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A mesa além da mesa


A Igreja é a família de Deus na Terra. Quando Jesus disse que as portas do inferno não iriam superar a igreja era porque estava imaginando uma família que se une ao Pai e unidos uns aos outros temos os princípios e a força necessários para enfrentar o inimigo das nossas almas.

Na época em que eu fazia o seminário tive o privilégio de participar de um retiro espiritual muito interessante num final de semana, era um feriado prolongado. Pessoas de várias igrejas e outras que não pertenciam a nenhuma igreja. Todas as noites reuníamo-nos em volta da fogueira onde celebrávamos a Ceia do Senhor. Assim foram todas as quatro noites. Noites inesquecíveis. Sentíamo-nos como uma família. Família de Deus.

I. As implicações de estar unido com a Família de Deus

Surpreendentemente nesse cenário, cercado por pessoas que eu não conhecia, me senti um com eles. Eu senti uma ligação e união como eu nunca tinha visto antes em um culto de adoração. Eu senti a presença de Deus. Eu adorava.

A implicação vertical.

Sentado em volta da mesa lembrei-me de sua implicação vertical. Eu reconheci que Jesus morreu por mim na cruz, derramando seu sangue para o perdão dos meus pecados. O pão, símbolo da carne, e o suco, símbolo do sangue, me fez lembrar o preço que Jesus pagou para que pudesse me reconciliar com Deus. Naquele momento, para mim, não houve nenhum sacrifício para fazer este reconhecimento ao comer um pedaço de pão seco, duro insípido e beber uma dose pequena de suco de uva, que me até deixaria sedento por mais. Havia muito mais. Esta atitude me levava à obediência e a adoração ao meu Deus.

A implicação horizontal.

Na mesa, naquela noite, me lembrei de sua implicação horizontal. A mesa é para comer. Não é para conferências. Não é para descansar. Não é para a decoração. Não é um lugar para ficar. É um lugar para se reunir para participar, de participar, de compartilhar a vida com o outro. Poucas atividades humanas nas fazem estar tão unidos uns com os outros como uma refeição. Inimigos não comem juntos, mas amigos e familiares o fazem. Estamos reunidos em torno da mesa. Amizades são feitas e aprofundadas durante uma refeição. Muitos reencontros familiares ocorrem nas mesas de refeições diversas. Comer é mais do que uma necessidade biológica. É um evento social em que as pessoas permanecem juntas. Olho no olho.

II. O Significado da união com a Família de Deus

Porque nós temos um Pai celestial, nós entramos em um relacionamento pessoal com ele.

O apóstolo João escreveu: “O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, também, para que vós tenhais comunhão conosco, e de fato a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo” (1 João 1:3). Os crentes se reúnem à mesa pensando em Deus. Nós compartilhamos um pai comum.

Porque nós somos uma família, nós nos tornamos parentes uns com os outros.

Muitas vezes, quando assistimos os jogos de futebol percebemos que os jogadores são parceiros, cúmplices, companheiros e quase irmãos. Parece muito estranho, ao sei se você já reparou, que os jogadores pegam na mão de um companheiro de equipe em um momento ternura, abraçam, beijam no rosto ou na testa, principalmente em finais de campeonato. Um sentimento único. Eles juntam suas mãos para um objetivo comum, ganhar o jogo. Na mesa da Ceia do Senhor, em adoração, temos mais uma razão para darmos as mãos. Porque entramos em comunhão com Deus através de seu Filho, Jesus Cristo, e somos agora uma parte de sua família. Temos uma afinidade, uma relação de sangue com aqueles que estão ao redor da mesa e com quem sentou ao nosso lado no culto.

Os primeiros cristãos não se dedicavam as atividades sociais como fazemos hoje, mas a uma relação de parentesco, um com o outro que consistiu em compartilhando a vida de Deus através do Espírito Santo. A linguagem do livro de Atos indica que estes crentes não eram conhecidos, eles eram pertencentes a uma família da fé. A palavra igreja é derivada da palavra que em grego, significa “reunião”. Não uma reunião qualquer. Mas, uma reunião em que o propósito é compartilhar algo de bom, ou para compartilhar uma boa notícia.

Porque nós somos amigos, nós entramos em uma comunhão uns com os outros.

Muitas vezes, quando ouvimos a palavra comunhão pensamos em “café”. Mas o significado da palavra é muito mais profunda do que a atividade meramente social. Comunhão significa compartilhar. Isso implica que compartilhar algo com alguém, como o dinheiro, palavras de encorajamento, confissões de fracasso, ou declarações de necessidade. Isso também implica que nós compartilhamos algo com alguém, como tristeza, alegria, ou uma área de interesse mútuo. Comunhão é expressa pela interação pessoal dentro da igreja – entenda “igreja”, como aqueles que se reúnem em comunhão, não é o local, e sim, as pessoas. Onde esta qualidade abunda, as pessoas são livres para expressar o que há de mais profundo dentro si. Essas emoções e experiências que se encontram perto do centro de ser pode ser expresso sem medo de rejeição. A comunhão é a expressão de amizade daqueles que pertencem à Família de Deus.

Porque somos seguidores de Cristo, nós entramos em uma parceria uns com os outros.

Considerando o parentesco descrito entre os crentes como uma família, e na comunhão descrita os crentes como os amigos, a parceria descreve os crentes como os diretores de uma empresa. A parceria de negócios é formada a fim de atingir um objetivo, como o fornecimento de um serviço ao público em um benefício para os parceiros – o lucro. Da mesma forma, o conceito de parceria espiritual implica que ele é criado com o objetivo de promover o evangelho e edificar os crentes – o lucro aqui é fazer discípulos para Jesus.

Paulo, o apóstolo, escrevendo aos Gálatas explicou que a igreja em Antioquia havia dado sua aprovação e bênção, para levar o evangelho de Cristo para o mundo gentio. Ele escreveu: “E conhecendo Tiago, Cefas e João, que eram considerados como as colunas, a graça que me havia sido dada, deram-nos as destras, em comunhão comigo e com Barnabé, para que nós fôssemos aos gentios, e eles à circuncisão;” (Gálatas 2:9). A mão direita de companheirismo (as destras) implicava mais do que um mero gesto cortês de enviar, era uma obrigação, um contrato, um acordo de cavalheiros que iriam trabalhar juntos como parceiros para atingir o objetivo de alcançar as pessoas para Cristo. Divididos em segmentos, porém unidos pelo mesmo objetivo.

Enquanto nos reunimos em torno da mesa da Ceia do Senhor, nunca devemos esquecer aqueles além da mesa, fora dos muros da igreja estão também trabalhando como nós. Constantemente temos de nos lembrar em vincular os braços e as mãos para a obra do Senhor em nós. A Igreja não existe apenas para a comodidade e conforto dos crentes, mas também para alcançar aqueles que estão perdidos e em busca de Cristo. Tem sido dito que a igreja é a única organização que existe para o benefício daqueles que não são seus membros. Os crentes que se reúnem à mesa se reúnem para um objetivo comum para proclamar o evangelho de Jesus Cristo.

Conclusão: A próxima vez que você se reunir à mesa da Ceia do Senhor, comer o pão e beber do cálice, lembrando que Jesus fez e da família da qual você é agora uma parte, expresse sua simpatia, preocupação, apoio, incentivo para os outros, amplie sua fé e testemunho para os que estão além da mesa da Ceia do Senhor.

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Pastoreando a família: O pastoreio do pai


Série: Pastoreando a FamíliaSer pai, a tarefa mais difícil da terra.

O pai é diferente da mãe. A mãe sente seu filho no ventre, sente-o crescer, sente as suas pulsações, o pai não. A criança nasce e sua afeição inicial está intrinsecamente ligada a vida da mãe.

Ela é a protetora, a provedora dessa criança, ainda tão indefesa. O pai observa tudo isto, compartilha de toda essa graça, mas ainda não se sente pai, até aquele dia que ouve dos lábios do filho gerado, a palavra “pai”, ser chamado de pai.

O pai cristão tem a responsabilidade de formar crianças à imagem de Cristo Jesus. O pai deve modelar para o filho o Senhor Jesus Cristo, para que o filho siga os seus caminhos.

Chamamos isso de “pastoreio do pai”.

Todo pai é um “pastor” do rebanho que Deus lhe concedeu.

É interessante traçar os paralelos entre o papel do pastor e o papel dos pais.

Vejo pelo menos três responsabilidades paralelas entre os dois:

I. O pai pastor deve conduzir seus filhos a Deus (Intercessão)

Segundo Atos 6:2,4, uma das primeiras grandes responsabilidades do líder espiritual é a oração. Os pais que oram por seus filhos providenciam alguma forma de proteção para eles contra as doenças do pecado. O pai intercessor ergue paredes de proteção ao redor de seu filho, preocupando-se com seu bem estar, seu relacionamento com o Senhor, pecado, etc.

O pai que ora continuamente pelos filhos certamente agirá também para protegê-los contra o pecado.

Mas como orar pelos filhos?

Pais cristãos devem orar por pelo menos por uma destas áreas:

a) Caráter dos filho (o fruto do Espírito, Gl 5:22 junto com a compreensão da sua identidade como filhos de Deus em Cristo, Ef 1:15-23,3:14-21)
b) Carreira (orar ao Senhor da seará que use meus filhos para expandir Seu Reino no mundo-Lc 10:2)
c) Casamento (orar que Deus direcione meu filho ao cônjuge com quem compartilhará sua chamada para o resto da vida)

O pai cristão intercede pelos seus filhos. Pois como pastor, que se dedica à oração e ao ministério da Palavra, o pai pastor também se preocupa com o ensino de seus filhos.

II. O pai pastor deve apresentar Deus aos seus filhos (instrução)

O pai pastor está sempre ensinando seus filhos pelas palavras, pelas ações e pelas atitudes. É impossível escapar do olhar destas pequenas ovelhas, que admiram tanto seus “pastores”. Sempre estamos transmitindo o que somos para elas. Com tempo, os filhos se tornam o que os pais são. Por isso o “pai cristão” tem que reconhecer que ele é um “pai professor”, sempre instruindo seus filhos e vacinando-os contra a doença que chamo “amnésia espiritual”.

Amnésia espiritual é a doença que aflige os filhos de crentes que não se esforçam em transmitir sua fé para a próxima geração. É a memória de Deus apagada da vida de um filho pela negligência dos pais. Em Dt 6:6-9, nos lemos: “Estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas.”

Conforme estes versículos, o pai pastor (instrutor e mestre) aproveita toda oportunidade para ensinar seus filhos os valores e princípios bíblicos transmitidos pelo Supremo Pastor. Ensina a Palavra formalmente e informalmente, propositalmente e espontaneamente, em todo lugar e em qualquer lugar, em todo tempo e o tempo todo. Não é um fanaticismo evangélico mas um estilo de vida que avalia toda a vida por uma perspectiva bíblia. “O pai que ama Deus de todo coração, transmite sua fé à outra geração!”

III. O pai pastor deve disciplinar os seus filhos (Intervenção)

A última responsabilidade do “pai-pastor” segue naturalmente as primeiras duas. Provérbios 22:6 chama o pai para “ensinar a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele.” Junto com este texto, Efésios 6:4 chama os pais (o termo “pais” designa especificamente homens) a “não provocar seus filhos à ira, mas criá-los na admoestação e na disciplina do Senhor.” Assim como o pastor de rebanho vai atrás de ovelhas desgarradas e às vezes precisa discipliná-las, para que evitem perigos maiores longe do aprisco, os pais precisam intervir na vida dos seus filhos com disciplina equilibrada.

O equilíbrio entre instrução e intervenção ou seja, disciplina, pode ser entendida por meio de uma analogia. O pai vai na frente do seu filho como alguém que quer cavar uma trilha ou valeta em que o filho pode caminhar. No início, a valeta está muito rasa, e o filho pode sair dela com facilidade. Quando isso acontece, o pai coloca seu filho de volta na trilha cavada com firmeza e amor. Com o passar de tempo, a valeta fica cada vez mais funda, e o filho só poderá escapar dela com grande esforço. Quando isso acontece, o papai o coloca dentro do caminho de novo. Depois de 18 anos, a trilha deve ser tão profunda, que o filho teria que chamar o corpo de bombeiros e uma escadona para sair do caminho do Senhor. É possível, mas não muito provável.

O pai que realmente ama seu filho precisa intervir quando este deixa o caminho da instrução. Provérbios recomenda o uso da vara, uma consequência artificial mas estruturada pelos pais, para desviar os filhos do pecado. Deve ser aplicada com força suficiente para arder mas nunca ferir a criança. Assim o pai ajuda seu filho a associar o pecado com dor, assim evitando conseguências muito piores no futuro, proporcionadas pela própria vida.

Pais, não posso pensar em presente maior que você possa dar a seu filho do que ser um exemplo de seriedade e reverência para com Deus em sua vida. Caminhar em Cristo, será um referencial inesquecível que ajudará a construir o caráter de seu filho. Você não será perfeito, pois por definição somos imperfeitos, mas a integridade de reconhecer um erro e pedir perdão deverá ser uma marca do pai cristão.

E assim, juntos, pais e filhos procurando conhecer a vontade de Deus para nosso relacionamento, teremos muito mais chances de acertar!

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Esboços de Sermões


pulpitoAmados! Esboços de Sermões, quando compartilhados servirão para inspirar, orientar e ensinar.

Quantas vezes foram, que ao ler alguns esboços, a pregação contida neles me inspiraram a continuar no ministério pastoral! Foram Palavra de Deus de encorajamento para o meu coração, como pastor. Pois, pregamos todos os dias, escrevemos todos os dias, e quase não ouvimos, no sentido de nos alimentarmos da Palavra. Sempre estamos preparando para alguém ouvir. E muitos esboços não são para nós pregarmos para os outros, são respostas de Deus para os nossos corações.

Os esboços de sermões, confessam fé, doutrina, e o fazer teológico, segundo Barth. Por isso, muitas vezes, lemos e na nossa mente teológica discordamos ou imaginamos algo diferente. Dentro dessas contradições edificamos e somos edificados em Cristo Jesus.

Por isso, desenvolvemos uma programação de sermões próprios e alguns clássicos. Sermões inteiros, esboços e/ou traduzidos. Você também pode mandar o seu, para publicarmos. Para enviar seu esboço ou sermão completo, envie por email: pastor.derville@gmail.com

Deus lhes abençoe

Seu Conservo em Cristo,

Pastor Derville

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Você está disposto a ser um Noé para a geração de hoje?


Gênesis 6:8-13

Noé viveu em tempos maus, o comportamento da humanidade tinha chegado a um ponto tão ruim que a solução deveria ser um julgamento.

Você já reparou nas páginas das Escrituras que Deus tem uma maneira de lidar com a degeneração humana? Quanto mais o homem se degenera, mais o testemunho de Deus se intensifica. Deus sempre considera um homem especial para as circunstâncias,  foi assim com Moisés, Elias, Daniel e antes do dilúvio com Noé.

O mundo estava ruindo em torno dele, mas Noé ficou como o granito apontando para Deus e testemunhando o julgamento por vir. De geração em geração Deus levanta os únicos, especialmente escolhidos, povo dotado de poderes especiais. O processo de seleção está no coração das pessoas daqueles que estão dispostos a servir. Noé foi fortalecido por Deus, porque ele estava disposto a servir e fazer o que Deus precisava. Independentemente de quem concordavaou não, Noé estava disposto a defender o que era certo.Você está disposto a ser um Noé para a geração de hoje? Deus precisa de homens e mulheres que estão dispostos a tomar uma posição para o que é certo. Homens e mulheres que são honestos e verdadeiros, dispostos a fazer mais do que apenas falar sobre a vida de Deus, mas viver, ensinar e ser um testemunho do seu amor, compaixão e até mesmo o julgamento de Deus.

O que é preciso para ser um Noé em geração de hoje, a mesma coisa que teve de ser Noé em sua geração? Vamos olhar para o que a palavra de Deus tem a dizer sobre ser um hoje Noé?

1. Perdão (V.8) - “Noé achou graça aos olhos do Senhor”

Graça: a favor imerecido, começar algo que não merecia.

2.   Fidelidade (V.9)

Fiel – Correto no seu discernimento, comportamento, caráter e obediente a Deus

Perfeito – na sua integridade, tempo e estilo de vida

Gerações - 1 ocorrência r os resultados da vida de Noé, o centro de sua vida (Deus); ª ocorrência identifica vida de Noé, em contraste com o dia em que estava vivendo dentro

Caminhou – testemunha a forma de Noé da vida.

A. justo em caráter de conduta (Fiel)

B. Irrepreensível (Perfeito)

C. Obediente (andou com Deus)

3. Fértil (V.10)

Gerou - literalmente fala ao pai de três filhos, fala metaforicamente o fruto de sua caminhada obediente com Deus.

Fruto imediato de Noé foi seus três filhos. No entanto, que as pequenas e insignificantes à procura de frutos desenvolvidos em população do mundo hoje.

O fruto do seu trabalho para Deus pode parecer pequeno, mas não desanime, você não pode ver os resultados da sua obediência. Sem, Cam e Jafé não, mas eles têm impactado um planeta por causa da obediência frutífera de Noé. Não estou necessariamente falando de pessoas reproduzindo, estou falando de comunicação do evangelho a todos que podemos, cada oportunidade que temos, não sabemos qual o impacto que podemos ter na vida de alguém.

Conclusão: Você tem os três ingredientes para ser Noé hoje?

Primeiro de tudo você está perdoado, nascido de novo e no seu caminho para o céu.

Segundo és fiel às coisas de Deus em sua vida. Eu não perguntei se você é fiel à Igreja, ou para serviços ou à família ou emprego ou qualquer coisa assim. Você está disposto a deixar Deus te usar para alcançar outros, você está disposto a deixar Deus desenvolver em você o serviço de Noé?

Terceiro você está fértil hoje? No final do dia você pode olhar para trás e realmente encontrar frutos espirituais? Do que você se aproximar de Deus em uma base diária ou mais longe? Você percebe que Deus realmente preciso de você para realizar Sua vontade aqui na terra? Você precisa trabalhar em qualquer uma dessas áreas? Talvez Deus tenha revelado alguma outra área em sua vida que precisa de trabalho, esta manhã, se assim como nossos músicos vêm e se preparar para nós um hino de convite que você sair e lidar com o que nunca é Deus revelou a você.

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A Ressurreição do Senhor


João 20:1-18

Introdução: Considerar o que a morte significa para os homens: o termo de seus planos, seus gozos, suas ambições, suas obras; é um passo para o desconhecido. Sobre tudo, o encontrar-se com um Deus Santo, a Quem devemos responder. Por isso é muito natural a criatura humana recear a morte.

A ressurreição, para os crentes, importa um novo começo, novidade de vida, a perspectiva da imortalidade, libertação de uma natureza pecaminosa, entrada na casa do Pai, os gozos da família de Deus.

1. O que a ressurreição significava para Cristo.

Um novo estado, além das provações e sofrimentos, além das perseguições dos homens. O termo das condições acanhadas da Sua vida terrestre. A satisfação do Pai na obra expiatória consumada.

A oportunidade de expressar sem impedimento toda a graça divina para com os homens arrependidos. A satisfação de viver para Deus, sem mais preocupação com o problema do pecado (Rm 6:10).

2. O que a ressurreição significava para os discípulos.

Sua aflição pela morte desastrosa do Mestre foi transformada em alegria e triunfo. Perceberam o cumprimento de muitas palavras proféticas. Perceberam melhor e mais positivamente a divindade de Cristo; reconheceram que tinham uma mensagem de triunfo e esperança para seus semelhantes. Como companheiros de Cristo além da morte, haviam de sentir-se bastante desligados dos interesses sociais e políticos do meio em que se encontravam.

3. O que a ressurreição de Cristo significa para nós.

Reconhecemos que nosso Salvador tem poder sobre a morte. Entendemos que Ele ressuscitou para nossa justificação. Sendo Ele “as primícias” da ressurreição (1 Co 15:20), vemos na ressurreição dEle a garantia da nossa. Sentimo-nos ligados espiritualmente com um Salvador vivo além da morte.

Conclusão. Como é que cada ouvinte costuma pensar na morte? Quais têm a certeza de ressurreição para a vida? Por quê? Que significa para cada um ser “ressurgido com Cristo” (Cl 3:1)?

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Um pão muito especial


Mateus 14:13-21

1. Introdução: As coisas naturais são figuras das espirituais. Nosso espírito tem fome tanto como nosso corpo. Muitos procuram alimentar seu espírito com coisas que não o satisfazem. Cristo é o “Pão da vida”, o alimento espiritual – um pão muito especial.

2. A necessidade: Considerar o caso: uma multidão de gente faminta; um lugar deserto; a falta de recursos.

A proposta dos discípulos: “Despede a multidão”. Sentiam-se incapazes de lidar com o caso.

3. O suprimento: O caso não era sem esperança. Jesus estava ali. Ele podia capacitar Seus discípulos para suprirem a falta. O dever deles era examinar o que existia, embora tão pouco. Porém, quando trazido a Cristo e abençoado por Ele, foi o suficiente. João recorda que era um rapaz que trouxera os pães e os peixes.

As circunstâncias da festa: Um lugar sem recurso; uma multidão de mais de 5.000 pessoas; convidados submissos; uma refeição diferenciada; ações de graças antes de comer; bastante alimento; cuidado com as sobras; um milagre da graça divina.

4. Aplicação: Jesus é o nosso recurso quando nosso espírito está faminto. Ele chama-Se “o Pão da Vida”. Os discípulos trouxeram o pão a Jesus, e depois de Ele o ter abençoado, distribuíram-no ao povo. Os servos de Cristo devem fazer o mesmo hoje.

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Confie em Jesus, mas confie para a Vitória


pulpitoEm todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Romanos 8:37
Quando alguém lhe machuca, qual é a sua resposta?
Quando você se encontra em uma situação difícil, como você lida com isso?
A Palavra de Deus nos diz que o diabo é o mestre do engano, e que seus planos enganosos são destinados a nós (João 8:44).
O objetivo do diabo é criar, no coração do cristão de uma desconfiança de Deus e a Sua Palavra (Gênesis 3:1 ss).
Quando alguém lhe machuca, o diabo quer que você retire o seu amor.
Ele não quer que você confie no Senhor, e perdoe quem lhe feriu.
Ele não quer que você confie na Palavra de Deus, que diz que você deve perdoar o seu irmão ou irmã, e que Deus em Cristo já lhe perdoou (Efésios 4:32).
Quando você se encontra em uma situação difícil, o diabo quer que você abandone a Deus.
“Amaldiçoe seu Deus e morra!!!”, disse a esposa de Jó (Jó 2:9).
O diabo não quer que você confie no Senhor, ou na Palavra de Deus que diz que se alguém tem falta de sabedoria (em tempos difíceis) peça a Deus e ele lhe dará a todos liberalmente e não com censura (Tiago 1:5) .
Os cristãos freqüentemente cantam uma canção que diz:

Eu Só Confio No Senhor
Para Me Guiar,
Eu Só Confio No Senhor,
Vivo A Cantar,
Se O Sol Chegar A Escurecer
E O Céu Toldar,
Eu Só Confio No Senhor,
Que Não Vai Falhar

Posso Confiar,
Posso Confiar,
Que Um Lar No Céu,
Cristo Vai Me Dar,
Se O Sol Chegar A Escurecer
E O Céu Toldar,
Eu Só Confio No Senhor,
Que Não Vai Falhar

Confiar em Jesus, isso é tudo.
Enquanto nós andamos diariamente com o Senhor, que Deus nos confirme uma relação de confiança em Jesus, para a vitória em todas as situações da vida.
Eu só confio em Jesus, meu Senhor que não falha!!

Deus lhe abençoe

Pastor Derville

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A maior festa de casamento de todos os tempos! Você está convidado …


pulpitoMateus 22:1-14

A salvação de Deus é semelhante a uma festa de casamento.

Mas, de um casamento diferente. Onde, todos são convidados.

Eu e você, todos.

E como toda festa de casamento: levamos presentes, e nos vestimos com roupas que no dia-a-dia não usamos. Há vestimenta apropriada para essa ocasião, que deve ser aceita e usada:

“a justiça de Deus” (Isaías 6:10),

sobre os que crêem (Romanos 3:22).

O convite já foi feito. Aguardamos a data.

1. Introdução: Existem momentos especiais nas nossas vidas. E nesses momentos desejamos ter nossos amigos ao nosso lado. Deus também quer o mesmo, e convida-nos a nos alegrarmos com Ele em Cristo.

2. O rei e a festa. No texto que lemos, encontramos o rei e a festa. Este é um rei oriental, absoluto, é uma figura (muito incompleta) de Deus; e seu filho figura o Senhor Jesus. A festa de casamento ou “bodas” é símbolo das bênçãos do Evangelho – perdão, paz, salvação, santidade – que Deus oferece a todos no nome de Cristo.

3. Os mensageiros. Os mensageiros (carteiros) figuram os pregadores que Deus manda hoje com o Seu Evangelho (sua mensagem). As mensagens são de Deus, e não dos mensageiros! Por isso, que numa igreja, o mensageiro, leva a Palavra e cada um entende e recebe de maneiras diferentes. Porque a mensagem, embora dita publicamente, é individual. E mesmo assim, alguns mensageiros de Deus, em vez de serem acolhidos com prazer, são perseguidos …

4. Os convidados e as suas desculpas. Observe algo interessante que ocorre nessa história. Os convidados, não foram convidados por motivos da sua bondade. Não se esperava nada deles, a não ser que apreciassem a festa. Os homens não fizeram caso. Foi um fiasco. Estranhamos que as pessoas tantas vezes procuram desculpas para não perceberem coisas boas, e algumas até perseguem os mensageiros. Misturam tudo. O convite vem de Deus!

Mas havia ainda outros para serem convidados mais tarde. Destes parece que um aceitou o convite sem apreciar a significação dele. Não se lembrou que devia estar ali convenientemente vestido.

5. A vingança. Os que não aceitaram o convite são intitulados “homicidas” (v. 7), não por Deus, mas pelo rei déspota. Por isso figuram como gente pecaminosa. Retribuição futura, castigo pelo pecado, é muitas vezes ensinado na Palavra de Deus

Mateus 13:41-42 “Mandará o Filho do Homem os seus anjos, que ajuntarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniqüidade e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes.”

Apocalipse 20:12 “Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono. Então, se abriram livros. Ainda outro livro, o Livro da Vida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros.”

Hebreus 9:27-28 “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação.”

6. Um convidado especial – “você”. Nós, eu e você, também somos convidados a termos parte no gozo de Deus. Temos, porventura, feito pouco caso do convite de Deus? O que nos impede? Quais são as desculpas para não aceitar? Quais são as suas exigências para ir? Será importante aceitar, ou você tem compromissos mais importantes – negócios, família, etc que estão acima do convite de Deus? Você crê que Deus pode esperar – porque primeiro você precisa “curtir a vida”?

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A Culpa


pulpitoA Culpa

Romanos 8:1-15

A culpa tem sido assunto para vários estudos. Diante dela, a culpa, surgiram até doutrinas.

Vejamos o que a Palavra de Deus diz sobre a culpa

1. Purgatório – Culpa é a nossa tentativa para pagar o mal que fizemos pela sensação ruim para ela. (1-4)

A doutrina do Purgatório afirma que existem alguns pecados que temos de pagar para purgação, porque Cristo não pagou por todos os meus pecados.

Este é o meu problema com esta “doutrina do purgatório”: se Cristo não pagou por todos os meus pecados e ainda existe uma grande barreira entre Deus e nós, então ainda há uma infinita diferença entre nós, e vã é a nossa fé.

Embora possamos não ter “a doutrina do purgatório” na teologia evangélica, temos ainda a culpa como assunto comum. No nosso subconsciente acreditamos que se sentir culpado é o suficiente para lamentarmos e nos arrependermos, e confessando os nossos pecados será o suficiente então para ganhar o perdão de Deus.

2. Penitência – Culpa é a nossa tentativa de assegurar que ainda estamos espiritualmente nos sentindo culpado, quando ela é um defeito que nos permite nos licenciarmos e nos distanciarmos do pecado. (5-8)

Você acha, que quando você se sente culpado é porque muitas vezes, tudo está bem, mesmo em meio ao pecado, e que de alguma maneira você está conectado a Deus, e por isso você se sente culpado diante do amor de Deus. Não sente a necessidade de arrependimento, mas sim, distanciamento do pecado.

A culpa chama-o de volta à velha natureza, mas não aos que são transformadas para uma novidade de vida. Ele lembra das velhas formas e em seu estado derrotado, com vistas a você retornar ao pecado.

Romanos nos diz que não podemos co-existir a uma vida carnal com a do espiritual. Existe uma luta sim, mas a culpa confunde-nos a pensar que, enquanto nos sentimos mal, temos de estar fazendo algo certo.

Ideais completamente contrárias a Palavra de Deus.

3. Prevenção – Culpa é a nossa tentativa de evitar o mal que fizemos no passado, fizemos por falta de compromisso com o Reino de Deus. (9-11)

Cristo morreu, não só para nos livrar do pecado, não apenas para nos livrar da morte, mas também do medo da morte. Isso é exatamente o que é culpa, o medo de que não são suficientes. Hebreus 2:15, “livre e todos aqueles que foram detidos em suas vidas pela escravidão do medo da morte.”

A Culpa tenta convencê-lo de que você está morto, mas você está vivo em Cristo. O mesmo espírito que Cristo trouxe de volta a partir de três dias morto está fazendo você vivo a cada momento.

4. Problema – Culpa é a nossa tentativa, e que é o que nós temos aqui! (12-17)

12 Portanto, meus irmãos e minhas irmãs, nós temos uma obrigação, que é a de não vivermos de acordo com a nossa natureza humana.

13 Porque, se vocês viverem de acordo com a natureza humana, vocês morrerão espiritualmente; mas, se pelo Espírito de Deus vocês matarem as suas ações pecaminosas, vocês viverão espiritualmente.

14 Pois aqueles que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus.

15 Porque o Espírito que vocês receberam de Deus não torna vocês escravos e não faz com que tenham medo. Pelo contrário, o Espírito torna vocês filhos de Deus; e pelo poder do Espírito dizemos com fervor a Deus: “Pai, meu Pai!”

16 O Espírito de Deus se une com o nosso espírito para afirmar que somos filhos de Deus.

Romanos 8:12-16

Conclusão

Apelo

Oração

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Quem é Jesus?


pulpitoQuem é Jesus?

“Filho amado” é a resposta! Você sabia?

Lucas 3:21-22

I. JESUS – TEVE SUA IDENTIDADE APOIADA

A. pelo Espírito (3:22) (Para saber mais sobre Jesus e o Espírito Santo: Lucas 4:1, 4:14, 10:21, 11:13, 24:49)

B. pelo pai (3:22) (ver: Salmos 2:7, Isaías 41:8, 42:1)

II. O GRANDE EFEITO DOMINÓ DA CRENÇA EM JESUS

João 7:38-39 38; João 3:5-7; Romanos 8:15-16 15; Gálatas 5:22-23 22; 2 Coríntios 1:21-22

III. O QUE FAZ O NOSSO COMPORTAMENTO CONFESSAR SOBRE A NOSSA CRENÇA EM JESUS?

A. Será que acreditamos em Jesus como Filho de Deus?

B. Será que a nossa identidade de “nova criatura” ou “filhos de Deus” atrai as pessoas para Deus?

PERGUNTAS PARA REFLEXÃO:

1) Como tem sido o trabalhar de Deus em sua vida? De que forma você já experimentou a bênção de ser um filho de Deus? O “fruto do Espírito” Deus está crescendo em sua vida?

2) Qual é o seu próximo passo como discípulo de Jesus? Você colocou sua confiança em Jesus como Filho de Deus e Salvador? Você já abraçou plenamente a sua nova identidade como Filho de Deus? Que perguntas sobre Jesus, você ainda precisa buscar?

3) Quem poderia ajudar a você a tomar no seu próximo passo para seguir verdadeiramente a Jesus? Quem você conhece que ainda tem dúvidas sobre Deus? Sobre Jesus? Como você pretende ao lado deles, ajudá-los em sua busca de respostas?

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