ele tinha deixado o manto em sua mão, chamou os empregados e lhes disse: “Vejam, este hebreu nos foi trazido para nos insultar! Ele entrou aqui e tentou abusar de mim, mas eu gritei. Quando me ouviu gritar por socorro, largou seu manto ao meu lado e fugiu da casa”.

Ela conservou o manto consigo até que o senhor de José chegasse à casa. Então repetiu-lhe a história: “Aquele escravo hebreu que você nos trouxe aproximou-se de mim para me insultar. Mas, quando gritei por socorro, ele largou seu manto ao meu lado e fugiu”. Quando o seu senhor ouviu o que a sua mulher lhe disse: “Foi assim que o seu escravo me tratou”, ficou indignado. Mandou buscar José e lançou-o na prisão em que eram postos os prisioneiros do rei.

José ficou na prisão, mas o SENHOR estava com ele e o tratou com bondade, concedendo-lhe a simpatia do carcereiro. Por isso o carcereiro encarregou José de todos os que estavam na prisão, e ele se tornou responsável por tudo o que lá sucedia. O carcereiro não se preocupava com nada do que estava a cargo de José, porque o SENHOR estava com José e lhe concedia bom êxito em tudo o que realizava.

Algum tempo depois, o copeiro e o padeiro do rei do Egito fizeram uma ofensa ao seu senhor, o rei do Egito. O faraó irou-se com os dois oficiais, o chefe dos copeiros e o chefe dos padeiros, e mandou prendê-los na casa do capitão da guarda, na prisão em que José estava. O capitão da guarda os deixou aos cuidados de José, que os servia.

Depois de certo tempo, o copeiro e o padeiro do rei do Egito, que estavam na prisão, sonharam. Cada um teve um sonho, ambos na mesma noite, e cada sonho tinha a sua própria interpretação. Quando José foi vê-los na manhã seguinte, notou que estavam abatidos. Por isso perguntou aos oficiais do faraó, que também estavam presos na casa do seu senhor: “Por que hoje vocês estão com o semblante triste?” Eles responderam: “Tivemos sonhos, mas não há quem os interprete”. Disse-lhes José: “Não são de Deus as interpretações? Contem-me os sonhos”. Então o chefe dos copeiros contou o seu sonho a José: “Em meu sonho vi diante de mim uma videira, com três ramos. Ela brotou, floresceu e deu uvas que amadureciam em cachos. A taça do faraó estava em minha mão. Peguei as uvas, e as espremi na taça do faraó, e a entreguei em sua mão”.

Disse-lhe José: “Esta é a interpretação: os três ramos são três dias. Dentro de três dias o faraó vai exaltá-lo e restaurá-lo à sua posição, e você servirá a taça na mão dele, como costumava fazer quando era seu copeiro. Quando tudo estiver indo bem com você, lembre-se de mim e seja bondoso comigo; fale de mim ao faraó e tire-me desta prisão, pois fui trazido à força da terra dos hebreus, e também aqui nada fiz para ser jogado neste calabouço”.

Ouvindo o chefe dos padeiros essa interpretação favorável, disse a José: “Eu também tive um sonho: sobre a minha cabeça havia três cestas de pão branco. Na cesta de cima havia todo tipo de pães e doces que o faraó aprecia, mas as aves vinham comer da cesta que eu trazia na cabeça”.

E disse José: “Esta é a interpretação: as três cestas são três dias. Dentro de três dias o faraó vai decapitá-lo e pendurá-lo numa árvore. E as aves comerão a sua carne”. Três dias depois era o aniversário do faraó, e ele ofereceu um banquete a todos os seus conselheiros. Na presença deles reapresentou o chefe dos copeiros e o chefe dos padeiros; restaurou à sua posição o chefe dos copeiros, de modo que ele voltou a ser aquele que servia a taça do faraó, mas ao chefe dos padeiros mandou enforcar, como José lhes dissera em sua interpretação. O chefe dos copeiros, porém, não se lembrou de José; ao contrário, esqueceu-se dele.

Ao final de dois anos, o faraó teve um sonho. Ele estava em pé junto ao rio Nilo, quando saíram do rio sete vacas belas e gordas, que começaram a pastar entre os juncos. Depois saíram do rio mais sete vacas, feias e magras, que foram para junto das outras, à beira do Nilo. Então as vacas feias e magras comeram as sete vacas belas e gordas. Nisso o faraó acordou. Tornou a adormecer e teve outro sonho. Sete espigas de trigo, graúdas e boas, cresciam no mesmo pé. Depois brotaram outras sete espigas, mirradas e ressequidas pelo vento leste. As espigas mirradas engoliram as sete espigas graúdas e cheias. Então o faraó acordou; era um sonho.

Pela manhã, perturbado, mandou chamar todos os magos e sábios do Egito e lhes contou os sonhos, mas ninguém foi capaz de interpretá-los. Então o chefe dos copeiros disse ao faraó: “Hoje me lembro de minhas faltas. Certa vez o faraó ficou irado com os seus dois servos e mandou prender-me junto com o chefe dos padeiros, na casa do capitão da guarda. Certa noite cada um de nós teve um sonho, e cada sonho tinha uma interpretação. Pois bem, havia lá conosco um jovem hebreu, servo do capitão da guarda. Contamos a ele os nossos sonhos, e ele os interpretou, dando a cada um de nós a interpretação do seu próprio sonho. E tudo aconteceu conforme ele nos dissera: eu fui restaurado à minha posição e o outro foi enforcado”.

O faraó mandou chamar José, que foi trazido depressa do calabouço. Depois de se barbear e trocar de roupa, apresentou-se ao faraó. O faraó disse a José: “Tive um sonho que ninguém consegue interpretar. Mas ouvi falar que você, ao ouvir um sonho, é capaz de interpretá-lo”. Respondeu-lhe José: “Isso não depende de mim, mas Deus dará ao faraó uma resposta favorável”. Então o faraó contou o sonho a José: “Sonhei que estava em pé, à beira do Nilo, quando saíram do rio sete vacas, belas e gordas, que começaram a pastar entre os juncos. Depois saíram outras sete, raquíticas, muito feias e magras. Nunca vi vacas tão feias em toda a terra do Egito. As vacas magras e feias comeram as sete vacas gordas que tinham aparecido primeiro. Mesmo depois de havê- las comido, não parecia que o tivessem feito, pois continuavam tão magras como antes. Então acordei. “Depois tive outro sonho. Vi sete espigas de cereal, cheias e boas, que cresciam num mesmo pé. Depois delas, brotaram outras sete, murchas e mirradas, ressequidas pelo vento leste. As espigas magras engoliram as sete espigas boas. Contei isso aos magos, mas ninguém foi capaz de explicá-lo”.

“O faraó teve um único sonho”, disse-lhe José. “Deus revelou ao faraó o que ele está para fazer. As sete vacas boas são sete anos, e as sete espigas boas são também sete anos; trata-se de um único sonho. As sete vacas magras e feias que surgiram depois das outras, e as sete espigas mirradas, queimadas pelo vento leste, são sete anos. Serão sete anos de fome. “É exatamente como eu disse ao faraó: Deus mostrou ao faraó aquilo que ele vai fazer. Sete anos de muita fartura estão para vir sobre toda a terra do Egito, mas depois virão sete anos de fome. Então todo o tempo de fartura será esquecido, pois a fome arruinará a terra. A fome que virá depois será tão rigorosa que o tempo de fartura não será mais lembrado na terra. O sonho veio ao faraó duas vezes porque a questão já foi decidida por Deus, que se apressa em realizá-la. “Procure agora o faraó um homem criterioso e sábio e coloque-o no comando da terra do Egito. O faraó também deve estabelecer supervisores para recolher um quinto da colheita do Egito durante os sete anos de fartura. Eles deverão recolher o que puderem nos anos bons que virão e fazer estoques de trigo que, sob o controle do faraó, serão armazenados nas cidades. Esse estoque servirá de reserva para os sete anos de fome que virão sobre o Egito, para que a terra não seja arrasada pela fome.”

O plano pareceu bom ao faraó e a todos os seus conselheiros. Por isso o faraó lhes perguntou: “Será que vamos achar alguém como este homem, em quem está o espírito divino?” Disse, pois, o faraó a José: “Uma vez que Deus lhe revelou todas essas coisas, não há ninguém tão criterioso e sábio como você. Você terá o comando de meu palácio, e todo o meu povo se sujeitará às suas ordens. Somente em relação ao trono serei maior que você”. E o faraó prosseguiu: “Entrego a você agora o comando de toda a terra do Egito”. Em seguida o faraó tirou do dedo o seu anel-selo e o colocou no dedo de José. Mandou-o vestir linho fino e colocou uma corrente de ouro em seu pescoço. Também o fez subir em sua segunda carruagem real, e à frente os arautos iam gritando: “Abram caminho!”

Assim José foi colocado no comando de toda a terra do Egito. Disse ainda o faraó a José: “Eu sou o faraó, mas sem a sua palavra ninguém poderá levantar a mão nem o pé em todo o Egito”. O faraó deu a José o nome de Zafenate-Panéia e lhe deu por mulher Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om. Depois José foi inspecionar toda a terra do Egito.

José tinha trinta anos de idade quando começou a servir ao faraó, rei do Egito. Ele se ausentou da presença do faraó e foi percorrer todo o Egito. Durante os sete anos de fartura a terra teve grande produção. José recolheu todo o excedente dos sete anos de fartura no Egito e o armazenou nas cidades. Em cada cidade ele armazenava o trigo colhido nas lavouras das redondezas. Assim José estocou muito trigo, como a areia do mar. Tal era a quantidade que ele parou de anotar, porque ia além de toda medida. Antes dos anos de fome, Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om, deu a José dois filhos. Ao primeiro, José deu o nome de Manassés, dizendo: “Deus me fez esquecer todo o meu sofrimento e toda a casa de meu pai”. Ao segundo filho chamou Efraim, dizendo: “Deus me fez prosperar na terra onde tenho sofrido”. Assim chegaram ao fim os sete anos de fartura no Egito, e começaram os sete anos de fome, como José tinha predito. Houve fome em todas as terras, mas em todo o Egito havia alimento. Quando todo o Egito começou a sofrer com a fome, o povo clamou ao faraó por comida, e este respondeu a todos os egípcios: “Dirijam-se a José e façam o que ele disser”.

Quando a fome já se havia espalhado por toda a terra, José mandou abrir os locais de armazenamento e começou a vender trigo aos egípcios, pois a fome se agravava em todo o Egito. E de toda a terra vinha gente ao Egito para comprar trigo de José, porquanto a fome se agravava em toda parte.

Você leu Gênesis 39, 40 e 41.

A Palavra de Deus não esconde nada. Todas as oscilações do dia-a-dia.

Se você está passando por alguma dificuldade, não se esqueça que isso faz parte do plano global que Deus preparou.

Ele não está brincando com você, não! Mas, existem situações que você deverá viver, faz parte do seu crescimento espiritual. Por isso, volte para sua igreja. Converse com seu pastor. A igreja, irá ajudá-lo a superar todas as suas dificuldades, e está lhe esperando para uma plena comunhão. Não busque, com crítica ou como o “pé a trás” (resistências). Busque com muito amor. É a família da Fé que Deus estabeleceu.

Confie, Deus fará tudo para você ser feliz!

um grande abraço

Pastor Derville