Publicado em Estudos Bíblicos

A raiva de Jonas: suas prioridades


Agora a situação de Jonas, mesmo estando fora da cidade, está sendo claramente comparada com a dos cidadãos de dentro da cidade de Nínive. A comparação é explicitada pela pergunta repetida (9) em que o Senhor faz a Jonas se tem ele o direito de estar com raiva da videira. Jonas responde bruscamente “Claro que eu sei – eu estou tão bravo com ela, que eu quero morrer”. Com estas palavras, Jonas se condena. Como um advogado esperto, que num interrogatório, o réu responde a uma pergunta em que as suas próprias palavras são usadas contra ele, para condená-lo, agora da mesma forma o Senhor acusa Jonas, e claramente expõe a inconsistência e a desproporção dos seus sentimentos para com a videira.

Jonas está furioso gritando com Deus sobre a perda de uma planta, mas não está preocupado com a perda de 120.000 almas humanas e os seus animais em Nínive. Para dizer que Jonas não estava preocupado com Nínive, embora estivesse, pois seu profundo senso de justiça o perturbava, por quê que a cidade ainda não havia sido destruída – ele seria considerado um falso profeta. Jonas, muda seu foco de interesse, para esconder o verdadeiro, esquecendo da missão se preocupa mais com uma única planta do que das muitas pessoas do lugar.

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Autor:

Pastor Titular da Igreja Caminhar em Cristo em Curitiba/PR - Brasil

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