Evitando futuros escândalos corporativos

por Rick Boxx

Enquanto os profissionais, empresários e líderes governamentais de todo o mundo debatem como solucionar os ataques violentos do mal corporativo, a impressão que dá é que estão a tratar dos sintomas, mas não do problema. E o problema é que muitos dos nossos líderes tropeçaram, devido à sua falta de integridade. Assinar declarações financeiras e tornar as punições mais severas, embora nobre, não vai solucionar esse problema crescente.

Muitos dos programas éticos nas empresas e instituições parecem basear-se na abordagem tortuosa do chamado ”relativismo moral”, que não crê numa verdade absoluta, ou no certo e errado. Quando as decisões duras são necessárias, esta abordagem deixa aqueles que se encontram em posições de responsabilidade livres para tirar as suas conclusões, com base em seu próprio entendimento do que é certo. Sem padrões, não é de admirar que pessoas em todo o mundo acordem diariamente e se deparem com as primeiras páginas dos jornais mostrando os males corporativos.

Chuck Colson, fundador da organização “Prison Fellowship”, num recente comentário, afirmou que a Escola de Economia de Harvard devolveu 20 milhões de dólares a um amigo seu que os havia doado ao curso de ética. De acordo com o Sr. Colson, “eles descobriram  que sem valores absolutos, os quais historicamente vieram através da revelação cristã, não poderiam ensinar ética.”

Então, qual é a solução? Deus deu a Josué a resposta no livro de Josué 1:7 (A Boa Nova): “Tens de ser corajoso e firme no cumprimento de toda a Lei que te deu o meu servo Moisés.  Não te afastes dessa lei nem para a direita nem para a esquerda e serás bem sucedido por onde quer que andes.” Muito poucos líderes conhecem até mesmo a verdade absoluta da lei de Deus, que tem funcionado por milhares de anos.

É tempo das empresas desenvolverem programas de ética alicerçados nas verdades eternas, ao invés de deixarem as decisões para o pecaminoso coração do homem. Afinal de contas, Salomão ensinou em Provérbios 14.12 (NVI): “Há caminhos que ao homem parecem rectos, mas que, no fim, conduzem à morte.”

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