Feliz Ano Novo!!!

Momento para podermos refletir. Fazer um balanço. Planejar.

Deus abençoe vc e toda a sua família!

Pastor Derville

Até onde vai a intimidade entre namorados?

É comum que um casal de namorados concorde com qualquer conceito que favorece o relacionamento deles. Mas, se algo dificulta usufruir do grande amor que um tem pelo outro, então isso não é bem-vindo, mesmo que venha da Bíblia e de Deus. Os apaixonados são cúmplices, se entendem muito bem e acham que ninguém é capaz de compreender a dimensão do amor que têm.

Alguns casais acham que ter relações sexuais no namoro, é um meio de se conhecerem melhor e provarem o amor mútuo, mesmo que esse seja um argumento simplista demais. Pelo fato de namorarem a alguns meses, acham que “se conhecem muito bem”. Muitos quando começam o namoro, não concordam com isso, mas, como “o amor é cego”, com o tempo esse pensamento cai por terra. Os anticoncepcionais facilitam essa prática.

Quando o casal está de acordo, essa aventura se concretiza facilmente. Porém, o que muitos não sabem é que na hora mais esperada as coisas não acontecem como imaginadas. A falta de experiência, o sentimento de culpa, o medo de serem descobertos e a necessidade de manterem o fato escondido, se torna um tormento e não um prazer. Sem falar na possibilidade de uma gravidez indesejada e possíveis doenças sexualmente transmissíveis. E aí, aquilo que poderia ser um prazer, pode se tornar um terror que poderá permanecer por toda a vida, pois a consciência é a única namorada da qual jamais poderemos nos livrar. Quanto à falta de experiência, ninguém precisa treinar para isso, ela acontece naturalmente no casamento. Os órgãos genitais não se atrofiam e facilmente se ajustam, pois são feitos de músculos.

A chamada “prova de amor” com o sexo antes do casamento, é exatamente falta de amor. A Bíblia diz que “o amor não pratica o mal contra o próximo” (Rm 13.10). E o sexo no namoro é um mal a si e ao próximo, pelas razões já citadas e tantas outras. A desconfiança paira na relação. Se ele e ela não foram capazes de esperar até o casamento, poderão suportar um caso dentro casamento? Se não foram capazes de dizer “não” antes do casamento, qual será a resistência para não dizerem um outro “sim” fora do casamento? Que modelo darão aos filhos ao ensinarem os bons princípios de conduta nessa área? É claro que Deus perdoa esse pecado, mas a cicatriz fica.

A intimidade do casal deve ser no coração, não nos órgãos genitais com carícias e relações sexuais. Um casal de namorados que não desenvolve uma verdadeira amizade, se torna mais vulnerável, mesmo depois do casamento. O calor da paixão na adolescência é pouco consistente como prova para os anos seguintes. Essa é uma fase de mudanças rápidas no corpo e nas emoções. Sabe-se que um adolescente pode se apaixonar em média até cinco vezes antes de completar vinte anos. Cada um deve se guardar para aquela pessoa com a qual se viverá por toda a vida depois do casamento.

Volto a citar os anticoncepcionais, para dizer que eles não fazem bem para uma menina adolescente. Por impedir a ovulação, eles alteram o ciclo menstrual, podendo até provocar esterilidade. Se o uso de pílulas acontecer por muito tempo, a moça poderá ter sua menstruação completamente interrompida, exigindo um complexo tratamento posterior. Em nome do amor paixão, não compensa abusar do próprio corpo com pílulas e práticas sexuais com uma pessoa que você não tem aliança com ela. A satisfação de alguns minutos não podem superar a tortura de dias, meses e anos pela frente. Por mais que se queira negar, é impossível viver em paz no pecado.
As implicações das intimidades físicas no namoro são muito abrangentes. Os pais não concordam e sofrem com elas na vida de seus filhos. Que amor é esse que provoca lágrimas quentes no rosto de uma mãe e de um pai com uma filha que perdeu a virgindade com o namorado, ou com uma gravidez inesperada? Que pai ou mãe se orgulha de ter um filho com fama de garanhão? Quem gostaria de conviver com lembranças indesejadas quando na cama com seu cônjuge e lembrar de outras relações sexuais com uma pessoa que faz parte do passado?

Enquanto escrevo esta página, estou completando 29 anos de namoro com minha esposa. Ela foi minha primeira namorada e eu fui seu primeiro namorado. Éramos adolescentes quando começamos o namoro, sem experiências e muitas instruções, mas Deus nos preservou maravilhosamente com sua graça. Eu tenho dito que não temeria mostrar literalmente o filme de nosso namoro para ninguém. É verdade que tivemos nossos momentos quentes de emoções fortes, mas nada que nos comprometesse à luz dos padrões de Deus revelados em sua Palavra, a Bíblia. O que nos ajudou a ter um namoro positivo, foi o nosso compromisso com Deus e o seu Reino. Sempre fomos envolvidos com a obra do Senhor, líamos a Bíblia e orávamos juntos. Isso certamente fez a diferença.

Estou escrevendo sobre a intimidade dos namorados, mas não posso deixar de mencionar a importância da intimidade dos pais com seus filhos. Não tenho dúvidas em afirmar que muitos namoros indecorosos são reflexos de filhos carentes de afeto e amor por parte de seus pais. Todos nós temos uma espécie de balão emocional. Os pais são os primeiros responsáveis em manter esse balão cheio na vida de seus filhos. Isso acontece na vida comum do lar, com palavras, ações e reações. Quando a criança cresce e chega à adolescência com esse balão vazio, ela se torna presa fácil em uma paquera e pouco se faz necessário para ela se entregar incondicionalmente a alguém, devido o vazio que precisa ser preenchido. Antes de qualquer outra coisa, o jovem quer amizade, afeto, respeito, carinho. Quando ele tem isso, muitas vezes não acontece a intimidade física no namoro. Ela é reservada para o casamento.

A intimidade física no namoro não compensa. O que é feito em nome do amor, tantas vezes acaba com a auto-estima. Muitas moças engordam muito na adolescência com o uso de anticoncepcionais. Isso sem falar em muitos gastos na tentativa de superar as conseqüências de uma decisão sem sabedoria. Ninguém terá uma vida sexual saudável fora do casamento. Deus estabeleceu isso e ninguém será capaz de mudar. Quando tentamos quebrar as leis, na verdade estamos quebrando a nós mesmos.

Acima de tudo, a intimidade do casal deve ser com Deus. A Bíblia diz: “O SENHOR confia os seus segredos aos que o temem, e os leva a conhecer a sua aliança” (Sl 25.14). E mais: “Deleite-se no SENHOR, e ele atenderá aos desejos do seu coração. Entregue o seu caminho ao SENHOR; confie nele, e ele agirá” (Sl 37.4-5). Deus deve ser o centro de um namoro abençoado. Se ele for colocado em primeiro lugar, o casal terá toda a direção, sabedoria e equilíbrio para lidar bem com todas as situações. O prazer da comunhão com Deus nunca pode ser subestimado pelo prazer da intimidade no namoro. Se assim for feito não será Deus que atenderá os desejos do nosso coração, mas nós mesmos satisfazendo os desejos carnais, egoístas e contrários à vontade de Deus, o que só trará tristezas, mesmo que precedidas de efêmeras alegrias. Quem tem intimidade com Deus, tem intimidade certa, na hora certa, com a pessoa certa devidamente. Não devemos nos amoldar ao padrão de namoro deste mundo, mas nos mantermos firmes na Palavra de Deus, renovando a mente com tudo o que for verdadeiro, nobre, correto, puro, amável, de boa fama, e tudo o mais que for excelente e digno de louvor (Rm 12.2; Fp 4.8).

O orgulho conduz ao fracasso!

Reputação Corporativa

Por Rick Boxx

Boa reputação corporativa é crucial para o sucesso a longo prazo de um negócio. E, gostemos ou não, embora exija muito trabalho árduo estabelecer e manter um padrão favorável de respeito no mundo profissional e empresarial, a boa reputação destrói-se em curto espaço de tempo, frequentemente para jamais ser reconquistada.

Num artigo do “Wall Street Journal” intitulado, “On Business Storm-Proofing”, (Negócios à Prova de Tempestades), Leslie Gaines-Ross, chefe da área de conhecimentos e pesquisa da Burson-Marsteller, uma firma internacional de consultoria em relações públicas e negócios, destacou a pesquisa que descobriu os primeiros sinais de alerta, de negócios com reputação em risco. O estudo mostrou que sete condições estão sempre presentes em empresas com problemas:

  1. Baixa disposição de ânimo dos empregados.
  2. Políticas internas mais importantes que a qualidade do trabalho.
  3. Executivos de nível mais elevado deixando a empresa.
  4. Credibilidade do CEO substituída pela sua notoriedade pública.
  5. Empregados referindo-se aos clientes como sendo algo incómodo.
  6. Empregados que deixam de contar histórias positivas sobre a empresa.
  7. Administração que gasta mais tempo com questões internas do que externas à matriz corporativa.

Muitas vezes, a prosperidade de um negócio pode ser estimulada durante certo tempo, fazendo com que as coisas pareçam extremamente positivas, antes que esses “avisos de tempestade” comecem a exercer impacto sobre as metas fiscais da companhia. Entretanto, deveria existir uma séria preocupação quando a maioria desses sintomas problemáticos se tornam evidentes, não importando qual o quadro financeiro do momento. Esse deveria ser um excelente momento para uma revisão, com ênfase especial no escrutínio minucioso da equipa de liderança.

O denominador comum na lista apresentada por Gaines-Ross parece ser “atitude”. No popular filme sobre desporto, “Remember the Titans”, há uma cena em que os líderes das equipas trocam farpas verbais entre si. Quando o capitão duma das equipas confronta o outro acerca de sua atitude, a sua resposta é uma poderosa observação: “Atitude reflecte liderança”.

Quando a liderança começa a concentrar o seu foco mais sobre a base de poder e o “status” de celebridade do que nas necessidades fundamentais de clientes e empregados, do tipo “eu primeiro”, pode rapidamente resultar em atitudes deficientes em toda a organização.

Provérbios 16:18-19 lembra-nos: “O orgulho conduz ao fracasso;  a arrogância conduz à queda.  Mais vale viver modestamente com os pobres do que repartir tesouros com os soberbos”.  Se a sua organização está a começar a apresentar algumas dessas sete características mortais, antes de mais nada, examine-se minuciosamente. Depois avalie os seus líderes e tente determinar se a causa que está por detrás do problema não é o orgulho. Se descobrir que sim, arrependa-se com humildade, determine-se a melhorar e comece a formular uma estratégia para que isso se torne realidade, para si mesmo e para sua empresa como um todo.

Crises antes do casamento

Alguém disse que: “o Casamento é uma fortaleza sitiada, cercada, quem está fora quem entrar, quem está dentro quer sair”. Este tem sido o versículo mais usado nos nossos convites de casamento, muitos dos quais já terminaram num Cartório. Um amor à prova de vendavais precisa de maturidade. Inspirado no amor de Deus será um amor forte, aceso e tão rico que ninguém pode comprá-lo.

Parece que nos envolvemos demais com o romantismo dos contos de fada e desprezamos o amor bíblico e maduro que fortalece os relacionamentos. Os casais precisam redescobrir este livro.

Precisamos com urgência de um programa de apoio às famílias que discuta a fundo as questões diárias que nos levam a essas crises e com coragem tratarmos da saúde conjugal afetada.

I – ESTEJAMOS ATENTOS A ALGUMAS QUESTÕES FUNDAMENTAIS

Sem vigilância mútua nosso casamento se expõe. Essa vigilância implica em avalia-ções freqüentes. Quando nos avaliamos, de algum modo corremos o risco dessa liberdade, mais vale a pena. Alguns mitos precisam ser banidos no começo da vida conjugal:

1 – Nenhum casamento vem pronto e acabado – A felicidade do casamento é artesanal e requer paciência. Durante o noivado traçamos o projeto. Agora temos a vida inteira para a construção e reformo ou aprimorar o acabamento. O amor deverá ser vivenciado pela renúncia, diálogo aberto e liberdade de expressão.

2 – Qualquer casamento está potencialmente sujeito à separação – Somos pecadores, falíveis e o Evangelho não nos isenta de tribulação. Mas alguns preferem ser ufanistas cegos que pensam que serão felizes por causa da sua fé apenas piedosa. Outros influenciados pelo pessimismo que se abate sobre as famílias desistiram na primeira dificuldade. Em ambos os casos, tem resultado uma vivência amarga, porque as fraquezas não foram tratadas com amor.

3 – Nem todos estão preparados para encarar as diferenças individuais – Nosso risco começa no noivado. Nós sabemos da diferença mas disfarçamos por causa da conquista. Não discutimos e até nem “brigamos” por essas questões e “despachamos a bagagem” para dentro do casamento. Ser diferente é simplesmente normal. No aconselhamento pré-nupcial sempre en-contramos noivos que me dizem que são “almas gêmeas”, e isso não raro, resulta em choque futuro. O segredo, para mim, consiste em tirar bom proveito dessas diferenças em função da unidade. Este é um dos grande segredos da vida conjugal.

4 – Muitas vezes os grupos de apoio são também grupos de pressão – Muitos dos casamentos que já acabados resultaram da pressão de pais, familiares, sociedade e mesmo a igreja. Mas nem sempre nós estamos convicto do que queremos. O mesmo grupo que escolhe para nós um casamento poderá nos cobrar depois o nosso fracasso. A Igreja precisa incentivar o poder in-dividual de decisão e apoiar.

II – PRECISAMOS DE SABEDORIA PARA VENCER AS CRISES

Encarar a crise como normal e que precisa ver vencida com amor é preciso identificar o ponto trazido ao casamento ou adquirido na trama doméstica da inter-relação. Falaremos de crises mas na verdade queremos falar de níveis de relacionamento. A crise vem da não compreen-são de um bom relacionamento

1 – Crise de mando e de poder – Os três Poderes em nossa casa – Talvez uma das sérias. Geralmente não resolvida no noivado vai tomando força e prejudicando a boa relação conjugal. O autoritarismo e a subserviência são dois pontos fracos. Na maioria das vezes o autoritário é machista e freqüentemente desfaçado de conteúdo bíblico. Se Deus for mesmo o Senhor da nossa família e aprendermos o que Deus ensinou ao primeiro casal sabe-remos administrar harmonicamente a nossa família.

2 – Crise de economia e finanças – o dinheiro desponde por tudo – Esta crise está intimamente ligada a de mando e poder. Se Deus for o Senhor da casa e a nossa visão de mordomia for bíblica, ninguém será sócio majoritário. Primeiro o Reino de Deus, segundo o casal harmonicamente, com sabedoria, incluindo os filhos discutirão juntos as suas decisões.

3 – Crise sócio-familiar – os demais da família – Quando dois se casam, um leque de fraternidade ou de intrigas podem estar se abrindo. O casal precisa dar espaço aos demais familiares até o limite e não interferir em qualquer decisão a ser tomada pelos dois. Muitos pais falham porque continuam a dirigir seus filhos por “controle remoto”.

4 – Crise de criatividade, falta humor e relaxamento no lazer – Em geral os noivos procuram ser criativos, cheios de bom humor e promovem seu lazer. Quando se casam, em nome de muita ocupação, ganhar mais dinheiro ou muitos cursos, enterram esta chance de vida ao casamento. Saber “quebrar o gelo” e dar um novo toque de alegria a relação conjugal é para muitos a porta da saída da crise.

5 – Crise afetivo-sexual – o que a falta de carinho pode fazer – Muitos casais se queixam sempre da famosa diferença entre ser noivo e ser casado. É como se tivessem sido enganados. Muitas promessas não cumpridas. E no afeto a crise é grande. Quando abandonamos os pequenos gestos começamos a “matar” o afeto do outro por nós. Cada um deve Ter liberdade de se expressar livremente e o outro de entender o seu gesto. As outras crises atingem a esta e quando não temos mais motivo para estarmos juntinhos e aquecidos, em qualquer idade, entramos numa área de risco e não raro tem sido aqui a porta da infelicidade. Este tratamento não tem contra-indicação, serve em qualquer idade.

6 – Crise da fé bíblica – Espiritualidade – Na verdade, a resposta à todas essas crises está na Palavra de Deus. Muitas vezes para convencer a família, igreja e pastor dizemos que estamos “no plano de Deus”, mas é o cultivo diário da Bíblia, oração em família, testemunho da palavra que manterão a família em pé. Sem espiritualismo falso.

CONCLUSÃO

Jamais minimize a crise nem a superestime. Juntos em oração, renúncia e franco diálogo, muitas crises serão vencidas. É preciso incrementar o aconselhamento bíblico da família nas igrejas e grupos de casais de mútua ajuda e que sejam confidentes.

Quanto você semeia?

Tempo Desperdiçado – Custo muito Elevado

Por Rick Boxx

Se é um “trabalhador normal”, segundo a definição de pesquisadores do mercado de trabalho, hoje, vai desperdiçar mais de 25% do seu tempo.  De acordo com uma incrível pesquisa baseada na Internet, um trabalhador médio desperdiça 2.1 horas por dia de trabalho, sem incluir o tempo para almoço e os intervalos para o “cafezinho”.

Para o empregador, esse descuido com o tempo durante a jornada diária de trabalho atinge custos elevados.  Imagine o que poderia ser feito se essas horas fossem usadas de forma produtiva, ao invés do mau uso que se faz delas.  Como são gastas essas horas improdutivas?  Uma pesquisa da “salary.com” revela que existem diversas actividades que desperdiçam tempo, porém, as duas mais significativas são:  navegar na Internet por motivos pessoais e excesso de “confraternização” entre colegas durante o expediente.

Quando inquiridos acerca das razões porque desperdiçam tempo no trabalho, um terço dos trabalhadores respondeu que não tem tarefas suficientes para mantê-lo ocupado.  Porém, o que me pareceu mais desconcertante foram os 23,4% que justificaram a sua indolência, dizendo acreditar que estavam a ser mal pagos.  Parece-me irónico que alguém jogue fora quase um quarto do seu dia de trabalho e queira contender que deveria ser melhor remunerado.

Provérbios 27:18 adverte-nos:  “O que cuida da sua figueira comerá do seu fruto;  o que cuida do seu amo receberá honras.“  Esse provérbio fala de um princípio eterno:  colhemos o que plantamos!  Se nos dispusermos a fazer o nosso trabalho com excelência, com o objectivo principal de, através dele, glorificar a Deus, colheremos os benefícios.  Com certeza que existem exemplos de patrões que não reconhecem ou não recompensam os empregados fiéis.  Mas à medida que a sua capacidade e seu valor se desenvolvem, também se apresentam mais oportunidades para que trabalhem para quem os valorize.

Se está a desperdiçar o tempo de seu empregador de algum modo, considere as consequências.  A sua empresa torna-se menos produtiva, os lucros serão menores e arrisca-se a não ser honrado, nem a ter o reconhecimento devido. E, o mais importante, é que não estará a trabalhar com todo o coração “como para o Senhor“, tal como ensina a Bíblia (Colossenses 3:17-23).

Para evitar que caia na indolência, tornando-se num inútil e e improdutivo, não apenas com seus talentos, mas também com as suas capacidades e experiências, examine as suas actividades diárias periodicamente.  Avalie sinceramente como emprega o seu tempo e determine o seu nível de produtividade.  Sente que realmente fez o seu melhor e realizou o máximo que podia num determinado dia?  Eu sugeriria que não fizesse essa “auto-inspeção” uma única vez, mas com regularidade.  Passará a viver uma experiência enriquecedora.  Quando perguntar, “Onde é que foi parar o meu tempo?”, será capaz de encontrar uma resposta racional e correcta.

Ao fazer essa auto-avaliação, não tenha por objectivo recuperar o tempo perdido. O que passou, passou – não pode ser mudado.  Mas pode usar essa revisão para fazer melhor no futuro.  Quando – e se – falhar nessa questão, lembre-se que irá colher o que semear!  “Com efeito, quem pouco semeia pouco poderá recolher.  Mas quem semear muito há-de recolher muito.” (II Coríntios 9:6).

Quanto tempo deve durar um casamento?

Se quer casar, pratique o AMOR, mas que amor …O amor que é sofredor, que é benigno; o amor que não é invejoso; o amor que não trata o cônjuge com leviandade, que não se ensoberbece, o amor não se porta com indecência, que não busca os seus interesses, que não se irrita, que não suspeita mal; que não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade; o amor que tudo sofre, que tudo crê, que tudo espera, que tudo suporta; O amor que nunca falha. Mas se perfil é de levianos, irresponsável, conquistador, que a nova, a mulher do amigo você faz sua íntima, então o seu perfil é de Sansão e de algumas o perfil é de Dalila.

Sansão e sua inquieta personalidade leviana LEIA o livro de Juízes caps. 13,14 O segredo da sua força não estava em músculos humanos, mas no poder dado por Deus. E quando “o Espírito de Deus se torna ativo nele” que recebe o poder de matar um leão sem ter nada na mão, e mais tarde quer revidar a traição filistéia, abatendo 30 dentre eles. (Jz 14:6, 19) Visto que os filisteus continuam a agir traiçoeiramente em conexão com o casamento que Sansão está para contrair com certa moça filistéia, ele toma 300 raposas e, virando-as cauda contra cauda, coloca tochas entre as caudas e as envia para incendiarem os campos de cereais, os vinhedos e os olivais dos filisteus.

No casamento misto falta o mesmo temor ao mesmo Deus Mateus 19 8,9 – Jesus: Moisés deu o divórcio por causa da dureza dos vossos corações. Disseram-lhe eles: Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio e repudiá-la? Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu repudiar vossa mulher; mas, ao princípio, não foi assim.

Introdução

A) Estou lendo o livro “Quem tem razão?” De Jaclynn Morris e Paul L. Fair Editora Melhoramentos, 2006, SP que trata de 6 questões para resolver conflitos de casais. Eles começam seu livro dizendo que no casamento tem de haver uma solução melhor além de brigar, recuar ou fugir. Como ajudar casais em conflitos?

Quais devem ser os primeiros passos depois da gota d,água?

Exercício

1) Quais são os meus sentimentos negativos? 2) Qual é a maneira mais justa de descrever o problema? 3) Por que eu quero resolver a situação? 4) Como eu gostaria que as coisas fossem entre nós? 5) Como posso conseguir isso? 6) E se isso não funcionar, o que mais posso fazer?

B) Vamos lembrar as lições do Titanic à luz do casamento

Provavelmente a maioria de vocês assistiu ao filme “Titanic”. O experiente capitão do Titanic recebeu seis avisos de alerta. Os avisos diziam para ele viajar mais devagar, mudar o curso, pegando a rota mais ao sul, onde as águas eram mais quentes, evitando assim os icebergs.

Ele ignorou teimosamente todos os avisos de alerta. Como ele era o capitão, ele pensou, “Este navio nunca afundará!” Então, ouviu-se um estrondo pavoroso, e o gigante e poderoso navio atingiu uma enorme montanha de gelo. Ele afundou rápida e desastrosamente. Quem não muda de rumo quando recebe um sinal de alerta é candidato ao desastre. Quem muda o curso de sua vida quando avisado pode evitar o desastre e celebrar a viagem. Este é um tremendo princípio que podemos aprender do Titanic.E este é também o maior de todos os segredos para fazer com que o amor dure para sempre. Esteja atento aos sinais de alerta da sua caminhada; dê ouvido a estes sinais; abra bem os olhos para enxergar estes avisos. Assim, você poderá mudar de rumo rapidamente, sem comprometer a sua felicidade. No entanto, quando estamos apaixonados, muitas vezes, nossos ouvidos ficam fechados aos inúmeros sinais de alerta que a própria relação nos oferece.

Vejamos alguns sinais de alerta que afirmam que a relação precisa ser repensada

Para ele ou ela. Exemplos para serem observados no namoro/noivado.

1. O rapaz grita com a mãe. Depois ele vai gritar com a esposa. 2. Existe um descontrole financeiro no namoro, vai haver no casamento. 3. O namoro os afasta da vida com Deus. Como será depois – namorou, se afastou da igreja 4. Ele é violento? Vai ser com você. 5. Ela não permite que ele converse com outras pessoas (rapazes ou moças) fará depois. 6. A paixão causa sofrimento, é doentia. É perigoso prosseguir. 7. Alguém não se dá com a própria família ou com a do outro. Você deixa a família mas convive com eles todos os dias. Morar com ou junto de familiares, só por um tempo ou circunstâncias. Quem casa quer casa. 8. Um dos dois não é cristão. Não adianta misturar o que não se mistura. 9. Um dos dois não se envolve com a igreja. Como será depois? 10. A intimidade está indo longe demais. O pai vai ser avô mais rápido. 11. Culpa sem tratamento – bloqueio no casamento. 12. Discussões constantes. Brigas encomendadas no casamento.

O que são esses avisos. O que são as durezas do coração?

Afinal, por que os casamentos estão se acabando mais cedo?

1. Porque os jovens se cansam de buscar ser o servo (a) de Deus – e partem para o casamento misto, contra a palavra de Deus – As Igrejas não podem ter outro discurso nem prática. II Co. 6.14″nas recomendações sobre casamento ele diz: Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis, porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. E mais I Co. 7.39, se quiser casar de novo a viúva…. A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo em que o seu marido vive; mas, se falecer o seu marido, fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor.” E se você não se casar? É um equívoco das igrejas permitirem a cerimônia de culto desse casamento (quantos temos – como vivem essa relação conjugal? Há comunhão bíblica? – E mais …”o jovem precisa ter a visão e a missão da sua família – Qual o plano de Deus? – como Sara, eles atropelam o plano de Deus – “ah está demorando demais esse menino nascer, disse Sara “…….Se não for de Deus é laço.

2. Porque não aceitam a recomendação bíblica que diz: “Devem deixar os seus pais e formar a sua própria família. “Deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher e serão ambos uma só carne.” Tem pais também que não ajudam eles até incentivam – venham para cá – mas é preciso ter a sua própria casa – engravidam antes, – não tem condições de se manter, – não amadureceram melhor o seu projeto. – Porém existem membros de igreja que não dão testemunho de serem crentes fiéis. Depois do casamento os pais se tornam parentes.

3. Porque muitos não querem gastar tempo num projeto durante uns dois anos, entre namorar e casar para projetar e se suprir. De preferência, não devem começar já dependendo dos familiares – espiritualizam – “Deus está me chamando para casar”. “Ele me disse que este é noivo certo.” “O tempo é curto mas já sabemos o que queremos, nascemos um para o outro, somos almas gêmeas, eu sinto isso.” Calma jovens – pode não ser – Há noivados de muito tempo e que viram uma complicação, é verdade. Não é para noivar muitos anos. Mas o mínimo, com planejamento

4. Porque algumas pessoas não querem trabalhar, nem estudar. Não tem alvos para a vida, não tem boas ambições. Alguém que fica sempre dependendo do outro – um (a) parasita – sem projeto de vida, sem ambição de vida. Um vai sustentar o outro e depois vem os problemas. Apesar disso dentro do casamento hoje onde os 2 cônjuges trabalham vai ser necessário eventualmente um assumir a casa na perda do emprego do outro, e neste sentido os homens tem sofrido muito mais hoje, por causa da tradição de ser ele o supridor oficial.

5. Porque muitos são desconfiado(a)s, ciumento(a)s, possessivo(a)s, dominantes Se já em atrito no namoro /noivado está dando sinais de fumaça, conte com fogo no futuro. Seja ele ou ela – dando sintomas disso no namoro/noivado. Violência no noivado, violência por palavras e física é melhor acabar.

6. Porque não querem ter filhos. “Casar tudo bem, mas ter filhos?”

“Filhos, nem pensar!” Reportagem colhida no site do Correio Brasiliense – seção de Comportamento

“Não tenho jeito com criança, não nasci para ter filhos”, fala sem papas na língua a estudante Juliana Haddad, 21 anos. O primeiro sentimento daqueles que ouvem o argumento de Juliana é a certeza de que ela vai mudar de idéia, afinal, é jovem demais, talvez não tenha encontrado o amor da sua vida e faz planos audaciosos para o futuro. Mas Juliana faz parte de um grupo de mulheres que só aumenta: aquele que considera a maternidade como uma escolha e não mais um anseio instintivo. Na contramão do que a sociedade ainda espera, elas questionam a veracidade desse desejo. E, não importa qual seja a justificativa, juram não ser modismo ou, como cansaram de ouvir, coisa da idade. Simplesmente não querem ter filho nem agora, quando jovens, nem depois. Uma decisão que já deixou de ser novidade. “Não ter filhos é uma tendência mundial que começou com as mudanças da sociedade e a inserção feminina no mercado de trabalho. Muitas mulheres adiam a maternidade, outras nem mesmo desejam ser mães”, explica.

O que eu tenho observado: A mulher/o homem pode até fazer essa escolha para o seu futuro casamento, mas se é assim não se case, sobre tudo se o seu cônjuge gostaria de ter filho. Ouço: Que dá trabalho – Dizem: Vamos fazer primeiro um fundo econômico -dizem: eu não sei se quero ser mãe ou ser pai – Um alerta de observador – Você pode protelar mas corre o risco no casamento uma vez que o outro cônjuge(ele ou ela) deseja ter filho – O que deseja ter pode amanhã procurar um outro parceiro que queira ter um filho – porque o que deseja ter filho vai ficar clamando. É claro que existem impossibilidades de ambos os lados, mas que precisa de acompanhamento médico/psicológico e não de fuga.

7. Porque para alguns cônjuges a experiência afetiva sexual tem sido traumatizante. Seja por formação ou por conceituação, ou porque já transavam no namoro/noivado e agora não há prazer pleno nessa vivência – pode ser um sofrimento. Apesar do sexo ser livre hoje, não se ter mais certeza que nos namoros cristãos não haja transa antes do casamento, apesar disso, a sexualidade continua não sendo tratada pelas famílias. O que ela pensava ou ele ou faziam dos seus corpos antes do casamento pode ser uma trava nos primeiros anos de casamento. Mas tudo pode ser restaurado em Cristo e com tratamento pastoral e/ou psicológico.

8. Porque a visão econômica do outro ou dos dois não é bíblica Ela é sem dízimo, sem consagração. Ficam nos extremos de perdulário e de esbanjador, gastam mais do que podem, não tem orçamento. Mas tem também casados de anos brincando de dar o dizimo, driblando Deus. Eu não sei o que eles pensam que são. Quantos casais podem dizer, diante de Deus sinceramente, nós dois somos dizimistas porque amamos a causa do Senhor e não falhamos nem um mês por amor a obra de Deus.

9. Porque não querem mais ter a paciência da vovó e da bisavó Quanto aos que sofreram no seu relacionamento conjugal, ele ou ela, esperaram tempos melhores, e venceram. O lema hoje é : cara feia , azedou , acabou .

10. Porque muitos não querem ouvir conselhos. Provérbios- diz: “da multidão de conselhos vem a sabedoria.”

Conselhos dos pais, parentes mais antigos, do pastor. Muitos não querem embora tenhamos jovens que fazem isso com humildade. O livro de Provérbios diz – “da multidão de conselhos vem a sabedoria.” Pais conselheiros avisando “olha esse namorado/essa namorada”, mostra evidências lamentáveis, mas o(a) jovem jovem ficam cegos e prosseguem na contra mão do conselho dos pais. Agora tem pais que não são conselheiros e o seu comportamento as vezes é pior do que o filho que precisa de orientação.

Conclusão

1) Compartilhar metas e andar juntos O profeta perguntou há muito tempo, “Andarão dois juntos, se não houver entre eles acordo?” (Amós 3:3). Construir um lar bem sucedido carece unidade de propósito. Uma pessoa, cujo primeiro compromisso é servir o Senhor, freqüentemente se achará em desacordo com outra pessoa cujo primeiro desejo é ganhar dinheiro, ou divertir-se, ou trabalhar. Abençoado, na verdade, é o homem ou mulher que pode olhar para seu lar e afirmar confiantemente, “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor”. O compartilhamento de um propósito comum na vida dá uma âncora que segurará o lar durante as tormentas.

2) Sonhos e visões precisam ser partilhados vezes e mais vezes. Amigos são aqueles que cuidam, que partilham, que ansiosamente dão em benefício uns dos outros. Uma das chaves da construção de um lar feliz é alimentar sua amizade com seu esposo. Façam os sacrifícios necessários, mas dediquem tempo um ao outro. Faça as pequenas coisas, ofereça gentilezas, e converse com a pessoa com quem você está passando a vida. Quanto mais intimamente se conhecerem um ao outro, mais plenamente se entenderão e mais forte se tornará o laço que fazem dos dois um só.

3) Os cristãos farão bem em dar bastante tempo e atenção à construir o tipo de lar que querem; a casa pode vir depois. O lar precisará um suprimento abundante dos materiais básicos, tais como amor, paciência, tolerância, visão e amizade. Edificar um lar bem sucedido, feliz, é uma das maiores oportunidades que hoje há para que os cristãos mostrem ao mundo a sabedoria de Deus.

“Um homem e uma mulher, servindo ao Senhor, comprometidos um com o outro, educando crianças com valores fortes, amando mais um ao outro no fim da vida do que nunca, bem, esse é o verdadeiro tipo de lar com que milhões de pessoas apenas sonham.”

Fidelidade

Crise de Fidelidade

Por Rick Boxx

Os dias de “fidelidade inabalável”, quer seja a uma empresa quer a um cônjuge, parecem estar a ir embora. Hoje, as pessoas mudam frequentemente de emprego, com ou sem razão nenhuma. Talvez estejam à procura de mudança de responsabilidade, algumas moedas a mais no seu cheque mensal ou simplesmente a erva aparentemente mais verde de outro “pasto”. Seja qual for a razão, a lealdade ao empregador parece ter seguido o mesmo caminho dos dinossauros e do pássaro Dodô. O mesmo se aplica, infelizmente, a muitos casamentos. Matrimónios duradouros e estáveis são testemunho da devoção e dedicação mútua de um casal. Mas actualmente parece que os votos matrimoniais deveriam ser “até que o divórcio nos separe”.

Esse não foi, porém, o caso de meu pai. Depois de completar o seu período no Exército, iniciou a sua carreira na General Motors aos 23 anos de idade. Ainda permanecia lá quando, 29 anos depois, a GM decidiu fechar a fábrica. Mesmo depois disso, o meu pai continuou fielmente a oferecer suporte e a promover os produtos da empresa.

Casou-se com a minha mãe aos 19 anos de idade.  Celebrámos este ano o 50.º aniversário do seu casamento, um feito extraordinário para os padrões actuais. Quando o meu cunhado lhe perguntou qual o segredo do êxito do seu casamento, a resposta foi simples, mas profunda: “Determinação de não desistir, mesmo em tempos difíceis”.

Em qualquer área “compromisso” é uma qualidade nobre, raramente encontrada na nossa cultura. Taxas de divórcio, falências, falhas paternas e maternas e mudanças de emprego são sintomas de um problema real: falta de comprometimento pessoal. É claro que pelo menos no nível dos negócios, também existe falta de compromisso por parte das empresas para com seus empregados. Por isso, o nível reduzido de comprometimento dos empregados é, por vezes, resposta à deslealdade corporativa.

O facto é que hoje, quando surgem tempos difíceis no casamento, a atitude que prevalece é a de que o divórcio, de comum acordo, apaga todo o passado. Se administramos mal o nosso dinheiro, a falência alivia a pressão e o sofrimento. Se cometemos um erro e geramos um filho, podemos optar por um aborto que nos possibilita eliminar o problema sem deixar vestígios. No trabalho, se as coisas se tornam difíceis, demitimo-nos; em contrapartida, se a empresa enfrenta dificuldades, a solução é livrar-se de nós.

Na realidade acções como essas aliviam o problema temporariamente, mas têm um alto custo tanto para a comunidade como para nós mesmos. Nós construímos uma cultura em grande parte destituída de carácter, pelo desejo de eliminar o problema, em vez de fazer o esforço necessário para permanecermos leais e perseverar até vencer as provações.

A maioria dos líderes busca com afinco pessoas leais. Comprometimento é essencial para a formação de um líder forte e eficiente. Nos nossos ambientes de trabalho, os que ocupam funções de liderança têm a obrigação de estabelecer padrões de integridade, recompensando a lealdade e a perseverança. Às vezes temos que desempenhar funções enfadonhas ou cansativas. Devemos, porém, perseverar, mostrando compromisso com o cumprimento de nossas obrigações, mesmo quando elas se tornem desagradáveis.

Cultivando e demonstrando comprometimento, lealdade e perseverança, poderemos edificar sobre o nobre fundamento, em que homens como o meu pai e outros serviram de exemplo, tornando-nos novamente, uma verdadeira comunidade de negócios, como pessoas que realmente se importam umas com as outras e com a empresa onde trabalham e não apenas ganhadores de salários, ávidos por abandonar seus postos à primeira oportunidade sedutora.

Jesus disse: “Eu sou o bom pastor. O bom pastor está pronto a morrer pelas suas ovelhas. O assalariado a quem não pertencem as ovelhas, logo que vê chegar o lobo, abandona-as e foge” (João 10:11-12). Por outras palavras, o bom líder permanece fiel à sua missão, não importando o preço a pagar ou a oposição

Casamento: o que pode e o que não pode

No estudo “UNIDOS EM UMA SÓ CARNE”, mostramos a razão pela qual o sexo só deve ser praticado depois do casamento, segundo a Bíblia Sagrada. Hoje quero abordar um assunto muito delicado para a vida de muitos casais: a prática sexual no casamento. Infelizmente essa tem sido a causa de muito descontentamento e fracasso entre maridos e esposas, seja por diferenças de concepções e até mesmo por preconceitos ou medo por não se está agradando a DEUS. O que fazer, então, quando se descobre que o marido ou a esposa é uma bênção na Igreja, mas na cama não atinge aos anseios sexuais? Deve-se continuar o casamento pela vida inteira pelo simples fato da satisfação social? São perguntas que pretendemos responder ao longo do nosso estudo.

“Vos revistais do novo homem que, segundo Deus, é criado na verdadeira justiça e santidade”. (Efésios 4:24)

Antes, gostaria de trazer à luz um dado curioso: de muitos atendimentos que fiz nessa área, os grandes queixumes partiram das mulheres (acredito que 90%), que se diziam total ou parcialmente insatisfeitas com seus maridos. O mais desolador é saber que muitas dessas ou já haviam buscado satisfação sexual com outro homem ou pensavam em fazer. Esse dado é preocupante e curioso por dois aspectos: primeiro porque ao longo da história, da tradição e visão machistas, sabe-se que o homem sempre foi conhecido por seu grande apetite sexual; e segundo, que as mulheres como as mais fiéis. Parece-nos, pela estatística acima, que a situação mudou. A análise até que faz um certo sentido quando o ser humano é visto individualmente, nutrido de objetivos egoístas, instintivo, animal. E isto gera um grande problema se trouxermos a visão egoísta do prazer sexual para dentro do casamento. De uma forma geral, o homem, por sua natureza, é um ser extremamente insaciável. Ou seja, ele sempre está querendo mais e mais, e nunca está satisfeito com o que tem. Em alguns aspectos de vida, isso é muito bom, mas para o sexo no casamento é uma catástrofe iminente.

Quando se casam duas pessoas passam a relativar muitas coisas: deixam de comprar determinadas roupas de grife, não freqüentam mais todos os lugares, existe hora para chegar em casa, enfim, há a notória necessidade de conciliar gostos e prazeres diferentes, ainda que se tenha que abrir mão de muita coisa, por amor ao outro. E com o sexo não pode ser diferente. O sexo é produto do amor entre duas pessoas e, também, precisa ser moldado em algumas diferenças que porventura venham a surgir.

Quero começar o estudo chamando a atenção dos meus queridos leitores para duas palavras centrais presentes em nosso versículo de abertura: justiça e santidade. Ser justo, dentre as diversas atribuições do casal, é também agradar sexualmente o outro; ter domínio absoluto do corpo do cônjugue em santificação e honra. O que isso significa na prática? Significa proporcionar prazer e alegria ao companheiro ou à esposa, sem agressão moral e sem desrespeitar os princípios cristãos. O caráter de quem pratica o ato sexual em santificação jamais é instintivo ou autocontemplativo, egocêntrico. O sexo cristão é muito mais para o benefício do outro do que para o nosso benefício. Daí a razão pela qual o apóstolo Paulo escreveu: “O marido pague à mulher o que lhe é devido, e da mesma sorte a mulher ao marido” (1 Cor. 7:3). Sendo assim, não é apenas um dever de quem está casado, mas também um dos elementos da Justiça de DEUS. Quem não dar honras sexuais (não por obrigação, mas por amor), peca tanto por não atender a essa Justiça com plenitude, como por não cumprir uma responsabilidade matrimonial feita diante de DEUS. Já vimos em outro estudo que a vida sexual de uma pessoa reflete o estado espiritual da mesma.

E o que tem acontecido com boa parte dos casais casados? Um ou outro tem trazido para o leito de prazer comportamento e princípio sexuais completamente mundanos, de quem ainda não recebeu o Espírito de DEUS, tais como agressão moral e física consentida, certas práticas animalescas (assistir filmes pornográficos) etc. Em outro extremo, homens ou mulheres cristãos, que pensam ter se transfigurado em anjo, também deixam de viver a plenitude sexual no casamento por pensarem infringir as leis divinas de santidade. Por exemplo: conheci um caso em que o marido não permitia que a esposa nem olhasse para ele no momento do ato sexual e nem tocasse em seu corpo. Outro caso: quando a esposa sugeriu uma nova posição, o marido a taxou de “suja” e “cheia do espírito de Jezabel”. Tal postura é reflexo do modelo de igreja ortodoxa e ultrapassada, que influenciou o pensamento de muitos, e na qual o tema sexo era completamente ignorado. Um caso como esse só pode ser concebido pela ótica da ignorância e do preconceito com a companheira, onde a mesma é tratada como um mero objeto de reprodução e de satisfação de um apenas, e também se confunde submissão com escravidão. Uma pessoa que se casa com a idéia retrógrada do ato sexual tem muita dificuldade de deixar que o cônjugue participe desse espaço de comunhão. Por isso, o debate salutar da sexualidade, baseado na Santa Palavra de DEUS, entre jovens, homens, mulheres, casados e solteiros é tão importante e deve permear as prioridades essenciais das igrejas cristãs contemporâneas.

Uma grande falha na vida sexual dos casados é criar uma enorme expectativa de que o outro tem por obrigação de nos satisfazer plenamente. Esse é o sonho guardado durante o período do namoro e do noivado. O envolvimento íntimo jamais pode ser unilateral e se desenvolver repleto de certas cobranças indevidas. As descobertas dos caminhos que levam ao prazer; o aumento do desejo em estar e proporcionar alegria são fatores que vão amadurecendo e crescendo ao longo do tempo. Se o ato sexual deixar de ser encarado dentro de uma concepção egoísta, a relação se tornará muito mais saudável e o prazer próximo. O que não deve, repito, é uma das partes ser tratada com desleixo, desrespeito ou preconceito. Nos casos onde não há uma boa harmonia no ato sexual, sugiro ao casal buscar, o mais rápido possível, ajuda profissional e pastoral, além de participar de encontros de casais na igreja. Sexo é uma questão puramente pessoal, educacional, cultural e espiritual (para os cristãos), que não pode ser imposta como regra geral, mas que deve ser compartilhada com o companheiro. O que deve haver, são regras de conduta (moral), cada qual respeitando os anseios que ambos desejam atingir no ato sexual.

Por fim, é preciso saber que no casamento o sexo não pode ser partilhado apenas como “descarga das tensões” do dia-a-dia, mas como um exercício de amor e de prazer pelo próximo; e quando usado egoisticamente destrói o afeto e quebra o compromisso conjugal diante de DEUS. Que o Nosso PAI nos abençoe!!

Por: Fernando César Timóteo Alves
Ministério Interdenominacional Recuperando Famílias para Cristo – Brasília/DF
www.fernandocesar.com

Considere os outros superiores a si mesmo

Você Aceitaria Ser o “Terceiro”?

Por Rick Boxx

Escondido nas Montanhas Ozark, Kanakuk Kamp é um incrível acampamento de verão para jovens. Existem outros acampamentos dedicados ao treino de atletas, mas Kanakuk Kamp tem um objectivo singular: “Desenvolver e treinar líderes que saibam servir“.

A minha filha Megan participou recentemente nesse acampamento pela primeira vez. Quando voltávamos para casa, no final da sua estadia lá, perguntei a Megan qual tinha sido a mais profunda verdade que aprendera naquela semana. “Que eu venho em terceiro lugar!” – foi a resposta dela. “Deus vem em primeiro, as outras pessoas em segundo e eu venho em terceiro lugar”.

Esta afirmação parece-nos simples, muito virtuosa e idealista.  A aplicação dessa verdade de forma realista e prática, porém,  não é nem de perto nem de longe fácil, como Megan pôde verificar através da história real contada por Joe White, sobre Johnny Ferrier.

Capitão Ferrier aprendera sobre o “eu sou o terceiro” há muitos anos atrás e partiu para viver esse princípio, como destacado atleta e piloto de jactos altamente habilitado e condecorado que era.   A mais vívida demonstração de seu compromisso com esse princípio, entretanto, surgiu durante o acontecimento que lhe custou a vida.

Por ocasião de uma exibição aérea, ele voava juntamente com três outros aviões, quando deram início a uma difícil manobra, em que deveriam seguir em quatro direcções diferentes para formar uma cruz. Quando o Capitão Ferrier apontou seu jacto em direção ao solo, a alavanca de controle emperrou. Ao informar à torre de controle do problema, ordenaram-lhe pelo rádio que se ejectasse da aeronave.

Mas havia uma casa na rota descendente do jacto e Ferrier se recusou a saltar do avião.  Pelo contrário, alguns segundos antes que o avião atingisse acasa, de algum modo ele conseguiu libertar o controle e passar por cima dela. Como voava baixo demais, o avião caiu no jardim, do outro lado da casa. Colocando-se em “terceiro lugar”, para salvar a vida dos que estavam na casa, Ferrier teve de sacrificar a sua.

Outro estudante de Kanakuk Kamp testemunhou esse heróico evento. Ao terminar de contar a admirável história de seu amigo a um grupo no acampamento, uma mulher se aproximou dele e comentou com simplicidade: “O seu amigo foi um herói. Sabe, eu estava a dormir dentro da mesma casa que o Capitão Ferrier evitou destruir, ao morrer”.

Capitão Ferrier é exemplo do nível de integridade e dedicação a um princípio que poucos de nós alcançamos. O exemplo máximo desse princípio é Jesus Cristo, que viveu o que ensinou: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:39). Ele também disse:”Ninguém tem maior amor do que este: de dar a sua vida pelos seus amigos” (João 15:13).

Porque é que conto esta história a pessoas que vivem no meio profissional ou empresarial? Obviamente, o ambiente de trabalho raramente requer que alguém morra. Mas necessita, definitivamente, de pessoas que estejam dispostas a colocar-se “em terceiro lugar”, colocando Deus e os outros, adiante de si mesmas e de seus objectivos. Isto pode significar passar por inconveniências em favor de outrem, sacrificando tempo para ajudar um companheiro de trabalho num projecto importante, ou aconselhando um cliente a negociar com outra empresa, que melhor possa satisfazer as suas necessidades.

Nada façais por contenda ou por vangloria, mas por humildade cada um considere os outros superiores a si mesmo.” (Filipenses 2:3).

Reflexões sobre o Natal: Reis Magos? Estrela na árvore de natal? Tradição?

Neste dias de dezembro, recebi este texto:

Segundo a tradição, a Estrela de Belém guiou os Reis Magos, durante vários dias, desde o Oriente até ao local onde Jesus nasceu, para que este pudessem presenteá-Lo com ouro, incenso e mirra.

No que se refere à veracidade ou não do aparecimento da Estrela de Belém aquando do nascimento de Cristo, só se pode especular, nenhuma teoria consegue fundamentar-se em provas 100% fiáveis.

Johannes Kepler, na noite de 17 de Dezembro de 1603 d. C.,observou, em Praga, a conjunção do planeta Júpiter com Saturno na constelação de Peixes, formando uma só estrela. Pelo estudo de textos antigos, Kepler concluiu que essa mesma conjunção teria ocorrido no ano de 747 da era romana, com isto Kepler divulgou uma nova data para o nascimento de Cristo, 7 anos antes da calculada, no século VI pelo frade Dionísio, e que serve de cronologia da era cristã, e pela se colocou o nascimento, erradamente, no ano de 754.

Esta estrela, para além de ser a guia dos Reis Magos, simboliza Cristo, Luz do Mundo: “Eu sou a luz do mundo, quem me segue, não andará nas trevas” (Jó 8,12).

Também há quem considere que a representação de estrelas no Natal simbolize os santos e os justos, que são como estrelas no céu.

Hoje em dia, a estrela é colocada no topo da árvore de Natal e no próprio presépio.

Estas histórias sempre aparecem nestes momentos!

Algumas dúvidas são semeadas sempre! É o inimigo semeando a dúvida.

Mas, vamos compará-la à própria Palavra de Deus – a Palavra da Verdade:

Mateus 1:18  a cap. 2

“Foi assim o nascimento de Jesus Cristo:

Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, mas, antes que se unissem, achou-se grávida pelo Espírito Santo. Por ser José, seu marido, um homem justo, e não querendo expô-la à desonra pública, pretendia anular o casamento secretamente.  Mas, depois de ter pensado nisso, apareceu-lhe um anjo do Senhor em sonho e disse:

- “José, filho de Davi, não tema receber Maria como sua esposa, pois o que nela foi gerado procede do Espírito Santo.  Ela dará à luz um filho, e você deverá dar-lhe o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados”. Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que o Senhor dissera pelo profeta: “A virgem ficará grávida e dará à luz um filho, e lhe chamarão Emanuel”, que significa “Deus conosco”.

Ao acordar, José fez o que o anjo do Senhor lhe tinha ordenado e recebeu Maria como sua esposa. Mas não teve relações com ela enquanto ela não deu à luz um filho. E ele lhe pôs o nome de Jesus.

Depois que Jesus nasceu em Belém da Judéia, nos dias do rei Herodes, magos vindos do oriente chegaram a Jerusalém  e perguntaram:

- “Onde está o recém-nascido rei dos judeus? Vimos a sua estrela no oriente e viemos adorá-lo”.

Quando o rei Herodes ouviu isso, ficou perturbado, e com ele toda Jerusalém. Tendo reunido todos os chefes dos sacerdotes do povo e os mestres da lei, perguntou-lhes onde deveria nascer o Cristo. E eles responderam:

- “Em Belém da Judéia; pois assim escreveu o profeta:  ” ‘Mas tu, Belém, da terra de Judá, de forma alguma és a menor entre as principais cidades de Judá; pois de ti virá o líder que, como pastor, conduzirá Israel, o meu povo’ “.

Então Herodes chamou os magos secretamente e informou-se com eles a respeito do tempo exato em que a estrela tinha aparecido. Enviou-os a Belém e disse:

- “Vão informar-se com exatidão sobre o menino. Logo que o encontrarem, avisem-me, para que eu também vá adorá-lo”.

Depois de ouvirem o rei, eles seguiram o seu caminho, e a estrela que tinham visto no oriente foi adiante deles, até que finalmente parou sobre o lugar onde estava o menino.

Quando tornaram a ver a estrela, encheram-se de júbilo. Ao entrarem na casa, viram o menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, o adoraram. Então abriram os seus tesouros e lhe deram presentes: ouro, incenso e mirra. E, tendo sido advertidos em sonho para não voltarem a Herodes, retornaram a sua terra por outro caminho.  Depois que partiram, um anjo do Senhor apareceu a José em sonho e lhe disse:

- “Levante-se, tome o menino e sua mãe, e fuja para o Egito. Fique lá até que eu lhe diga, pois Herodes vai procurar o menino para matá-lo”.

Então ele se levantou, tomou o menino e sua mãe durante a noite, e partiu para o Egito, onde ficou até a morte de Herodes. E assim se cumpriu o que o Senhor tinha dito pelo profeta: “Do Egito chamei o meu filho”. Quando Herodes percebeu que havia sido enganado pelos magos, ficou furioso e ordenou que matassem todos os meninos de dois anos para baixo, em Belém e nas proximidades, de acordo com a informação que havia obtido dos magos.  Então se cumpriu o que fora dito pelo profeta Jeremias: “Ouviu-se uma voz em Ramá, choro e grande lamentação; é Raquel que chora por seus filhos e recusa ser consolada, porque já não existem”. Depois que Herodes morreu, um anjo do Senhor apareceu em sonho a José, no Egito, e disse: “Levante-se, tome o menino e sua mãe, e vá para a terra de Israel, pois estão mortos os que procuravam tirar a vida do menino”. Ele se levantou, tomou o menino e sua mãe, e foi para a terra de Israel. Mas, ao ouvir que Arquelau estava reinando na Judéia em lugar de seu pai Herodes, teve medo de ir para lá. Tendo sido avisado em sonho, retirou-se para a região da Galiléia e foi viver numa cidade chamada Nazaré. Assim cumpriu-se o que fora dito pelos profetas: “Ele será chamado Nazareno”.

Você notou?

Os magos, não eram reis!

Os magos encontraram o menino em casa, não numa magendoura!

Os magos encontraram um menino e não um bebê, senão o Rei Herodes não perseguiria meninos com 2 anos para baixo. Bastava procurar um recém-nascido!

Os magos se prostaram aos pés de alguém que estava em pé! Bebês recém-nascidos não ficam em pé!!!

Não é uma expressão! Nem interpretação é uma realidade.

Mas, quando Jesus nasceu na manjedoura, quem estava lá?

Lucas 2:1-41

“Naqueles dias César Augusto publicou um decreto ordenando o recenseamento de todo o império romano.  Este foi o primeiro recenseamento feito quando Quirino era governador da Síria.  E todos iam para a sua cidade natal, a fim de alistar-se.  Assim, José também foi da cidade de Nazaré da Galiléia para a Judéia, para Belém, cidade de Davi, porque pertencia à casa e à linhagem de Davi.  Ele foi a fim de alistar-se, com Maria, que lhe estava prometida em casamento e esperava um filho.  Enquanto estavam lá, chegou o tempo de nascer o bebê,  e ela deu à luz o seu primogênito. Envolveu-o em panos e o colocou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria.

Havia pastores que estavam nos campos próximos e durante a noite tomavam conta dos seus rebanhos. E aconteceu que um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor resplandeceu ao redor deles; e ficaram aterrorizados. Mas o anjo lhes disse:

- “Não tenham medo. Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo o povo:

Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor.

Isto lhes servirá de sinal:

encontrarão o bebê envolto em panos e deitado numa manjedoura”.

De repente, uma grande multidão do exército celestial apareceu com o anjo, louvando a Deus e dizendo:

- “Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor”.

Quando os anjos os deixaram e foram para os céus, os pastores disseram uns aos outros:

- “Vamos a Belém, e vejamos isso que aconteceu, e que o Senhor nos deu a conhecer”.

Então correram para lá e encontraram Maria e José, e o bebê deitado na manjedoura. Depois de o verem, contaram a todos o que lhes fora dito a respeito daquele menino, e todos os que ouviram o que os pastores diziam ficaram admirados. Maria, porém, guardava todas essas coisas e sobre elas refletia em seu coração. Os pastores voltaram glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham visto e ouvido, como lhes fora dito.

Completando-se os oito dias para a circuncisão do menino, foi-lhe posto o nome de Jesus, o qual lhe tinha sido dado pelo anjo antes de ele nascer. Completando-se o tempo da purificação deles, de acordo com a Lei de Moisés, José e Maria o levaram a Jerusalém para apresentá-lo ao Senhor (como está escrito na Lei do Senhor: “Todo primogênito do sexo masculino será consagrado ao Senhor”) e para oferecer um sacrifício, de acordo com o que diz a Lei do Senhor: “duas rolinhas ou dois pombinhos”.

Havia em Jerusalém um homem chamado Simeão, que era justo e piedoso, e que esperava a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele. Fora-lhe revelado pelo Espírito Santo que ele não morreria antes de ver o Cristo do Senhor. Movido pelo Espírito, ele foi ao templo. Quando os pais trouxeram o menino Jesus para lhe fazerem o que requeria o costume da Lei, Simeão o tomou nos braços e louvou a Deus, dizendo:

- “Ó Soberano, como prometeste, agora podes despedir em paz o teu servo. Pois os meus olhos já viram a tua salvação, que preparaste à vista de todos os povos: luz para revelação aos gentios e para a glória de Israel, teu povo”.

O pai e a mãe do menino estavam admirados com o que fora dito a respeito dele. E Simeão os abençoou e disse a Maria, mãe de Jesus:

- “Este menino está destinado a causar a queda e o soerguimento de muitos em Israel, e a ser um sinal de contradição, de modo que o pensamento de muitos corações será revelado. Quanto a você, uma espada atravessará a sua alma”.

Estava ali a profetisa Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era muito idosa; tinha vivido com seu marido sete anos depois de se casar e então permanecera viúva até a idade de oitenta e quatro anos. Nunca deixava o templo: adorava a Deus jejuando e orando dia e noite. Tendo chegado ali naquele exato momento, deu graças a Deus e falava a respeito do menino a todos os que esperavam a redenção de Jerusalém.

Depois de terem feito tudo o que era exigido pela Lei do Senhor, voltaram para a sua própria cidade, Nazaré, na Galiléia. O menino crescia e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele. Todos os anos seus pais iam a Jerusalém para a festa da Páscoa.”

O bebê não foi perseguido pelo Rei nem visitado pelos magos logo após seu nascimento, e sim anos mais tarde.

Você está surpreso? Por que? Você não lê a Palavra de Deus?

Muitos problemas e muitas confusões são gerados em função da pouca informação ou até da falta dela.

Para pôr em ordem os fatos eles se seguem assim:

a) José e Maria ficam noivos;

b) O Anjo do Senhor anuncia a Maria sua gravidêz;

c) O Anjo do Senhor avisa a José também;

d) César Augusto determina o recensseamento;

e) O casal vai de Nazaré para Belém;

f) Jesus nasce numa manjedoura em Belém;

g) Uma estrela aparece sobre o local do nascimento – manjedoura;

h) Os pastores assistem tudo estão no campo à noite (determina que é verão, então o mês é março ou abril)  – são testemunhas do fato;

i) Oito dias depois foram para Jerusalém – apresentação e circuncisão de Jesus;

j) Encontram Simeão e Ana;

k) Recebem a visita dos magos numa casa em Belém;

l) Fogem para o Egito diante das perseguições do Rei;

m) O Rei morre;

n) Voltaram para sua casa em Nazaré.

Ou você pode se submeter as orientações da Tradição!!

E a árvore de Natal??

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