Publicado em Bill Hybels, Sermões e Esboços

Deus É Poderoso


o_pulpito_de_bill_hybelsPor Bill Hybels

Se você pudesse pedir a Deus um milagre, sabendo que Ele iria atendê-lo, pediria

•  que Ele restaurasse seu casamento?

• mudasse alguma coisa em seu trabalho?

• trouxesse para casa uma filha ou filho transviado?

•  curasse seu corpo?

•  consertasse suas finanças?

• levasse um amado a Cristo?

Qualquer que seja o pedido, você o tem apresentado a Deus em oração, com regularidade e diligência, a cada dia, confiando que ele vai intervir na situação? Caso contrário, por que não?

Deus é capaz de resolver?

A maioria de nós tem que admitir que não oramos com frequência a respeito de nossas necessidades mais profundas. Somos covardes. Começamos a orar, mas logo nossas mentes começam a divagar e descobrimos que estamos usando frases vazias. As palavras soam vãs e ocas e nos sentimos hipócritas. Acabamos por desistir. Parece mais fácil conviver com situações difíceis do que continuar a orar sem resultado.

Buscamos a Deus porque sabemos que seus braços amorosos estão estendidos para nós. No entanto, logo recuamos e tentamos enfrentar as dificuldades em nossa própria força porque, em um nível básico e talvez inconsciente, duvidamos que Ele se importe com os problemas que estamos vivendo.

Faz bem e é bom crer que Deus nos ama e deseja nos ajudar. Porém, permanece a indagação: Ele é capaz de fazer isto? Desde que Ele não seja, nem toda a boa vontade no céu e na terra faria a menor diferença.

Nosso país vem se afogando, há anos, em um mar de tinta vermelha. O déficit público nos persegue há trinta anos. A distância entre ricos e pobres tem aumentado. Altos executivos recebem salários principescos, enquanto o desemprego em massa se multiplica, os sem preparo técnico não conseguem encontrar empregos com salários decentes e a ajuda governamental é incapaz de fazer frente à pobreza urbana. A despeito da difícil situação política e econômica, ninguém jamais pediu-me que fizesse algo a respeito – e por uma boa razão. Eu não tenho capacidade de efetuar uma mudança na política nacional que venha a solucionar nossa desgraça econômica. Seria pura perda de tempo pedir que eu ao menos tentasse. Por este motivo ninguém o faz, embora os problemas sejam sérios e crescentes.

Muitas regiões da Terra são constantemente dilaceradas pelas guerras e lutas civis: Oriente Médio, Bálcãs, Irlanda do Norte, Sudeste Asiático, África, Coréia. Corrupção governamental, desrespeito aos direitos humanos e prontidão para usar a força quando o discurso fracassa, contribuem para uma grande perda de vidas humanas a cada ano. Ninguém jamais me pediu para fazer alguma coisa a respeito desta situação tão deplorável. Porquê? Porque é óbvio que eu não tenho poder para trazer paz à Terra, embora ela seja muito necessária.

Crendo no coração

Muitos de nós temos necessidades particulares prementes e problemas sérios que destroçam nossas vidas, no entanto não pedimos auxílio a Deus porque, sob nossa camada superficial de fé e confiança, não cremos que Deus tenha o poder de fazer algo a respeito.

É claro que Deus é capaz de tratar de qualquer problema que levemos a Ele. Criar planetas para Ele não é nada. Nem ressuscitar mortos. Coisa alguma é difícil demais para Deus resolver – porém Ele está aguardando que nós reconheçamos seu poder e peçamos sua ajuda.

Eu costumava arrumar desculpas para minha tímida vida de oração. Não tenho bons modelos de perseverança em oração, disse a mim mesmo. Minhas responsabilidades são imensas e meu tempo é escasso para orar de maneira adequada. Deus, porém, me convenceu de que eu não estava sendo honesto comigo. O motivo pelo qual minhas orações eram fracas, era minha débil fé.

Em minha mente eu sempre havia acreditado na onipotência de Deus. Escrevi e preguei sobre este assunto. Muitas vezes, no entanto, esta crença não se encontrava registrada onde é realmente importante – em meu coração. Quando meu coração não está convencido, não oro a respeito de situações difíceis, nem peço a Deus para suprir necessidades urgentes. Bem no íntimo, não acredito que Ele possa resolver meus problemas.

Durante minhas férias de verão passei horas lendo, planejando e orando em uma pequena sala com vista para o porto de South Haven, Michigan. Certa manhã, observando as ondas lambendo a praia, descobri qual era a dificuldade em minha vida de oração. Eu não cria, em meu coração, que Deus pudesse fazer alguma coisa em relação a toda confusão ao meu redor. Confessar esta dificuldade diante de Deus foi muito embaraçoso mas, também, purificador.

Decidi que eu não queria continuar como me encontrava, descrendo da onipotência de Deus em todas as circunstâncias práticas da vida. Assim, iniciei um ataque em minha falta de convicção. Abri a Bíblia e localizei quase todos os textos que enfatizavam a capacidade de Deus de realizar qualquer coisa que Ele desejasse.

O poder de Deus sobre a natureza

Estudei primeiro as passagens que demonstram o poder de Deus sobre a natureza.

Quando Deus achou que determinados mares ou rios deviam se abrir, Ele os abriu. (Êxodo 14; Josué 3). Quando seu povo se encontrava faminto, Ele deixou cair alimento do céu ou multiplicou pães e peixes (Êxodo 16; João 6.1-13). Quando uma tempestade colocou em risco a vida dos discípulos, Ele a acalmou (Marcos 4.35-41). Quando o exército de Israel precisou de mais tempo para consolidar suas vitórias, Ele prolongou as horas do dia (Josué 10.12-14).

Uma história que eu gosto muito é a que fala da frustração de Moisés quando o povo estava sedento (Êxodo 17:1-7). Ele apresentou ao Senhor a necessidade de água e Deus disse: “Vês esta rocha?”

Imagino Moisés respondendo: “Sim, mas o que isto tem a ver com água? Se precisamos de água, temos que olhar para o solo.”

Replicou Deus: “Eu não quero que o povo pense que achou um poço artesiano. Quero que você saiba que eu tenho poder sobre a natureza. Vou lhe dar água daquela rocha seca.”

E assim foi.

Eu li e reli todos os relatos a respeito do poder de Deus sobre a natureza, até ficar convencido de que eles realmente ocorreram na História.

O poder de Deus sobre as circunstâncias

Em seguida estudei os textos que mostram o poder de Deus para transformar circunstâncias impossíveis.

Quando o Espírito Santo desceu sobre os cristãos no primeiro Pentecostes, muitos saíram pregando que Cristo havia ressuscitado dos mortos e é o Salvador do mundo. Como resultado, milhares de pessoas se converteram ao novo movimento cristão. Este fato deixou nervosos os dirigentes romanos e os tradicionais líderes judeus. Ameaçados pela resposta entusiástica das multidões aos pregadores cristãos, temiam perder a autoridade sobre elas.

Assim, tanto os líderes romanos quanto os judeus reagiram contra o movimento. Primeiro, prenderam vários cristãos proeminentes e os censuraram publicamente. Não adiantou nada. Os cristãos diziam que não podiam deixar de falar sobre o que haviam visto e ouvido.

Depois, os governantes capturaram, prenderam e torturaram alguns discípulos. O efeito durou pouco. Libertados, eles falaram com mais ousadia a respeito de Cristo.

Por fim, Herodes Agripa, governador de Jerusalém, mandou prender e executar o apóstolo Tiago, irmão de João e pôs-se a planejar, também, a execução de Pedro (Atos 12).

No entanto, seus planos falharam, porque Pedro foi preso no período da Páscoa. Em respeito às tradições judaicas, Herodes não queria que o apóstolo fosse executado naquela semana. Assim, Pedro foi levado para a prisão, onde passaria alguns dias antes de ser decapitado.

Para certificar-se de que os cristãos não libertariam seu líder, Herodes determinou segurança máxima para Pedro. Dezesseis soldados romanos foram designados para guardá-lo. Um deles foi algemado ao seu pulso direito e outro, ao pulso esquerdo. Sentinelas vigiavam a entrada da cela.

Os seguidores do apóstolo não se reuniram para planejar uma invasão na prisão. Sabiam que qualquer tática humana seria inútil. Puseram-se a orar. Pedro, no entanto, permanecia na cadeia e a data do julgamento se aproximava.

Atônitos com a resposta

Na noite anterior ao julgamento e execução, os cristãos se reuniram na casa de Maria, mãe de João Marcos, para uma vigília de oração. Pedro, confiante em Cristo para a vida ou para a morte, dormiu entre seus captores.

Eis, porém, que sobreveio um anjo do Senhor, e uma luz iluminou a prisão; e, tocando ele o lado de Pedro, o despertou, dizendo: “Levanta-te depressa!” Então as cadeias caíram-lhe das mãos. Disse-lhe o anjo: “Cinge-te e calça as sandálias.” E ele assim o fez. Disse-lhe mais: “Põe a capa e segue-me.” Então, saindo, o seguia, não sabendo que era real o que se fazia por meio do anjo; parecia-lhe, antes, uma visão. Depois de terem passado a primeira e a segunda sentinela, chegaram ao portão de ferro que dava para a cidade, o qual se lhes abriu automaticamente; e, saindo, enveredaram por uma rua, e logo adiante o anjo se apartou dele (Atos 12.7-10).

Atônito, Pedro olhou ao redor. Era verdade? Estava livre? Foi mesmo um anjo que abriu as portas da prisão? Quando caiu na realidade, ele foi correndo ao encontro dos irmãos. Uma criada abriu-lhe a porta. Ouvindo a voz dele, voltou correndo, cheia de alegria, para contar aos santos em oração que suas preces haviam sido respondidas.

Eles lhe disseram: Estás louca. Ela, porém, persistia em afirmar que assim era. Então, disseram: É o seu anjo. Entretanto, Pedro continuava batendo; então, eles abriram, viram-no e ficaram atônitos (Atos 12.15-16).

Os primeiros cristãos não eram mais propensos do que os cristãos de hoje a crer que Deus iria mudar milagrosamente as circunstâncias em resposta à oração. No entanto, oraram, e Deus recompensou-lhes a fé imperfeita, não enviando-lhes visões confortadoras, mas mudando a História.

O poder de Deus nos corações

Eu li, também, passagens que revelam o poder de Deus para mudar o coração das pessoas.

Deus teve poder para fazer do tímido Moisés um líder (Êx 3,4), para abrandar o coração cruel de Faraó (Êx 11.1-8), para impedir o desanimado Elias de desistir (1 Rs 19.15), para transformar o fanático perseguidor Saulo no apóstolo viajante (At 9.1-31).

Voltando ao apóstolo Pedro, vemos a tremenda diferença que o poder de Deus fez na vida dele. Na prisão, ele se encontrava tão cheio de fé e de paz que conseguiu dormir profundamente, embora na iminência de ser morto no dia seguinte. Dez ou quinze anos antes, Pedro era um homem diferente.

Quando Jesus foi preso no meio da noite e levado à presença das autoridades civis e religiosas, a maior parte dos discípulos fugiu, aterrorizada. Para mérito de Pedro, ele seguiu o mestre até o pátio do sumo sacerdote. Ali, porém, perdeu a coragem. “Vão matá-lo — ponderou — e depois irão atrás de seus amigos. E melhor eu começar a fingir.” Então, temendo por sua vida, apesar de não haver sido ameaçado, tentou, sem sucesso, mudar o sotaque e convencer os criados de que não possuía nenhuma ligação com Jesus.

Cristo sabia que Pedro iria negá-lo. Sabia também que Pedro, o covarde, pelo poder do poderoso Deus, iria se tornar Pedro, a rocha, o primeiro grande líder da Igreja cristã (Mt 16.18-19).

“Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo! Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; tu, pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos” (Lucas 22.31-32).

Depois da crucificação, Pedro era um homem destruído. Não podia reconstruir as coisas por si mesmo. Só o poder de Deus era capaz de transformá-lo. Foi o que aconteceu, como vemos em todo o livro de Atos.

Enquanto eu estudava o poder de Deus na vida das pessoas, fui convencido, mais uma vez, de que Deus opera, quando quer, na vida de quem Ele deseja transformar. Lembrei a mim mesmo de que estes fatos ocorreram na História, não na mitologia.

O mesmo ontem, hoje e eternamente

Estudei todas estas passagens porque eu não queria simplesmente concordar com a doutrina da onipotência de Deus (eu já concordava); eu queria apropriar-me dela, o que é bem diferente. Minha vontade era poder afirmar que eu não ligava para o que as outras pessoas pensavam, não me importava com a opinião dos eruditos. Eu cria que Deus tem mostrado sua onipotência na História.

Uma coisa, porém, era me apropriar da doutrina da onipotência de Deus na História e outra coisa, bem diferente, era me apropriar da doutrina de sua onipotência hoje, em minha cidade, em relação aos meus problemas e preocupações. Para crer nisto, eu precisava crer que Deus não muda, que Ele é imutável.

A doutrina da imutabilidade de Deus é firmemente fundamentada em textos bíblicos como Malaquias 3.6: “Porque eu, o SENHOR, não mudo; por isso, vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos.” Ou Hebreus 13.8: “Jesus Cristo, ontem e hoje é o mesmo e o será para sempre.” Deus não tem mudado. Não está envelhecendo, e seu poder não está desvanecendo. “Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o SENHOR, o Criador dos fins da terra, nem se cansa, nem se fatiga?…” (Isaías 40.28). Se Ele sempre foi poderoso para controlar a natureza, transformar pessoas e alterar circunstâncias, Ele ainda é poderoso para fazer estas coisas.

Deus é poderoso – a Bíblia repete estas palavras vezes sem conta. Poderoso para salvar três de seus seguidores da fornalha ardente (Daniel 3.17). Poderoso para salvar Daniel da boca dos leões (Daniel 6.20-22). Poderoso para dar a Sara, já com 99 anos, um filho (Romanos 4.18-21). Poderoso para dar a seus seguidores tudo o que necessitam (2 Coríntios 9.8). Poderoso para salvar por completo aqueles que se achegam a Deus por intermédio de Jesus (Hebreus 7.25). “Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos…” (Efésios 3.20)

Deus é poderoso. Da mesma maneira que Deus estampou esta verdade em meu coração, eu gravei as palavras em um bloco de madeira que deixo sempre à vista quando me ajoelho para orar. Valorizo esta recordação, porque é pura futilidade orar se não creio que Deus seja capaz de responder.

O que quer que seja necessário fazer para levá-lo a se apropriar da doutrina da onipotência de Deus, faça-o. Enquanto não se apropriar dela, você será um medroso na prática da oração. Fará alguns pedidos, de joelhos, mas será incapaz de perseverar em oração até que tenha em seu coração a certeza de que Deus é poderoso. O “guerreiro de oração” é uma pessoa convencida de que Deus é onipotente, que tem poder para fazer qualquer coisa, para transformar qualquer um e interferir em qualquer circunstância. Uma pessoa que crê verdadeiramente nisto se recusa a duvidar de Deus.

Seu convite pessoal

No capítulo 2 vimos que Deus está ansioso para derramar boas dádivas sobre nós. Sabemos, agora, que Ele não está apenas desejoso mas que também é poderoso para nos abençoar muito além do que imaginamos. Muitos de nós, no entanto, estão hesitantes, relutantes em entrar, sem convite, na presença do rei do universo.

Não hesite mais! Deus, por intermédio de Cristo, enviou-lhe um convite pessoal para chamá-lo a qualquer hora. Na verdade é impossível chegar à presença dele sem convite, porque sua palavra nos insta a “orar sem cessar” (1 Tessalonicenses 5.17).

Se você ainda não é cristão, este é o convite de Jesus: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mateus 11.28-29).

Se você já é filho de Deus, o convite continua acessível. Você pode orar a respeito de qualquer coisa: “Não andeis ansiosos de cousa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ‘ ações de graças” (Filipenses 4.6).

Você não precisa ser tímido: “Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hebreus 4.16).

Embora orando em nome de Jesus, você pode ter a certeza de que seus pedidos vão diretamente a Deus: “Naquele dia, pedireis em meu nome; e não vos digo que rogarei ao Pai por vós. Porque o próprio Pai vos ama, visto que me tendes amado e tendes crido que eu vim da parte de Deus” (João 16.26-27).

Seria tolice não aceitar o convite de Deus: “…Nada tendes, porque não pedis…” (Tiago 4.2].

Quando o convite de Deus é aceito, milagres começam a acontecer. Você não acreditará nas mudanças que ocorrerão em sua vida: no casamento, na família, na carreira, na saúde, no ministério, no testemunho, uma vez que esteja convencido, bem no íntimo, que Deus está disposto, que é poderoso e que o está convidando para se aproximar de seu trono para manter um relacionamento de oração.

Esperando seu chamado

Deus está interessado em suas orações porque tem interesse em você. O que for importante para você, é prioridade para Ele. Nada neste mundo é mais importante para Deus do que o que está acontecendo em sua vida hoje. Você não precisa importuná-lo para ganhar a atenção dele. Não precisa passar horas de joelhos, flagelar-se ou jejuar para demonstrar que sua intenção é séria. Ele é seu Pai e está pronto para ouvir o que você tem a dizer. Na verdade, Ele está esperando seu chamado.

Se um de meus filhos me chamasse e dissesse: “Papai, por favor, por favor, eu suplico, eu imploro para que ouça meu humilde pedido” – eu replicaria: “Espere aí. Não estou gostando desta sua atitude. Você não precisa de toda esta ginástica. O que é mais importante para mim do que você? O que me dá maior prazer do que suprir suas necessidades? Em que posso ajudá-lo?”

“Venha à minha presença” – diz Deus. “Converse comigo. Compartilhe comigo suas preocupações. Estou sinceramente interessado em você, porque sou seu Pai. Posso ajudá-lo porque tenho todo o poder no céu e na terra. Estou escutando atentamente, na esperança de ouvir sua voz.”

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Autor:

Pastor Titular da Igreja Caminhar em Cristo em Curitiba/PR - Brasil

Um comentário em “Deus É Poderoso

  1. Apaz do Senhor Jesus, eu sou william daniel santos dos santos e sou pregador da palavra desde minha tenra infancia e fiquei imprecionado com a tranqilidade dessas palavras usadas nesse esboço para ensinar tão linda lição como essa.
    Aprendi muito com essa mensagem.

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