Publicado em Bill Hybels, Sermões e Esboços

Deus Está Pronto


o_pulpito_de_bill_hybelsPor Bill Hybels

•  Deus está ocupado mantendo a ordem do cosmos e não tem interesse em ouvir meus pequenos problemas.

• Deus vai me achar egoísta se eu orar pelas minhas necessida­des. Se eu o amasse de verdade, me colocaria em último lugar.

•  Sei que “…também os milhares de cabeças de gado espalha­dos nas montanhas” (Salmo 50.10 BLH) pertencem a Deus, mas isto é apenas figura de linguagem. Ele não tem obrigação de cuidar de mim e não vou pedir-lhe que o faça.

•  Você, alguma vez, já fez uma afirmação assim? Caso já o tenha feito, não foi o único, contudo você está muito engana­do. Todas estas afirmações são baseadas em uma mentira que vem direto do inferno: – Deus não liga para seus filhos.

Jesus contou uma parábola aos seus discípulos para ajudá-los a entender como Deus se sente em relação às nossas ora­ções. Infelizmente muitas pessoas a interpretam mal. Na ver­dade, alguns cristãos crêem que ela significa o oposto do que Jesus pretendia dizer.

A parábola encontra-se registrada em Lucas 18. 2-5. Havia em certa cidade um juiz que não temia a Deus, nem respeitava homem algum. Havia também, naquela mesma cidade, uma viúva que vinha ter com ele, dizendo: “Julga a minha causa contra o meu adversário.” Ele, por algum tem­po, não a quis atender; mas, depois, disse consigo: “Bem que eu não temo a Deus, nem respeito a homem algum; todavia, como esta viúva me importuna, julgarei a sua cau­sa, para não suceder que, por fim, venha a molestar-me.”

A viúva desesperada

A personagem principal da parábola é a viúva. Por certo, não é fácil a situação de uma viúva. No entanto, em nossos dias, a viuvez não é tão desesperadora como costumava ser há dois mil anos, no Oriente Médio. Em nossa cultura, as viúvas podem ser ricas, exercer cargos importantes e, embora muitas tenham que enfrentar graves problemas financeiros, têm permissão para tra­balhar, frequentar escolas e possuir propriedades.

Quando Jesus contou esta parábola, a situação era muito di­ferente. Em geral a viúva não possuía trabalho, dinheiro, pro­priedade, poder, posição ou instrução. Se tivesse um filho, pai ou cunhado que olhasse por ela, conseguiria sobreviver. Caso contrário, tornar-se-ia uma mendiga, uma indigente do primei­ro século, uma pária social.

Na parábola de Jesus, a viúva possuía um inimigo. Um indi­víduo malvado a vinha perseguindo. Talvez esta pessoa a inti­midasse fisicamente, não quisesse pagar ou tivesse roubado dinheiro que seria usado para sustentá-la.

De qualquer forma, o inimigo estava vencendo e ela, perden­do. A viúva não tinha como proteger-se, não possuía parentes para ajudá-la naquela situação difícil, nenhum agente social do governo ia em seu auxílio. Havia apenas um modo dela se li­vrar do iníquo: ir ao juiz e pleitear sua causa, aguardando pela misericórdia dele. Foi o que ela decidiu fazer.

O juiz injusto

Aqui surge o segundo personagem: o juiz. Jesus o descreve com clareza em duas frases apenas: ele não temia a Deus e não respeitava as outras pessoas.

Sem o temor de Deus, aquele juiz não possuía senso de res­ponsabilidade. Ele não respeitava a Palavra de Deus, sua sabe­doria nem sua justiça. Não se preocupava com o dia em que haveria de prestar contas de seus atos, no futuro. Assim, ele fazia sua própria justiça, decretando o que lhe aprouvesse. Como um canhão solto no convés, ele atirava para qualquer lado.

Sem respeito pelas demais pessoas, este juiz não ligava para os efeitos de suas decisões na vida daqueles que buscavam justiça no tribunal. Como não se importava com as pessoas, sentia-se livre para usar e abusar delas. Ele não as via como irmãos e irmãs, mas como problemas, interrupções, dores de cabeça e controvérsias.

Este juiz era o último recurso da viúva.

Diante de tal situação, dá até vontade de dizer-lhe: “Não per­ca tempo indo ao tribunal. É bem provável que o juiz esteja mancomunado com seu inimigo. Ele vai rir na sua cara e expulsá-la de lá.”

Foi exatamente isto que o juiz fez, mas a parábola não termi­na com o encerramento do caso.

Justiça pelo muito importunar

Magoada e abalada por causa da atitude do juiz, a viúva usou de bom senso para refletir sobre a situação mais uma vez. Com implacável determinação disse a si mesma: “Não tenho outra opção. O juiz é minha única esperança. Preciso conseguir que ele me proteja.”

Mas como? Nenhuma instância superior ouviria sua causa. Sem um centavo, ela nem poderia suborná-lo. “Já sei o que fazer”, disse para si mesma. “Vou importuná-lo. Toda vez que ele se virar, vai dar de cara comigo. Vou segui-lo em casa, no trabalho, na pista de corrida. Vou grudar nele até que me ofere­ça proteção, me ponha na cadeia ou me mate.”

Assim ela fez, e funcionou! Importunou o juiz até o dia em que ele levantou a janela da sua sala de trabalho e gritou: “Não aguento mais! Que alguém resolva o problema desta viúva. Não me importa o que seja necessário. Resolvam. Ela está me deixando louco.”

O final feliz desta história é que o juiz desonesto e negligente acabou por conceder à viúva proteção contra seu inimigo. Esta decisão não foi tomada pela bondade de seu coração, mas pela extraordinária capacidade da viúva em importuná-lo.

Uma interpretação totalmente errada

Lucas afirma que Jesus contou esta história para mostrar aos discípulos “o dever de orar sempre e nunca esmorecer” (Lucas 18.1). Muitos leitores, chegando a esta altura do relato, come­tem um grave erro ao interpretá-lo. Tomando-o como uma ale­goria, encaram-no assim:

Nós, seres humanos, somos como a viúva. Empobrecidos, im­potentes, sem parentes, sem posição social, somos incapazes de resolver nossos problemas sozinhos e não temos a quem recorrer.

Deus, então, deve ser como o juiz, continuam os leitores mal orientados. Ele não está realmente interessado em nossa situa­ção. Afinal de contas, tem o universo para gerenciar, os anjos para manter em harmonia, as harpas para afinar. O melhor é não incomodá-lo, a menos que seja muito importante.

Em caso de desespero, no entanto, podemos agir como a viú­va: passar a importuná-lo.

Bater na porta do céu. Permanecer horas de joelhos. Pedir aos amigos que também o importunem. Talvez mais cedo ou mais tarde o vençamos pela persistência e arranquemos uma bênção de sua mão bem fechada. Por fim ele até grite: “Não aguento mais. Que alguém resolva este problema!”

Esta interpretação lhe parece correta? Espero que não. Quantas vezes, no entanto, converso com pessoas que pensam que Deus é parecido com aquele juiz! Elas estão absolutamente convencidas de que o maior desafio associado à oração é encontrar a chave perdida que, de alguma forma, abrirá o cofre de bênçãos que Deus, por algum motivo, prefere manter fechado.

Estou cansado de ler títulos de livros que prometem divulgar o segredo para vencer a relutância de Deus, revelar o meio pou­co conhecido de importuná-lo até chegar à presença dele. Por favor, não pensem em Deus desta maneira! Jesus não preten­dia, com esta história, dar a entender que Deus se parece com o juiz insensível.

Nosso Deus compassivo

Qual é, então, o significado da história? Jesus mesmo a inter­pretou, assim que acabou de contá-la. Vocês ouviram como o juiz iníquo reagiu. Vejam, agora, como Deus age.

“Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los? Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça” (vv.7-8).

De acordo com Jesus, esta história não é uma alegoria, em que os componentes do relato simbolizam verdades em parale­lo. Ao contrário, trata-se de uma parábola, uma história curta com uma certa complexidade para forçar os ouvintes a refletir. Esta parábola em particular é uma consideração entre adversá­rios. Observe os contrastes.

Primeiro, não somos como a viúva. Na verdade, somos com­pletamente diferentes dela. Ela era pobre, incapaz, esquecida e abandonada. Não possuía nenhuma espécie de relacionamento com o juiz. Para ele, a viúva era apenas um item a mais na lista de afazeres diários. Nós, porém, não somos abandonados. Somos filhos e filhas adotivos de Deus, irmãos e irmãs de Je­sus. Pertencemos à família de Deus e somos importantes para Ele. Portanto, não entre na ponta dos pés na presença de Deus, tentando descobrir o segredo para atrair-lhe a atenção. Diga, apenas: “olá, Pai”. Saiba que Ele gosta muito de ouvir sua voz.

Em segundo lugar, nosso amado Pai celestial não se parece em nada com o juiz da história de Jesus! Ele era iníquo, deso­nesto, injusto, desrespeitoso, negligente e preocupado com as­suntos particulares. Em contraste, nosso Deus é justo e reto, santo e terno, sensível e compassivo.

O salmista diz: “Oh! Provai e vede que o SENHOR é bom…” (Salmos 34.8). Não pense que você precisa inventar um jeito de arrancar bênçãos dele, um meio de iludi-lo para que desista de guardá-las para si mesmo. A Palavra de Deus ensina que Ele tem prazer em derramar bênçãos sobre seus filhos. É a nature­za dele, o que Ele é: um Deus amoroso, que abençoa, que dá, que anima, sustenta e capacita.

Bênçãos abundantes

Uma das experiências teológicas mais interessantes que já tive ocorreu quando comprei uma bicicleta BMX para o meu filho. Ele achou que eu estava entusiasmado… e estava mesmo! No entanto, depois de observá-lo andar para cima e para baixo naquele primeiro dia, entrei em casa com lágrimas nos olhos e disse para minha esposa Lynne: “Se a bicicleta tivesse custado quinhentos dólares, valeria cada centavo. Nunca me senti tão alegre ao presentear uma pessoa.”

Fiquei arrepiado ao vê-lo andar na bicicleta com os olhos brilhando de animação. Na mesma hora comecei a fazer pla­nos para, um dia, comprar-lhe uma Harley e um carro!

No decorrer do tempo tenho ouvido pais se queixarem: “Meus filhos estão para entrar na faculdade e preciso arrumar dinhei­ro de qualquer jeito.”

Talvez eles estejam brincando quando se mostram tão abor­recidos. Pessoalmente, tem sido uma grande alegria ajudar meus filhos a obterem uma educação universitária. Os sacrifícios que Lynne e eu temos feito não se comparam com o amadureci­mento e desenvolvimento que notamos na vida de nossos fi­lhos.

Eu não li livros para aprender a ter estes sentimentos. Eles simplesmente brotaram. Eu gosto demais de presentear meus filhos. Estou começando a entender que Deus se alegra em con­ceder recursos e poder para seus filhos.

A Bíblia ensina que servimos a um Deus que está buscando oportunidades para derramar suas bênçãos sobre nós. É como se Ele estivesse dizendo: “De que valem meus recursos se não tenho com quem compartilhá-los? Dêem-me apenas um pouco de cooperação e derramarei minhas bênçãos sobre vocês.”

Este assunto aparece muitas vezes na Bíblia.

Em Levítico 26.3-6 lemos:

Se andardes nos meus estatutos, guardardes os meus man­damentos e os cumprirdes, então, eu vos darei as vossas chuvas a seu tempo; e a terra dará a sua messe, e a árvore do campo, o seu fruto. A debulha se estenderá até à vindi­ma, e a vindima, até à sementeira; comereis o vosso pão a fartar e habitareis seguros na vossa terra. Estabelecerei paz na terra; deitar-vos-eis, e não haverá quem vos espante; fa­rei cessar os animais nocivos da terra, e pela vossa terra não passará espada.

Deuteronômio 28.2-6 e 12 diz: Se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, virão sobre ti e te alcançarão todas estas bênçãos: Bendito serás tu na cidade e bendito serás no campo. Bendito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais, e as crias das tuas vacas e das tuas ovelhas. Bendito o teu cesto e a tua amassadeira. Bendito serás ao entrares e bendito, ao saíres. O SENHOR te abrirá o seu bom tesouro, o céu, para dar chuva à tua terra no seu tempo e para abençoar toda obra das tuas mãos; emprestarás a muitas gentes, porém tu não tomarás emprestado.

As palavras do profeta Natã ao rei Davi, logo depois de este haver confessado o adultério com Bate-Seba, são muito tocan­tes:

Então, disse Natã a Davi: Tu és o homem. Assim diz o SE­NHOR, Deus de Israel: Eu te ungi rei sobre Israel e eu te livrei das mãos de Saul; dei-te a casa de teu senhor e as mulheres de teu senhor em teus braços e também te dei a casa de Israel e de Judá; e, se isto fora pouco, eu teria acres­centado tais e tais cousas. Por que, pois, desprezaste a pala­vra do SENHOR, fazendo o que era mal perante ele? A Urias, o heteu, feriste à espada; e a sua mulher tomaste por mu­lher, depois de o matar com a espada dos filhos de Amom (2 Samuel 12.7-9).

Em outras palavras, “Davi, eu ia derramar favores, bênçãos, recursos e poder em sua vida. Por que você estragou tudo”?

Uma rica herança

Um tópico que vemos em todo o Antigo Testamento é que Deus está pronto e deseja compartilhar seus recursos com seu povo.

No Novo Testamento este conceito é ampliado e tornado ainda mais precioso. Ali aprendemos que fomos adotados como fi­lhos e filhas de Deus e nos tornamos herdeiros, junto com Je­sus Cristo, de seu glorioso reino.

Jesus nos ensinou a chamar Deus de Pai, na verdade, papai. A oração mais repetida na Igreja Cristã começa assim: “Pai nosso…” Em amor, Deus “nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo…” (Efésios 1.5).

“De sorte que já não és escravo, porém filho; e, sendo filho, tam­bém herdeiro por Deus” (Gálatas 4.7).

Em Romanos 8.16-17, Paulo escreveu: “O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo; se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados”.

Que promessa fantástica! Deus nos cobrirá de bênçãos por­que nos adotou como filhos e filhas! Como filhos e herdeiros legais, somos donos do mundo e do universo! Devemos ter medo de falar de nossas necessidades ao nosso Pai?

Pais generosos

Eu tinha acesso a qualquer coisa que meu pai possuía, desde que fosse capaz de manuseá-la de maneira adequada. Um de seus bens mais preciosos era um barco a vela de 15 metros. Quando eu estava na oitava série, meu pai costumava dizer: “Por que você não convida um de seus amigos e vão de carona até South Haven passear de barco?”

Quando meu irmão e eu tiramos carteira de motorista, ele também era generoso com o carro. Quando comprava um auto­móvel novo, a primeira coisa que ele fazia ao chegar em casa era nos dar a chave e dizer: “Vão experimentá-lo. Se quiserem sair com a namorada, está às ordens.”

A maioria dos pais tem prazer em ser generoso com os filhos. Jesus entendeu este prazer e foi por isto que usou os pais para explicar a generosidade de Deus:

Ou qual dentre vós é o homem que, se porventura o filho lhe pedir pão, lhe dará pedra? Ou, se lhe pedir um peixe, lhe dará uma cobra? Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas cousas aos que lhe pedirem? (Mateus 7.9-11).

Você consegue visualizar o quadro? O filho esteve fora, no cam­po, trabalhando o dia todo. Ao chegar em casa, encontra-se faminto. A família está à mesa e são servidas travessas de co­mida fumegante e saborosa. Dá para imaginar que um pai jo­gue uma pedra para o rapaz e diga: “Vá mastigando isto.”

Ou, pior ainda, um pai que jogue uma cobra enfurecida para o filho? Nenhum pai terreno é perfeito. Somos todos mancha­dos pelo pecado. Ainda assim, reconhecemos que tal atitude seria uma crueldade. Bons pais desejam dar coisas boas aos filhos. O mesmo deseja nosso Pai celestial.

O prazer de nosso Pai

Por algum motivo, no entanto, a maioria de nós tem dificulda­de em aceitar os presentes que Deus nos oferece. No passado, quando Deus me abençoava com uma porção especial do seu Espírito, com um bem material que eu vinha desejando ou com uma amizade calorosa, eu me lembro que costumava pensar: Deus deve ter se enganado. Por que faria isto para mim?

Na verdade, eu me sentia culpado pela minha sorte, como se tivesse adquirido algo que Deus não queria que eu obtivesse.

Estou aprendendo a dar um pouco de crédito a Deus. Se pais imperfeitos gostam de conceder bênçãos aos filhos, imagine como nosso Pai perfeito que está no céu deve se agradar em dar boas dádivas a nós, seus filhos amados.

Leia de novo as afirmações do início deste capítulo, afirma­ções que todos nós fazemos uma vez ou outra. Reflita sobre como elas pareceriam grosseiras se representassem as atitudes de um pai humano.

• Estou ocupado no escritório. Não quero saber se você perdeu a bicicleta ou se seu professor é injusto.

• Não me aborreça com suas necessidades pessoais. Quero cui­dar de todo mundo, menos de você. Se me amar de verdade, você vai sobreviver com pão e água.

•  Claro, sou rico, mas não é por isto que devo lhe dar alguma coisa. Saia daqui.

Bons pais não falam assim. Bons pais são como o meu pai. Ele era um homem muito ocupado, que viajava pelo mundo. Quando se encontrava no escritório, para se chegar a ele, era difícil passar pela telefonista e pelas secretárias. Por este moti­vo ele deu a alguns parceiros de negócios, à esposa e aos filhos, seu número de telefone particular. Sabíamos que, por mais ocu­pado que estivesse, poderíamos telefonar a qualquer hora que ele nos atenderia.

Eu também tenho um telefone particular em minha mesa. Dei o número a alguns colegas, para casos de emergência, à minha esposa e aos meus filhos. Disse aos meus filhos que podem telefonar a qualquer hora, por qualquer motivo. Acredi­tem, voz alguma é mais doce para mim do que a deles. Quando ouço oi, pai – pouco importa o que eu esteja fazendo, posso interromper. Meus filhos são minha primeira prioridade.

Tome os sentimentos de um pai por seus filhos e multiplique-os exponencialmente. Você vai saber como seu Pai celestial se sente a seu respeito. Para Deus, voz alguma soa mais doce do que a sua. Nada no cosmos iria impedi-lo de dedicar a mais completa atenção aos seus pedidos.

Você está hesitando em torná-los conhecidos diante de Deus por algum motivo?

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Autor:

Pastor Titular da Igreja Caminhar em Cristo em Curitiba/PR - Brasil

Um comentário em “Deus Está Pronto

  1. Nem tinha terminado de ler esse esboço e ja estava em prantos de lagrimas por ver como estamos muita das vezes sofrendo por que queremos pois temos um pai que daria tudo paraouvir da gente aquilo que queremos,
    cheguei a uma conclusão de que DEUS ja esta cansado de ter que tomar decisões sobre oque dar-nos

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