Sexta-feira 13!!!

Textos Sugeridos: João 20:19, Mateus 28:1-10, Atos 19:11-20, Romanos 8:1-17, Gálatas 5:16-26

Introdução

Da mesma forma que muitas crenças, o medo da sexta-feira 13 não possui bases científicas. No entanto, o que é realmente estranho é que a maioria das pessoas que acredita que este é um dia de má sorte, não dá nenhuma explicação, lógica ou ilógica. Assim como a maioria das superstições, as pessoas simplesmente temem a sexta-feira 13, sem necessidade de explicação.

Porém, a superstição tem raízes profundas e convincentes, e as origens ajudam a explicar por que essa crença é tão difundida. Talvez você não tome precauções de segurança toda sexta-feira 13, mas você está totalmente imune à superstição? Se pudesse escolher, você se casaria, começaria um novo trabalho ou compraria uma casa em uma sexta-feira 13? A maioria dos americanos não o faria, mesmo não dando muito importância para isso. Superstições dão um jeitinho de influenciar as pessoas quando elas se encontram vulneráveis emocionalmente.

Enganos na tradição cristã

O medo da sexta-feira 13 resulta de dois medos separados, o medo do número 13 e o medo das sextas-feiras. Ambos têm origem na cultura ocidental, particularmente na teologia cristã herética. Explicam que o treze é importante para os cristãos porque é o número total das pessoas que estavam presentes na Santa Ceia (Jesus e seus 12 apóstolos). Judas, o apóstolo que traiu Jesus, foi o 13º a chegar na festa. Os cristãos ficam com um pé atrás em relação às sextas-feiras porque Jesus foi crucificado em uma sexta. Além disso, alguns teólogos dizem que Adão e Eva comeram o fruto proibido em uma sexta-feira e que o Dilúvio também começou em uma sexta-feira. No passado, muitos cristãos jamais começariam um projeto ou uma viagem em uma sexta-feira, com medo de dar tudo errado desde o início.

Marinheiros são bem supersticiosos com relação a isso. Eles normalmente se recusam a ir pro mar em uma sexta-feira. Existe uma lenda que diz que, no século XIX, a Marinha Britânica encarregou um navio chamado de H.M.S. Friday (Navio de Sua Majestade Sexta-feira) com o intuito de acabar com a superstição. A marinha escolheu a tripulação em um sexta-feira, lançou o navio em uma sexta-feira e até escolheu um homem chamado James Friday (James sexta-feira) para ser o capitão. Em seguida, em uma manhã de sexta-feira, o navio saiu em sua viagem de estréia… e desapareceu para sempre.

Alguns historiadores dizem que a desconfiança dos cristãos com relação às sextas-feiras está, na verdade, ligada à antiga opressão da Igreja Católica a religiões e mulheres pagãs. No calendário romano, a sexta-feira era dedicada a Vênus, a deusa do amor. Quando os escandinavos adaptaram o calendário, deram o nome à sexta-feira (Friday) em homenagem a Frigg, ou Freya, deusa escandinava ligada ao amor e ao sexo. Estas duas fortes personalidades femininas já representaram uma ameaça ao cristianismo dominado por homens, teoricamente, e a igreja cristã difamou o dia que tinha o nome em homenagem a elas.

Isso também deve ter influenciado no medo do número 13. Dizia-se que Frigg sempre participava de encontros de bruxas, normalmente um grupo de 12, completando 13 participantes. Esta idéia pode ter sido criada pela própria Igreja Católica, mas é impossível checar as origens exatas da maioria dos fatos folclóricos. Uma lenda cristã parecida diz que 13 é mal visto porque significa o encontro de 12 bruxas com o diabo.

O número 13 também pode ter sido considerado pagão porque existem 13 meses no calendário lunar pagão. O calendário lunar também corresponde ao ciclo menstrual humano, conectando o número à feminilidade.

Outras tradições

O ponto de vista cristão a respeito da sexta-feira 13 é hoje o mais relevante, mas é apenas parte da tradição.

Alguns acham que a má reputação do número 13 vem da cultura antiga escandinava. Em sua mitologia, o adorado herói Balder foi assassinado em um banquete pelo perverso deus Loki, que invadiu a festa, que tinha doze pessoas, completando 13. Esta história e a história da Última Ceia levou a uma das mais fortificadas crenças relacionadas ao número 13: jamais faça uma refeição em um grupo de 13 pessoas.

Uma outra lenda significante é uma sexta-feira 13 que aconteceu na Idade Média. Em uma sexta-feira 13, em 1306, o Rei Felipe, da França (King Philip), prendeu os respeitados cavaleiros da Ordem dos Templários e começou a torturá-los, marcando a ocasião como o dia do diabo.

Tanto sexta-feira quanto 13 já foram associados à pena de morte. Na tradição britânica, sexta-feira era o dia convencional para enforcamentos públicos e, supostamente, havia 13 degraus até a forca.

Conseqüentemente, o complexo folclore da sexta-feira 13 não tem muito a ver com os medos de hoje. O medo tem mais a ver com experiências pessoais. As pessoas aprendem muito cedo que a sexta-feira 13 é um dia de má sorte, por qualquer que seja o motivo, e tentam achar evidências de que a lenda seja verdade. Logicamente, a evidência não é difícil de ser encontrada. Caso você se envolva em um acidente de carro em uma sexta-feira 13, perca sua carteira ou até derrame café, provavelmente o motivo vai ser o dia. Mas, pensando bem, coisas ruins, grandes ou pequenas, acontecem todo o tempo. Quem procura acha, então se você procurar por má sorte em uma sexta-feira 13, já sabe o que vai acontecer.

O Natural e o Sobrenatural

O natural está cheio de sobrenatural. Cada nascer do sol é um milagre como do mesmo modo cada nascimento. Onde ficam as fronteiras entre o natural e o sobrenatural? É a nossa condição humana presente que nos impede de perceber a presença constante do sobrenatural.

Por muito que a ciência se desenvolva, ela só nos levará a vislumbrar cada vez mais a realidade do quanto o sobrenatural invade o natural, ou de como não podemos compreender o natural sem o sobrenatural. Do meu ponto de vista, a ciência não converte o sobrenatural em natural, nem o natural em sobrenatural, mas mostra-nos como um e outro se sobrepõem e interpenetram, da mesma forma como a fé.

Pela fé entendemos a presença ativa de Deus em cada partícula da nossa essência e existência. A terra está cheia da glória de Deus. A espiritualidade cristã exulta em adoração e louvor pela e na graça de Deus a nosso favor.

A vida é um mistério quando a olhamos a partir da existência de Deus e um absurdo quando a perspectivamos a partir do cepticismo ou da negação de Deus. Não existimos por nós mesmos. Não nos fizemos a nós próprios. Dependemos a cada instante de Alguém que está acima de nós. Tudo o que podemos fazer ou dizer, do que podemos sentir ou imaginar, toda a nossa criação e invenção depende da própria existência que não está nas nossas mãos.

A Bíblia como Palavra de Deus é a revelação através da qual podemos entender o suficiente acerca da dimensão sobrenatural e da sua relação com o natural.

Deus é o Criador de todas as coisas. O natural é criação divina, da mesma forma como o sobrenatural pode ser manifestação divina.

Pelo evangelho entendemos que Deus entrou em contato direto com a nossa realidade, ou seja, que Deus se fez homem. O transcendente ocupou o imanente. O divino visitou o humano. O Criador tomou a forma da criatura. O eterno invadiu o tempo. O céu chegou à terra. O Senhor tornou-se servo.

O que vai além do nosso entendimento pode ter a sua origem em Deus como pode ter a sua manifestação em agentes criados como são os espíritos malignos, criados por Deus e que se rebelaram contra Ele.

Por esta Palavra sabemos que Deus é soberano e que o mal por Ele permitido foi por Ele destruído pela cruz e pela ressurreição de Jesus Cristo. Esperamos “novos céus e nova terra”.

Só a aceitação humilde e simples do relato divino nos permite conhecer o que existe para além da nossa capacidade de perceber por nós mesmos. Existe hoje uma tendência de negação da operação do que a Bíblia designa de demônios. Negar esta realidade é pôr em causa a verdade bíblica. Diante da Bíblia nada temos a temer porque em Deus estamos seguros e protegidos. “Se Deus é por nós, quem será contra nós” (Romanos 8:31). O diabo existe bem como os demônios, mas não são divinos. O cristianismo não é dualista. No nome de Jesus, mediante a vida daqueles que efetivamente n’Ele vivem, como aconteceu com o apóstolo Paulo, são repreendidos e expulsos.

A espiritualidade bíblica e cristã consiste essencialmente numa relação pessoal e íntima com o Criador de todas as coisas através de Jesus Cristo, o Seu Filho, Deus encarnado, Deus conosco.

A espiritualidade cristã lida com o que somos, antes do que fazemos, sentimos e temos.

Ser cristão é antes de tudo o mais uma mudança no interior da pessoa. “Nascer de novo” é a forma pela qual Jesus Cristo o designou (João 3:1-15). O apóstolo Paulo falou de ser uma nova criação e ser uma nova criatura (2 Coríntios 5:17). Esta nova essência é criada pelo Espírito de Deus. Este mesmo Espírito de Deus nos faz crescer e desenvolver na nova vida originada em Cristo.

A superstição está voltada para a manipulação do divino a partir da idéia de que através de sacramentos, liturgias, elementos e fórmulas os desejos e as ambições humanas são concretizados. A tentação original tanto de Lúcifer como de Adão e Eva de serem iguais a Deus ou de se colocarem acima de Deus tem eco na superstição.

Pela superstição o homem por um lado pensa conseguir levar Deus a dar resposta aos seus desejos, por outro exprime temor e medo perante as manifestações naturais.

Através da fé que nos vem pela Bíblia em Jesus Cristo o medo é lançado fora. Nada há para temer quando focamos a nossa atenção no Deus criador e redentor. Tudo está nas mãos de Deus. Ele é soberano. Nada do que acontece foge à Sua providência e permissão. É Deus e não a criação que recebe a nossa atenção e dependência. A criação fala-nos do Criador, do Seu desígnio e propósito, do Seu poder e amor, mas não se confunde com ela. Deus não é uma força cósmica. Deus é pessoa.

Práticas que envolvem o uso de elementos naturais como portadores de poderes sobrenaturais são alheias ao Evangelho de Jesus Cristo.

Normalmente a cultura supersticiosa é facilmente aliciada pela mercantilização da fé. Os dons de Deus não se compram nem se vendem. A graça é pela graça. Comercializar as dádivas divinas é uma afronta que deve ser claramente denunciada e repudiada.

O cristianismo apresenta-nos um projeto integral: espírito, alma e corpo; tempo e eternidade; terra e céu; passado, presente e futuro; indivíduo, sociedade, família e humanidade.

Através da Bíblia acreditamos que Jesus Cristo continua a perdoar, reconciliar, salvar, libertar e curar, animando e motivando a pessoa a interessar-se pelo seu próximo.

A Igreja cristã tem como propósito viver e apresentar esta integridade de vida. Cura para o espírito, a alma e o corpo; reconciliação com Deus, o próximo e nós mesmos; viver com determinação e expectativa “os novos céus e a nova terra em que habitarão a justiça para todo o sempre”.

Louvado seja o nosso Senhor!

“Louvado seja o SENHOR, o Deus de Israel, de eternidade a eternidade! Amém e amém!” Salmo 41:13

Olá,

Davi conclui este salmo louvando o Senhor! O Louvor ao nosso Deus garante uma mudança de comportamento, de pensamento e de atitude. Fazemos muito e o máximo possível para nos mantermos na presença do Senhor. Assim, falamos a todos que estão à nossa volta tudo o que o Senhor nos tem feito. Lembre-se você é um protegido do Senhor. Então agradeça pela sua proteção.

Amém!

Um grande abraço

Pastor Derville

Integridade …

“Por causa da minha integridade me susténs e me pões na tua presença para sempre.” Salmo 41:12

Olá,

Davi, neste salmo chama a integridade. Quando entrei num departamento do governo, ao entrar em ma sala, encontrei um quadro bem grande escrito o seguinte: “a minha educação depende da sua!” Claro que quem a escreveu esqueceu-se da integridade. A integridade não pode e não deve se alterar diante do fracasso, do insucesso. Nem tão pouco diante do poder. A integridade deve ser conservada diante de grandes obstáculos e tribulações. O Senhor olha para o seu coração, e busca integridade. O sustento do Senhor depende da sua integridade. Integridade revela a sua maturidade. A presença do Senhor em sua vida, depende da sua integridade. Como você reage diante das grandes tribulações? Você se mantém íntegro?

Um grande abraço

Pastor Derville

Você é protegido do Senhor!

“Sei que me queres bem, pois o meu inimigo não triunfa sobre mim.” Salmo 41:11

Olá,

Davi, neste salmo entende muito bem que nela contém uma grande promessa. A promessa da proteção. Você está protegido. Porém, fica muito claro que o Senhor quer que você não seja ignorante. Que você saiba viver os seus dias. Ele lhe quer muito bem. Por isso, o seu inimigo ao lhe atacar não triunfará. Você carrega o triunfo nas suas mãos. Promessas concedidas por Ele. Pelo Seu Poder! Você é protegido do Senhor.

Um grande abraço

Pastor Derville

Como caminhar em Cristo diante das circunstâncias imperfeitas

Nós sempre nos orientamos no comportamento de pessoas influenciadoras. O tempo todo a opinião dos outros nos afeta.  Seguimos o que estas pessoas fazem. Dentre elas, encontramos celebridades, músicos, autores, atletas, professores, etc. Somos norteados também por revistas, sites, espetáculos etc. que nos ajuda a ficarmos cada vez mais atualizados. Nós vestimos, falamos e votamos como eles!

Jesus é perfeito. É o nosso verdadeiro exemplo. Ele saberá nos ajudar perfeitamente.

O contexto bíblico descreve uma audiência judia, em que Mateus está provando que Jesus é o verdadeiro filho de Abraão e Davi por quem Deus cumprirá todas as suas promessas. Depois de um milagroso, e profético nascimento, cumpre-se em Jesus, quando afirmado por Deus em sua declaração de amor, em que Ele se apraz do Seu Filho. Ele deve ser testado antes do seu ministério.

I. Jesus não teve uma vida tranqüila como muitos pensam.

- Era uma criança normal que lamentou a perda de quem mais amou.

- Foi testado para provar que Ele era o Filho de Deus, de Abraão e Davi (Mt. 1:1).

- Jesus foi tentado, como nós. O que podemos aprender nós disto?

- A tentação não é acidental – mas designado por Deus (conduzido pelo Espírito, Heb. 4).

- A tentação revela debaixo de quem você está sendo pressionado. Lutando com o Enganador

- A tentação é dolorosa porque nós somos colocados em teste ou tentamos revelar a nossa qualidade.

- A tentação acontece também para um seguidor de Jesus. Satanás atacou para testar Jesus.

- As tentações são Atalhos: buscando bênção sem Deus, sem fé e sem obediência.

- Abraão e David debaixo do seu próprio poder, tentaram cumprir as promessas que eram somente de Deus.

- Os atalhos são meios egoístas de buscar a prosperidade, a proteção ou o poder.

- Os atletas apelam para esteróides.

- Estudantes apelam para “colas”.

- O mundo está de cabeça para baixo, e toda sua sabedoria convencional só serve para nos desviar dos caminhos do Senhor.

- O Jesus fala sobre coisas cotidianas – as coisas que nós enfrentamos, Ele também as enfrentou.

- O Sermão do Monte: tentações que nós enfrentamos em casa, escola, trabalho, em qualquer lugar.

Transição: Jesus apenas era um homem como nós; por isso Ele entende as nossas circunstâncias perfeitamente.

II. Jesus praticou perfeitamente o que Ele orou.

- Adão e Eva fracassaram no teste do Jardim. Israel fracassou no teste do deserto.

- Nós fracassamos em cada teste diariamente. Eu não faria isto, 40 dias de jejum!

- Jesus foi tentado, mas ainda estava sem pecado. Ele não teve que aprender de enganos.

- Jesus resistiu buscando em primeiro lugar a glória do Pai.

- Jesus resistiu vivendo mais para os outros do que apenas para Ele.

- A Palavra de Deus é melhor que prosperidade.

- Amando Deus – determinados limites é melhor que risco desnecessário.

- O próprio Deus é melhor que o poder.

Transição: Jesus experimentou a tentação como nós, mas obedeceu perfeitamente.

III. Jesus é perfeitamente capaz para prover a graça.

- Jesus obedeceu; merecendo graça por nós. Como pecadores, nós recebemos os benefícios da obediência dele!

- Jesus sofreu a penalidade da nossa desobediência na Cruz.

- Jesus senta no trono da graça, enquanto oferecendo graça a nós (Heb 4).

- Está enfrentando uma tentação: peça graça! Graça o autoriza caminhar obedientemente  (Mat. 16).

- Aflito: peça graça! Graça o autoriza perseverar no sofrimento.

- Culpado: peça clemência! Clemência remove nossa culpa, assim nós ainda podemos ser corrigidos por Deus.

Conclusão: há muitas vozes que nos contam o que fazer. Eles querem que nós os sigamos, viva a vida do modo deles. Mas o modo deles é marcado por fracasso e pecado. Jesus brilhou um rastro de obediência perfeita no meio das circunstâncias imperfeitas. Jesus não quer que você compre as fitas ou livros dele. Ele está perfeitamente disposto, e Ele é capaz lhe dar a graça e a clemência que você precisa para O seguir em suas circunstâncias imperfeitas.

Como reagir? Como agir? diante da traição …

“Mas, tu, SENHOR, tem misericórdia de mim; levanta-me, para que eu lhes retribua.” Salmo 41:10

Olá,

Davi, diante da traição reage pedindo ajuda ao Senhor. Ele diz, Senhor, tem misericórdia de mim. Porque dentro de mim, um ódio despertou. Porque diante de mim, uma vingança se apresentou. Mas, não quero agir em maldade. Por isso, transfiro esta decisão àquele que me protege. Peço ao Senhor, que diante da traição, o Senhor me levante da depressão que ela causou. Peço ao Senhor, que eu possa, com sabedoria que vem dos céus possa retribuir com amor, com misericórdia e com graça. Algo, que a minha natureza não tem, não demonstra. Peço ajuda para saber reagir.

Um grande abraço

Pastor Derville

Fui traído … e agora?

“Até o meu melhor amigo, em quem eu confiava e que partilhava do meu pão, voltou-se contra mim.” Salmo 41:9

 

Olá,

 

Davi escreve com grande sentimento de perda “até o meu melhor amigo… “. Quando as situações se invertem o sentimento de perda nos vem. Traição. Em quem eu confiava. Dos amigos o melhor. Dos amigos, aquele em quem confiava. Confiança. Seu oposto, traição. O que é meu, é seu. Minha comida. Sua comida. Minha intimidade. Sua intimidade. Agora, meu melhor amigo se voltou contra mim. Traição. Como conviver com a traição? Como perdoar? Como reverter? Como continuar seguro após a traição? O que acontecerá com a aliança que esta amizade produziu? Traição. Com um beijo, Jesus foi traído.

Fui traído… e agora?

Como você reage diante da traição?

Um grande abraço

Pastor Derville

Conhecendo os meus inimigos …

“Todos os que me odeiam juntam-se e cochicham contra mim, imaginando que o pior me acontecerá: “Uma praga terrível o derrubou; está de cama, e jamais se levantará”.” Salmo 41:7 e 8

Olá,

Davi neste salmo, no tema sobre as atitudes dos inimigos, descreve os detalhes da sua atuação. Aprendo que preciso conhecer os meus inimigos. Primeiro, a motivação, o ódio. Segundo, se ajuntam, se unem. Como no tempo de Jesus, os inimigos motivados pelo ódio se reúnem para condená-lo. Hoje, aqueles que se levantam contra a sua vida agem de igual forma. Terceiro, cochicham. Cochichar é um ato de falar com o intuito de causar dano. Além disso, em quarto, imaginam o pior. Jogam pragas contra a sua vida. Imaginam você, desempregado, divorciado, doente, endividado, desfocado, enlouquecido, distraído. Fracassado.

O que eu posso fazer ao saber quais são as atitudes dos meus inimigos? O que será que Jesus espera que eu faça para que o Nome de Jesus seja glorificado? Seja honrado? O que estas lições poderão me acrescentar diante dos meus relacionamentos?

Um grande abraço

Pastor Derville

Como você lida com as fofócas que fazem de você?

“Sempre que alguém vem visitar-me, fala com falsidade, enche o coração de calúnias e depois as espalha por onde vai.” Salmo 41:6

Olá,

O tema que Davi aborda, os nossos relacionamentos com os inimigos que se levantam contra nós, é muito complexo. Mas, com singeleza ele escreve os seus sentimentos ligados aos temas benção e maldição. Os inimigos atuam sobre a sua vida com grande liberdade, porque você está longe do Senhor, ou melhor está fora da benção, está em maldição. Se os inimigos só lhe atacam e não tem sucesso sobre você, é então porque você está na benção do Senhor. Como eles agem? Os inimigos estão por perto, lhe visitam com a intenção de lhe fazer o mal. Falsidade, calúnias e fofocas, são as suas armas.

Como você lida com as fofócas que fazem de você?

Um grande abraço

Pastor Derville

Você ora pelos seus inimigos?

“Os meus inimigos dizem maldosamente a meu respeito: “Quando ele vai morrer? Quando vai desaparecer o seu nome?”" Salmo 41:5

Olá,

Os inimigos, quem não os têm? Saber da sua existência não basta. Você precisa identificá-los. Como você irá orar por eles, se não souber quem são eles? Sem saber o que dizem de você? Sem conhecer a estratégia que estão usando para destruí-lo?

Você ora pelos seus inimigos, como Jesus nos ordenou?

Um grande abraço

Pastor Derville

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