O Valor da Doutrina da Soberania de Deus

Pr. Luiz Antonio FerrazIgreja Batista da Esperança02/12/2001

Texto: 2 Timóteo 3:16,17

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.”

Introdução

1.“Toda a Escritura é inspirada…”

2.“Toda a Escritura é util para o ensino…”

3.“Doutrina” significa “ensino”.

4.É através da doutrina que a realidades de Deus, de Cristo, do Espirito Santo, da salvação, da graça e da glória nos são reveladas.

5.É pela doutrina que os crentes são alimentados e edificados.

6.Atualmente a doutrina está sendo depreciada. Dizem que ela não é “prática”.

7.Mas a doutrina é a própria base da vida prática.

8.Há uma inseparável conexão entre a crença e a prática:

Provérbios 23:7 – “Porque, como imaginou no seu coração, assim é ele…”

9.A relação entre verdade [doutrina] e prática é de causa e efeito:

João 8:32 – “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”

10.Toda Escritura útil primeiro para o “ensino”. Todas as epístolas seguem essa ordem: doutrina, depois, exortação e admoestação.

11.A substituição da exposição doutrinária pela chamada “pregação prática”, é a causa fundamental de muitas e graves enfermidades que afligem a igreja.

12.A ignorância doutrinária tem levado muitos crentes à fraqueza espiritual e ao naufrágio da fé.

13.Estamos vivendo dias que os crentes não gostam de doutrina:

2 Timóteo 4:3 – “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências.”

14.A doutrina da Soberania de Deus, portanto, não é um mero dogma, desprovido de valor prático. É uma doutrina que forçosamente produzirá poderoso efeito sobre o caráter cristão e sobre a vida diária.

15.A doutrina da Soberania de Deus é fundamental na teologia cristã, cedendo      lugar somente à doutrina da inspiração.

16.Ela é o centro de gravidade do sistema da verdade cristã.

17.Ela é o sol ao redor do qual se agrupam as esferas menores.

18.Ela é o fio no qual as demais doutrinas são enfileiradas como um colar de pérolas, a mantê-las no devido lugar e a dar-lhes unidade.

19.Ela é o prumo pelo qual cada credo precisa ser testado.

20.Ela é a balança na qual cada dogma humano deve ser pesado.

21.Ela é a principal âncora de nossa alma.

22.Ela é um tônico divino a refrigerar-nos o espírito.

23.Ela cria gratidão na prosperidade e paciência na adversidade!

24.Oferece consolação no presente e senso de segurança quanto ao futuro.

25.Atribui a Deus – Pai, Filho e Espírito Santo – a glória que lhe é devida, colocando a criatura no correto lugar diante dele – no pó!

SI    Qual é o Valor da Doutrina da Soberania de Deus?

I. Aumenta Nossa Veneração pelo Caráter de Deus

1.Oferece um exaltado conceito das perfeições de Deus.

2.Exibe a inexcrutabilidade da sabedoria de Deus.

3.Demonstra a irreversibilidade da vontade divina.

4.Até o pecado glorifica a Deus (Sl.76:10).

5.Exalta a graça divina. A graça é livre! A graça reina! A graça e é soberana.

II.    É O Alicerce Sólido da Verdadeira Religião

1.Cada oração seria presunção carnal se não oferecida “segundo a vontade de Deus”.

2.Cada culto seria “obra morta”.

3.A religião experimental consiste da percepção do cumprimento da vontade de Deus. Fomos predestinados a ser conformes a imagem do Filho de Deus, cuja comida consiste em praticar a vontade de Deus.

III. Repudia A Heresia da Salvação pelas Obras

1.A salvação pelas obras é um caminho que leva à morte (Pv.14:12).

2.é errado dizer que Deus está disposto a fazer a parte dele desde que façamos a nossa. Declarar que Deus só ajuda àqueles que se ajudam a si mesmos é um erro. Deus ajuda aqueles que são incapazes de se ajudarem a si mesmos.

3.Dizer que a salvação depende da própria vontade é expressar de outra forma o dogma da salvação pelo esforço humano. Este dogma avilta Deus e zomba dele!

4.Alguém diria que esta doutrina levaria o pecador ao desespero. É exatamente isto que ele precisa para humilhar-se diante de Deus e buscar socorro somente naquele que pode salvá-lo!

IV.   Leva A Criatura a Humilhar-se Profundamente

1.As realizações do homem, seu desenvolvimento e progresso, sua grandeza e auto-suficiência, são o santuário onde o mundo presta culto hoje em dia.

2.Mas a doutrina da Soberania de Deus remove todos os alicerces da jactância humana e implanta espírito de humildade.

3.Declara que a salvação vem do Senhor, na sua origem, na sua operação e na sua consumação.

4.Declara que o Senhor tem que aplicar, e não somente suprir, que tem que completar, e não somente iniciar a obra da salvação, que não somente precisa restaurar-nos, mas também manter-nos e sustentar-nos até o fim: “Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo.” (Fp.1:6).

5.Declara que Deus é a fonte de todo bem:

Salmos 87:7 – “…todas as minhas fontes estão em ti.”

V.    Confere Senso de Segurança Absoluta

1.O poder infinito de Deus nos dá segurança:

Hebreus 13:6 – “…não temerei o que me possa fazer o homem.”

Salmo 56:3 – “Em qualquer tempo em que eu temer, confiarei em ti.”

Deuteronômio 33:26,27 – “Não há outro, ó Jesurum, semelhante a Deus, que cavalga sobre os céus para a tua ajuda, e com a sua majestade sobre as mais altas nuvens. O Deus eterno é a tua habitação, e por baixo estão os   braços eternos; e ele lançará o inimigo de diante de ti, e dirá: Destrói-o.”

2.Estou seguro nas mãos do Pai e de Cristo (Jo.10:28,29).

3.Meu depósito está garantido até o dia final (2Tm.1:12).

VI. Oferece Consolação na Tristeza

1.Porque nenhum pardal cai se não for da vontade de Deus (Mt.10:29).

2.Os fios de nossos cabelos estão todos contados (Mt.10:30).

3.Nossos dias estão contados (Jó 7:1; 14:5; 23:14).

VII. Produz Espírito de Resignação

1.O exemplo de Arão: “…porém Arão calou-se.” (Lv.10:3).

2.O exemplo de Davi: “…faça de mim como parecer bem aos seus olhos.” (2Sm.15:26).

VIII. Estimula ao Cântico de Louvor

1.Se minha mente não consegue entender o amor de Deus, que excede todo entendimento (Ef.3:19), e a razão porque me escolheu, meu coração pode exprimir sua gratidão, em louvor e adoração.

2.Posse me alegrar sempre no Senhor (Fp.4:4). Não diz o texto alegrai-vos no “Salvador”, mas no “Senhor”.

IX. Garante o Triunfo Final do Bem Sobre o Mal

1.As nações serão humilhadas (Is.34:1,2).

2.Todo ser altivo será humilhado (Is.2:11).

X. Oferece Lugar de Descanso para O Coração

1.A glória de Deus não consiste somente no fato dele ser o Altíssimo.

2.A glória de Deus está no fato dele descer humilde, em amor, para a obra da cruz. A glória está na cruz! (Gl.6:14).

3.Pela cruz aquele que já era Senhor de nosso destino, tornou-se o Senhor de nossos corações! (2Co.5:14).

Conclusão

1.Não é terror mas adoração o dobrar-se perante o Altíssimo:

“Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças.” (Ap.5:12)

2.Deus é Soberano! Aleluia!

“Eis que arrebata a presa; quem lha fará restituir? Quem lhe dirá: Que é o que fazes?” (Jó 9:12).

Nossa Atitude diante da Soberania de Deus

Pr. Luiz Antonio FerrazIgreja Batista da Esperança25/11/2001

Texto: Lucas 10:21,22

“Naquela mesma hora se alegrou Jesus no Espírito Santo, e disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que escondeste estas coisas aos sábios e inteligentes, e as revelaste às criancinhas; assim é, ó Pai, porque assim te aprouve. Tudo por meu Pai me foi entregue; e ninguém conhece quem é o Filho senão o Pai, nem quem é o Pai senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar.”

Introdução

1.Estudaremos hoje a aplicação prática desta doutrina em nossas vidas.

2.Jesus é o exemplo máximo. Ele não rejeitou a doutrina, mas se alegrou com ela!

3.Esta doutrina nos informa, mas também nos inspira.

4.Não foi dada para satisfazer nossa vã curiosidade, mas para edificar nossas vidas.

5.A Soberania de Deus significa a Divindade de Deus. Quando falamos da soberania de Deus, queremos dizer muito mais do que o exercício do seu poder. Quando colocamos esse poder em cheque, colocamos em dúvida a própria divindade de Deus. Reconhecer a soberania de Deus é reconhecer o próprio Deus Soberano!

SI. Qual deve ser nossa atitude diante da Soberania de Deus?

I. Nossa Atitude Deve Ser de Piedoso Temor

1.Por que, hoje em dia, a grande maioria das pessoas se despreocupa com as realidades espirituais, amando os prazeres, ao invés de amar a Deus?

2.Por que o desafio contra o céu vai se tornando cada vez mais evidente, mais desenfreado, mais ousado?

3.Por que a autoridade da Escritura tem sido tão deploravelmente rebaixada?

4.Por que até mesmo entre aqueles que professam pertencer ao Senhor há tão pouca submissão à sua palavra, sendo seus preceitos estimados como coisa de pouca importância, e deixados de lado?

5.Eis a resposta: Porque não há temor de Deus!

Romanos 3:18 – “Não há temor de Deus diante de seus olhos.”

6.Deus precisa ser temido!

7.Os não salvos precisam temer a Deus

8.Os salvos precisam temer a Deus:

9.A Bíblia ordena que temamos os homens superiores a nós. Por que não temeríamos a Deus que é superior aos homens?

Efésios 6:5 – “Vós, servos, obedecei a vossos senhores segundo a carne, com temor e tremor…”

Filipenses 2:12 – “De sorte que, meus amados, assim como sempre obedecestes, não só na minha presença, mas muito mais agora na minha ausência, assim também operai a vossa salvação com temor e tremor.”

10.Houve época na qual era costume descrever o crente como “homem temente a Deus”. Infelizmente esse costume tornou-se quase extinto!

11.A falta de temor é resultado da rejeição da doutrina da soberania de Deus!

12.Precisamos proclamar a pleno pulmões a doutrina da soberania de Deus.

13.Deus se compadecerá de nós:

Salmo 103:13 – “Assim como um pai se compadece de seus filhos, assim o SENHOR se compadece daqueles que o temem.”

14.Deus olhará para nós:

Isaias 66:2 – “Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra.

15.Devemos obedecer a Escritura:

1 Pedro 2:17 – “Honrai a todos. Amai a fraternidade. Temei a Deus. Honrai ao rei.

II. Nossa Atitude Deve Ser de Obediência Implícita

1.O homem se considera auto-suficiente

2.O homem natural está cheio de orgulho e rebeldia

3.O remédio para essa doença é uma visão correta da Soberania de Deus

4.Faraó não queria obedecer a Deus.

Êxodo 5:2 – “Mas Faraó disse: Quem é o SENHOR, cuja voz eu ouvirei, para deixar ir Israel? Não conheço o SENHOR, nem tampouco deixarei ir Israel.

5.Faraó achava que Deus era apenas mais um deus entre muitos, destituído de poder, que não necessitava ser temido e obedecido.

6.A rebeldia de Faraó era fruto de sua ignorância quanto à majestade, autoridade e soberania do ser divino.

7.Uma visão de Deus e de sua soberania produzirá a obediência.

8.Jó teve uma visão correta de Deus e isso mudou sua atitude:

Jó 42:5,6 – “Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te vêem os meus olhos. Por isso me abomino e me arrependo no pó e na cinza.”

9.Isaías também teve uma visão de Deus:

Isaias 6:5 – “Então disse eu: Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos.”

10.O mesmo ocorreu com Daniel:

Daniel 10:6-9 – “E o seu corpo era como berilo, e o seu rosto parecia um relâmpago, e os seus olhos como      tochas de fogo, e os seus braços e os seus pés brilhavam como bronze polido; e a voz das suas palavras era como a voz de uma multidão. E só eu, Daniel, tive aquela visão. Os homens que estavam comigo não a viram; contudo caiu sobre eles um grande temor, e fugiram, escondendo-se. Fiquei, pois, eu só, a contemplar esta grande visão, e não ficou força em mim; transmudou-se o meu semblante em corrupção, e não tive força alguma. Contudo ouvi a voz das suas palavras; e, ouvindo o som das suas palavras, eu caí sobre o meu rosto num profundo sono, com o meu rosto em terra.”

III. Nossa Atitude Deve Ser de Total Resignação [Renúncia]

1.O reconhecimento da Soberania de Deus excluirá toda murmuração.

2.É natural que queixemos, que lamentemos, quando somos privados de coisas que nos apegamos. Somos propensos a considerar que nossos bens nos pertencem.

3.Quando nossos planos são bem sucedido achamos que temos o direito de conservá-lo.

4.Quando temos uma família feliz achamos que nenhum poder tem o direito de penentrar o círculo familiar e abater um ente querido.

5.O instinto perverso do coração humano é clamar contra Deus.

6.Aquele, porém, que reconhece a Soberania de Deus, cala tais queixas, curva-se perante a vontade divina, reconhecendo que Deus não o afligiu tão gravemente quanto ele merece.

7.O verdadeiro reconhecimento da Soberania de Deus admitirá o perfeito direito que Deus tem de fazer conosco o que bem quiser.

8.O crente espiritual dirá: “não fará justiça o Juiz de toda a terra?” (Gn.18:25).

9.Frequentemente há luta, porque a mente carnal permanece no crente até o fim de sua peregrinação na terra. Mas, embora lhe haja um conflito no peito, ainda assim, aquele que aceitou essa bendita verdade logo passará a ouvir aquela voz interior lhe falando “acalma-te, emudece” (Mc.4:39), e a tempestade que ruge em seu interior se aquietará, e a alma submissa elevará seus olhos, lacrimosos, é verdade, mas confiantes, aos céus e dirá: ”Seja feita a tua vontade”.

10.Um exemplo dessa atitude temos em Eli, quando ouviu a terrível notícia sobre as vontade do Senhor:

1 Samuel 3:18 – “Então Samuel lhe contou todas aquelas palavras, e nada lhe encobriu. E disse ele: Ele é o SENHOR; faça o que bem parecer aos seus olhos.”

11.Jó também teve uma atitude de resignação. Ele era justo e integro, e se há alguém que não merecia passar pelo que passou, este alguém foi Jó. No entanto Jó não somente reconheceu a soberania de Deus quando disse “o SENHOR o deu, e o SENHOR o tomou”, como também se regozijou com ela “bendito seja o nome do SENHOR”(Jó 1:21).

12.O verdadeiro reconhecimento da soberania de Deus leva-nos a submeter nossos planos à vontade de Deus:

Tiago 4:13-15 - “Eia agora vós, que dizeis: Hoje, ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos; Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece. Em lugar do que devíeis dizer: Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo.”

IV.   Nossa Atitude Deve Ser de Profunda Gratidão e Alegria

1.Quando o coração aprende essa elevada e bendita verdade da soberania de Deus, o resultado é bem diferente da submissão a contragosto, àquilo que é inevitável.

2.Haverá uma atitude de gratidão e alegria, como nos ordena a palavra de Deus, para que demos graças a Deus por tudo:

Efésios 5:20 – “Dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo.”

Salmo 103:1 – “Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome.”

3.Quando tudo ocorre conforme os nossos desejos damos graças a Deus e demonstramos profunda gratidão a Deus. Mas que dizer daquelas ocasiões em que as coisas ocorrem de maneira contrária a nossos planos e desejos?

4.Devemos reconhecer que todo bem temporal e espiritual vem de Deus:

Tiago 1:17 – “Toda a boa dádiva (temporal) e todo o dom perfeito (espiritual) vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação.”

5.O crente submisso e confiante na soberania de Deus terá uma fé operante, e uma fé operante  sabe alegrar-se sempre, em qualquer circunstância:

Filipenses 4:4 – “Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos.”

6.Jesus se alegrou com a soberania de Deus:

Lucas 10:21,22 – “Naquela mesma hora se alegrou Jesus no Espírito Santo, e disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que escondeste estas coisas aos sábios e inteligentes, e as revelaste às criancinhas; assim é, ó Pai, porque assim te aprouve. Tudo por meu Pai me foi entregue; e ninguém conhece quem é o Filho senão o Pai, nem quem é o Pai senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar.”

V.    Nossa Atitude Deve Ser de Adoração e Culto

1.J. B. Moody disse: “a verdadeira adoração se estriba na grandeza reconhecida, e essa grandeza se vê de maneira superlativa na soberania divina, e os homens não podem, realmente, prestar culto postados em qualquer outro escabelo”

2.Na presença do Rei divino até os serafins “escondem o rosto” em atitude de adoração.

3.Qual foi a atitude de Jó? Jó lamentou o seu “azar”? Amaldiçoou os bandidos? Murmurou contra Deus? Não! Curvou-se perante Deus, em adoração!

Jó 1:20 – “Então Jó se levantou, e rasgou o seu manto, e rapou a sua cabeça, e se lançou em terra, e adorou.”

4.A soberania divina não é a soberania de qualquer déspota ou tirano, mas é o beneplácito em exercício daquele que é infinitamente sábio e bom. Porque Deus é infinitamente sábio não pode errar, e, porque é infinitamente justo não fará qualquer injustiça. Aqui, pois, se acha a preciosidade dessa verdade. O simples fato de que a vontade de Deus é irresistível e irreversível enche-me de receio; mas tão logo reconheço que Deus só quer aquilo que é bom, meu coração se regozija!

Romanos 8:28 – “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.”

SI    Qual deve ser nossa atitude diante da Soberania de Deus?

Conclusão

1.1.Atitude de piedoso temor.

2.2.Atitude de obediência implícita.

3.3.Atitude de total resignação.

4.4.Atitude de gratidão e alegria.

5.5.Atitude de adoração e culto.

Deus é soberano na oração

Pr. Luiz Antonio Ferraz – Igreja Batista da Esperança – 10/11/2001

Texto: 1ª João 5:14

E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve.

Introdução

1.Há uma tendência universal de elevar a criatura e rebaixar o Criador

2.Esta tendência também se vê na oração

3.Fala-se muito no elemento humano, que temos que reivindicar as promessas

4.Não há lugar para as exigências, para os direitos e para a glória de Deus

5.Afirma-se que a oração muda as coisas, pode modificar Deus; pode mover o céu! Mentira!

6.Porque Deus é Soberano Absoluto:

1 Samuel 2:6-8 – “O SENHOR é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz tornar a subir dela. O SENHOR empobrece e enriquece; abaixa e também exalta. Levanta o pobre do pó, e desde o monturo exalta o necessitado, para o fazer assentar entre os príncipes, para o fazer herdar o trono de glória; porque do SENHOR são os alicerces da terra, e assentou sobre eles o mundo.”

7.A oração não muda o propósito de Deus

8.O propósito de Deus ocorrerá mesmo sem a nossa oração

9.Deus não irá mudar seu propósito porque Ele é imutável:

Tiago 5:17 - “Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação.”

Malaquias 3:6 – “Porque eu, o SENHOR, não mudo; por isso vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos.”

10.O propósito divino é sábio

Romanos 11:33-36 – “Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Porque, quem compreendeu a mente do Senhor? ou quem foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.”

11.O propósito divino é eterno (Ef.3:11)

Salmo 119:142 – “A tua justiça é uma justiça eterna, e a tua lei é a verdade.”

Salmo 119:144 -  “A justiça dos teus testemunhos é eterna; dá-me inteligência, e viverei.”

Salmo 148:6 – E os confirmou eternamente para sempre, e lhes deu um decreto que não ultrapassarão.

Eclesiastes 3:14 -  Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe deve acrescentar, e nada se lhe deve tirar; e isto faz Deus para que haja temor diante dele.

Isaias 14:24-27 -  O SENHOR dos Exércitos jurou, dizendo: Como pensei, assim sucederá, e como determinei, assim se efetuará. Quebrantarei a Assíria na minha terra, e nas minhas montanhas a pisarei, para que o seu jugo se aparte deles e a sua carga se desvie dos seus ombros. Este é o propósito que foi determinado sobre toda a terra; e esta é a mão que está estendida sobre todas as nações. Porque o SENHOR dos Exércitos o determinou; quem o invalidará? E a sua mão está estendida; quem pois a fará voltar atrás?”

12.Nossas orações é que devem estar de acordo com o propósito divino

1 João 5:14 – “E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve.”

13.Deus decretou os fins e os meios. Se Deus decretou um fato e que Ele ocorra através da oração de petição, Ele efetuará o fato, mas também concederá espírito de súplica. Lutero disse: “A oração não visa a vencer a relutância de Deus, mas a aprender-lhe a disposição favorável.”

I. A Oração tem o Propósito Trazer Honra a Deus

1.Pelo reconhecimento de seu domínio universal

2.Pelo reconhecimento de sua bondade, poder, imutabilidade, graça e soberania

3.Pelo reconhecimento de ser Ele o Autor de toda dádiva boa e perfeita.

II. A Oração tem o Propósito de Cumprir a Vontade Divina

1.A vontade dele é que cresçamos na graça:

2 Pedro 3:18 - “Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém.”

2.A vontade dele é que nos humilhemos perante Deus:

Tiago 4:10 - “Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará.”

1 Pedro 5:5-7 – “Semelhantemente vós jovens, sede sujeitos aos anciãos; e sede todos sujeitos uns aos outros, e revesti-vos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte; Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.”

3.A vontade dele é que cheguemos à presença de Deus:

Hebreus 4:16 – “Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça…”

4.A vontade dele é que exercitemos nossa fé:

Hebreus 10:22 – “Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé…”

5.A vontade dele é que o nosso amor seja fortalecido:

Salmo 116:1 – “Amo ao SENHOR, porque ele ouviu a minha voz e a minha súplica.”

6.A vontade de Deus é que sejamos cooperadores de sua obra:

1 Coríntios 2:5-9 – “Para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus. Todavia falamos sabedoria entre os perfeitos; não, porém, a sabedoria deste mundo, nem dos príncipes deste mundo, que se aniquilam; Mas falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério, a qual Deus ordenou antes dos séculos para nossa glória; A qual nenhum dos príncipes deste mundo conheceu; porque, se a conhecessem, nunca crucificariam ao Senhor da glória. Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, E não subiram ao coração do homem, São as que Deus preparou para os que o amam.”

7.Paulo orava pelo seu povo (Rm.10:1), mesmo sabendo que muitos não iriam salvar-se. Por quê? Porque Paulo orava pela salvação dos eleitos:

Romanos 10:1 – “Irmãos, o bom desejo do meu coração e a oração a Deus por Israel é para sua salvação.”

Romanos 11: 1-6 – “Digo, pois: Porventura rejeitou Deus o seu povo? De modo nenhum; porque também eu sou israelita, da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim. Deus não rejeitou o seu povo, que antes conheceu. Ou não sabeis o que a Escritura diz de Elias, como fala a Deus contra Israel, dizendo: Senhor, mataram os teus profetas, e derribaram os teus altares; e só eu fiquei, e buscam a minha alma? Mas que lhe diz a resposta divina? Reservei para mim sete mil homens, que não dobraram os joelhos a Baal. Assim, pois, também agora neste tempo ficou um remanescente, segundo a eleição da graça. Mas se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça. Se, porém, é pelas obras, já não é mais graça; de outra maneira a obra já não é obra.”

III. A Oração tem o Propósito de Conceder Bençãos

1.Mas se todas as coisas vêm “dele e por meio dele e para ele” (Rm.11:36), então por quê orar?

2.Se tudo já foi determinado, então para que orar?

3.Igualmente perguntamos: Qual é a necessidade de chegar-se alguém a Deus para   dizer-lhe aquilo que Ele já sabe?

4.A oração não tem o propósito de dar informações a Deus, mas expressar nosso reconhecimento de que Ele sabe o que precisamos:

Mateus 6:8 – “Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.”

5.O desígnio da oração é este: ela não tem o propósito de alterar a vontade de                 Deus, mas antes que ela seja cumprida.

6.Cristo sabia que seria exaltado pelo Pai, mas mesmo assim orou:

João 17:5 - “E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse.”

7.A vontade de Deus é imutável, e não pode ser alterada por nossos clamores. Nem as orações mais fervorosas podem alterá-la:

Jeremias 15:1 - “Disse-me, porém, o SENHOR: Ainda que Moisés e Samuel se pusessem diante de mim, não estaria a minha alma com este povo…”

Conclusão

1.As crenças populares reduzem Deus à função de servo, cumprindo nossas ordens que enviamos através da oração.

2.O que necessitamos é que Deus nos encha o coração com seus pensamentos, e então os seus desejos serão nossos, e assim pediremos de acordo com sua vontade, e seremos ouvidos.

3.Rogar algo a Deus “em nome de Jesus” significa rogar-lhe algo em sintonia com sua vontade, ou com a natureza de Cristo.

4.Pedir “em nome de Cristo” é como se o próprio Cristo estivesse fazendo a petição.

5.Só podemos pedir a Deus aquilo que Cristo pediria.

6.Quando rogamos pela salvação de um pecador, estamos reconhecendo a soberania divina! “Um calvinista é arminiano de pé, e um arminiano é calvinista de joelhos, porque os calvinistas apelam para a vontade do homem e sua escolha quando pregam, e os arminianos reconhecem que tudo depende de Deus quando oram. Devemos orar como se [porque] tudo dependesse [depende] de Deus, e pregar como se tudo dependesse do homem.” (Reverendo Samuel Falcão, Predestinação, Casa Editora Presbiteriana, São Paulo, 1981, p.26). Mas eu prefiro dizer que “…Devemos orar como porque tudo depende de Deus, e pregar como se tudo dependesse do homem.”

7.Quando oramos pela salvação de alguém, um pecador morto em delitos e pecados, estamos pedindo a Deus que o ressuscite espiritualmente. Se pudéssemos ressuscitar mortos, nós mesmos converteríamos os pecadores, e não haveria necessidade de rogarmos a Deus.

8.Vejamos o que J. I. Packer diz sobre a oração:

“Você ora pedindo a conversão de outras pessoas. Porém segundo quais termos você intercede por elas? Você limita-se a pedir que Deus as leve a um ponto em que possam salvar-se a si mesmas, independentemente dele? Não penso que você costuma fazer isso. Penso que o que você faz é orar, em termos categóricos, que Deus queira, de maneira simples e decisiva, salvar as pessoas; que Ele queira abrir os olhos do entendimento delas, abrandando os seus corações, renovando a natureza delas, e impulsionando suas vontades para que recebam o Salvador. Você pede que Deus opere nas pessoas tudo quanto for necessário para a salvação delas. Você nem pensaria em salientar, em sua oração, que você não está realmente pedindo de Deus que Ele leve as pessoas à fé, por reconhecer que isso é algo que Ele não pode fazer. Nada de coisas dessa ordem! Quando alguém ora em favor de pessoas não-convertidas, ora com base no pressuposto que está ao alcance do poder de Deus levar os pecadores à fé. E implora a Deus para que ele faça precisamente isso, e a sua confiança, na oração, repousa sobre a certeza de que Ele é poderoso para fazer o que lhe é pedido. E realmente Ele é poderoso para isso. Aquela convicção, que anima as nossas intercessões, é a própria verdade de Deus, escrita em nossos corações pelo Espírito Santo. Quando você ora, portanto, você sabe que Deus é quem salva; você sabe que o que faz os homens voltarem-se para Deus é a própria atuação graciosa de Deus que os atrai a si. E quando você ora, o conteúdo das suas orações é determinado por esse conhecimento. Portanto, pela sua prática de intercessão, não menos do que pelas suas ações de graças por sua conversão, você reconhece e confessa a soberania da graça de Deus. E o mesmo fazem todos os crentes, em todo lugar.” (J. I. Packer, Evangelismo e Soberania de Deus, Fiel, p.15).

Deus é soberano

Pr. Luiz Antonio Ferraz – Igreja Batista da Esperança – 03/11/2001

Texto: Romanos 11:36

Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.

I. Sobre a Vontade Humana dos Justos

1.Sobre os eleitos Deus exerce poder vivificante

1.1.Deus ressuscita os mortos espirituais:

Efésios 2:5 – “Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo…”

Colossenses 2:13 - “E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas.”

1.2.Deus concede sua natureza divina:

2 Pedro 1:4 – “Pelas quais ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo.”

1.3.Sem a natureza divina, comunicada no novo nascimento, é impossível a qualquer homem gerar um impulso espiritual, formar um conceito espiritual, ter pensamento espiritual, entender realidades espirituais, e, muito menos ainda dedicar-se a obras espirituais:

Lucas 6:43-45 - “Porque não há boa árvore que dê mau fruto, nem má árvore que dê bom fruto. Porque cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto; pois não se colhem figos dos espinheiros, nem se vindimam uvas dos abrolhos. O homem bom [Lc.18:19; Rm.3:10-18; Mt.7:11], do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração tira o mal, porque da abundância do seu coração fala a boca.”

Tiago 3:11,12 – “Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa? Meus irmãos, pode também a figueira produzir azeitonas, ou a videira figos? Assim tampouco pode uma fonte dar água salgada e doce.”

Jeremias 13:23 – “Porventura pode o etíope mudar a sua pele, ou o leopardo as suas manchas? Então podereis vós fazer o bem, sendo ensinados a fazer o mal.”

1.4.Deus transporta para o reino da luz:

Colossenses 1:13 – “O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor.”

2.Sobre os eleitos Deus exerce poder dinamizante

Efésios 1:18,19 - “Tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos; E qual a sobreexcelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder.”

Efésios 3:16 – “Para que, segundo as riquezas da sua glória, vos conceda que sejais corroborados [fortalecidos] com poder pelo seu Espírito no homem interior.”

Isaias 40:29 – “Dá força ao cansado, e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor.”

Miquéias 3:8 – “Mas eu estou cheio do poder do Espírito do SENHOR, e de juízo e de força, para anunciar a Jacó a sua transgressão e a Israel o seu pecado.”

Atos 1:8 – “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.”

Atos 4:33 – “E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.”

1Coríntios 2:4 – “A minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder.”

3.Sobre os eleitos Deus exerce poder orientador

Salmo 48:14 – “Porque este Deus é o nosso Deus para sempre; ele será nosso guia até à morte.”

Efésios 2:10 – “Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.”

Isaías 26:12 – “SENHOR, tu nos darás a paz, porque tu és o que fizeste em nós todas as nossas obras.”

Salmo 90:17 – “E seja sobre nós a formosura do SENHOR nosso Deus, e confirma sobre nós a obra das nossas mãos; sim, confirma a obra das nossas mãos.”

4.Sobre os eleitos Deus exerce poder preservador

Salmo 97:10 – “Vós, que amais ao SENHOR, odiai o mal. Ele guarda as almas dos seus santos; ele os livra das mãos dos ímpios.”

Salmo 37:28 – “Deixa a ira, e abandona o furor; não te indignes de forma alguma para fazer o mal.”

Salmo 145:20 – “O SENHOR guarda a todos os que o amam; mas todos os ímpios serão destruídos.”

Os crentes perseveram porque Deus os preserva!

1 Pedro 1:5 – “Que mediante a fé estais guardados na virtude de Deus para a salvação, já prestes para se revelar no último tempo.”

Judas 25,26 - “Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar, e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória, Ao único Deus sábio, Salvador nosso, seja glória e majestade, domínio e poder, agora, e para todo o sempre. Amém.”

II. Sobre a Vontade Humana dos Injustos

1.Sobre os ímpios Deus exerce poder restringidor

Gênesis 20:6 – “E disse-lhe Deus em sonhos: Bem sei eu que na sinceridade do teu coração fizeste isto; e também eu te tenho impedido de pecar contra mim; por isso não te permiti tocá-la.”

Gênesis 37:20 – “Vinde, pois, agora, e matemo-lo, e lancemo-lo numa destas covas, e diremos: Uma fera o comeu; e veremos que será dos seus sonhos.”

Gênesis 45:8 – “Assim não fostes vós que me enviastes para cá, senão Deus, que me tem posto por pai de Faraó, e por senhor de toda a sua casa, e como regente em toda a terra do Egito.”

Números 23:8,20 – “(8) Como amaldiçoarei o que Deus não amaldiçoa? E como denunciarei,  quando o SENHOR não denuncia? (20) Eis que recebi mandado de abençoar; pois ele tem abençoado, e eu não o posso revogar.”

2.Sobre os ímpios Deus exerce poder suavizante

Gênesis 39:3,4,21 – “(3) Vendo, pois, o seu senhor que o SENHOR estava com ele, e tudo o que fazia o SENHOR prosperava em sua mão, (4) José achou graça em seus olhos, e servia-o; e ele o pôs sobre a sua casa, e entregou na sua mão tudo o que tinha. (21) O SENHOR, porém, estava com José, e estendeu sobre ele a sua benignidade, e deu-lhe graça aos olhos do carcereiro-mor.”

Atos 7:10 – “E livrou-o de todas as suas tribulações, e lhe deu graça e sabedoria ante Faraó, rei do Egito, que o constituiu governador sobre o Egito e toda a sua casa.”

Êxodo 2:6 - “E abrindo-a, viu ao menino e eis que o menino chorava; e moveu-se de compaixão dele, e disse: Dos meninos dos hebreus é este.”

Gênesis 33:4 – “Então Esaú correu-lhe ao encontro, e abraçou-o, e lançou-se sobre o seu pescoço, e beijou-o; e choraram.”

Ester 4:16 – “Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais nem bebais por três dias, nem de dia nem de noite, e eu e as minhas servas também assim jejuaremos. E assim irei ter com o rei, ainda que não seja segundo a lei; e se perecer, pereci.”

Ester 5:2 – “E sucedeu que, vendo o rei à rainha Ester, que estava no pátio, alcançou graça aos seus olhos; e o rei estendeu para Ester o cetro de ouro, que tinha na sua mão, e Ester chegou, e tocou a ponta do cetro.

Daniel 1:9 – “Ora, Deus fez com que Daniel achasse graça e misericórdia diante do chefe dos eunucos.”

Provérbios 21:1- “COMO ribeiros de águas assim é o coração do rei na mão do SENHOR, que o inclina a todo o seu querer.”

Esdras 1:1,2 – “NO primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia (para que se cumprisse a palavra do SENHOR, pela boca de Jeremias), despertou o SENHOR o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual fez passar pregão por todo o seu reino, como também por escrito, dizendo: Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O SENHOR Deus dos céus me deu todos os reinos da terra, e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que está em Judá.”

Esdras 7:27 – “Bendito seja o SENHOR Deus de nossos pais, que tal inspirou ao coração do rei, para ornar a casa do SENHOR, que está em Jerusalém.”

3.Sobre os ímpios Deus exerce poder orientador

Isaias 10:5-7 – “Ai da Assíria, a vara da minha ira, porque a minha indignação é como bordão nas suas mãos. Enviá-la-ei contra uma nação hipócrita, e contra o povo do meu furor lhe darei ordem, para que lhe roube a presa, e lhe tome o despojo, e o ponha para ser pisado aos pés, como a lama das ruas. Ainda que ele não cuide assim, nem o seu coração assim o imagine; antes no seu coração intenta destruir e desarraigar não poucas nações.”

4.Deus endurece o coração dos ímpios e lhes cega as mentes

Salmo 105:25 – ” Virou o coração deles [Egito] para que odiassem o seu povo, para que tratassem astutamente aos seus servos.”

Êxodo 4:21 – “E disse o SENHOR a Moisés: Quando voltares ao Egito, atenta que faças diante de Faraó todas as maravilhas que tenho posto na tua mão; mas eu lhe endurecerei o coração, para que não deixe ir o povo.”

Romanos 9:17 – “Porque diz a Escritura a Faraó: Para isto mesmo te levantei; para em ti mostrar o meu poder, e para que o meu nome seja anunciado em toda a terra.”

Êxodo 14:17,18 – “E eis que endurecerei o coração dos egípcios, e estes entrarão atrás deles; e eu serei glorificado em Faraó e em todo o seu exército, nos seus carros e nos seus cavaleiros, E os egípcios saberão que eu sou o SENHOR, quando for glorificado em Faraó, nos seus carros e nos seus cavaleiros.”

Deuteronômio 2:30 – “Mas Siom, rei de Hesbom, não nos quis deixar passar por sua terra, porquanto o SENHOR teu Deus endurecera o seu espírito, e fizera obstinado o seu coração para to dar na tua mão, como hoje se vê.”

Josué 11:19,20 – “Não houve cidade que fizesse paz com os filhos de Israel, senão os heveus, moradores de Gibeom; por guerra as tomaram todas. Porquanto do SENHOR vinha o endurecimento de seus corações, para saírem à guerra contra Israel, para que fossem totalmente destruídos e não achassem piedade alguma; mas para os destruir a todos como o SENHOR tinha ordenado a Moisés.”

João 12:37-40 - “E, ainda que tinha feito tantos sinais diante deles, não criam nele; Para que se cumprisse a palavra do profeta Isaías, que diz: SENHOR, quem creu na nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor? Por isso não podiam crer, então Isaías disse outra vez: Cegou-lhes os olhos, e endureceu-lhes o coração, A fim de que não vejam com os olhos, e compreendam no coração, E se convertam, E eu os cure.”

2 Tessalonicenses 2:11 – “E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira.”

Caminhando no Deserto

2009 será o ano das Grandes Conquistas!!!

Deus lhe abençoe muito neste ano. Estamos retomando as publicações a partir de hoje.

Agradeço os emails e os recados. Estarei respondendo a todos, na medida do possível.

É bom descansar um pouco. É bom também, poder retornar.

A Palavra Profética para você, é que neste ano de 2009, vc obterá grandes possibilidades e grandes recursos para grandes conquistas.

Deus lhe abençoe muito

Pastor Derville